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Rio e Curitiba

Conselho Superior do MP prorroga atuação de procuradores na "lava jato"

Os trabalhos dos procuradores federais responsáveis pelas investigações da operação “lava jato” continuarão por mais um ano em Curitiba (PR) e por mais três meses no Rio de Janeiro. A decisão foi tomada nesta terça-feira (6/9) pelo Conselho Superior do Ministério Público Federal. O grupo da capital paranaense foi criado em abril de 2014. Já a equipe do Rio de Janeiro atua desde junho deste ano. Com informações da Assessoria de Imprensa da Procuradoria-Geral da República.

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Revista Consultor Jurídico, 6 de setembro de 2016, 19h21

Comentários de leitores

2 comentários

A denominação, na verdade, deveria ser correta..

Carlos André Studart Pereira (Procurador Federal)

O nome mais adequado do cargo seria "Promotor Federal" (ou "Promotor de Justiça Federal"). Antes da Constituição de 1988, o Ministério Público Federal também fazia a representação/defesa da União. Com a criação da AGU, lhe foi retirada essa atribuição, mas o nome continuou o mesmo. Os membros da AGU é que deveriam ser os verdadeiros "Procuradores da República". Esse nome, com certeza, é mais pomposo, mas tudo bem: podem ficar com ele. Não vamos brigar por isso (rs). Fica o registro. A revista CONJUR errou, mas nem tanto.

Denominação Incorreta

Parquet (Promotor de Justiça de 1ª. Instância)

Não se tratam de “Procuradores Federais” os membros do Ministério Público Federal, mas de “Procuradores da República”, essa a nomenclatura correta. É absolutamente compreensível a confusão para os leigos, mas de um site que se autodenomina “jurídico” se espera um pouco mais de técnica. Até porque “imparcialidade”, sabemos bem, não é a especialidade da casa.

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