Consultor Jurídico

Notícias

Você leu 1 de 5 notícias liberadas no mês.
Faça seu CADASTRO GRATUITO e tenha acesso ilimitado.

26% de abstenções

Marcelo Crivella vence Freixo e é eleito prefeito do Rio de Janeiro

Bispo licenciado da Igreja Universal, o senador Marcelo Crivella (PRB) venceu a disputa para a prefeitura do Rio de Janeiro. Com 88% das urnas apuradas, Crivella atingiu 59% dos votos válidos e não podia ser mais alcançado por Marcelo Freixo (PSOL), que tinha 40%.

Chama a atenção na capital fluminense o alto índice de abstenção. Com 95% das urnas apuradas, o número de abstenções era de 1,2 milhões (26%). Pouco menos que Crivella, que estava com 1,6 milhões dos votos válidos. Brancos e nulos somavam até o momento 20%.

Essa é a terceira vez Crivella disputa a prefeitura carioca. Engenheiro civil, com pós-graduação na Universidade de Pretoria, em Joanesburgo, África do Sul, também concorreu ao governo estadual em 2006 e 2014. Começou a trabalhar aos 14 anos como auxiliar de escritório e foi taxista. Ficou oito anos no Exército, foi professor universitário e servidor público.

Com 59 anos, Crivella nasceu na capital fluminense e é filho único de pais católicos. Em 2002, foi eleito para o Senado com mais de 3 milhões de votos. Foi reeleito para o período 2011 a 2019. No governo de Dilma Rousseff, foi ministro da Pesca e Aquicultura. O político publicou contos de cunho religioso e um livro sobre projeto que torna produtivas terras abandonadas pelo governo federal, na cidade de Irecê (BA).

Casado com Sylvia Jane há 36 anos, é pai de três filhos e tem dois netos. Crivella chegou a ser considerado um dos principais intérpretes do gênero gospel no Brasil, com cerca de 16 álbuns musicais gravados. Com informações da Agência Brasil.

Revista Consultor Jurídico, 30 de outubro de 2016, 18h48

Comentários de leitores

9 comentários

Paraiso

Persistente (Outros)

As igrejas tem sido um paraíso para PEDÓFILOS: os servos de deus que o digam!

Esse é o mundo dos anti-religiosos

Roberto Cavalcanti (Advogado Autônomo - Administrativa)

Alcoolismo, aborto, infanticídio, drogadicção de todos os tipos, suicídio, depressão, psicose, coprofagia, pedofilia, pornografia, miséria, tortura animal gravada por celular, trans-unicórnios, obesidade, estrogenização masculina, AIDS, câncer, serial killers, crianças procurando comida em montanhas de lixo, sexualização da infância, zoofilia, genocídios humanitários, uns poucos bilionários em meio a bilhões de descamisados, sodomia exaltada na TV aberta de manhã no horário que era de desenhos infantis, extinção de milhões de espécies, poluição sufocante, pessoas desmaiando no metrô indo para o trabalho e ficando em pé por causa da superlotação, homens que pensam ser mulheres, mulheres que pensam ser homens, idosos trancados em asilos, incesto, dissolução das fronteiras, substituição de religiões por uma mistura de superstições superficiais, desenraizamento, dissolução dos grupos étnicos e culturais, criminalização do questionamento de fatos históricos, democracia burguesa, prédios semelhantes a caixas de sapato de concreto e vidro por todo lado, ódio ao passado, sentimento de culpa irracional por fatos históricos de gerações passadas, seitas satânicas disfarçadas de escolas de filosofias, usura, tráfico de crianças para exploração sexual, filmes snuff, fraqueza física, mental e espiritual, feiura onipresente, putas, artistas, esportistas e empresários em cargos políticos ou exaltados como os maiores herois de nossa era, pobres votando na direita, comunistas individualistas, reis burgueses, "espaços seguros" e "lugares de fala" em universidades, vitimismo sem fim, transgênicos, hikikomori, exaltação da desarmonia física e ódio a padrões tradicionais de beleza, apartamentos com menos de 10m2 exaltados por revistas como algo "in", "cool" e "hype".

Já fui inocente

Persistente (Outros)

Quando era jovem, apesar de não religioso, acha que as religiões poderem ter um papel "civilizatório" em diminuir a agressividade das pessoas, tornando-as mais "humanas".

Não podia estar mais enganado: sob a capa da devota "piedade", percebi o quanto as religiões, em particular as abraâmicas, são a principal força motriz da violência e da intolerância no mundo. Semeiam o ódio, "pregando o amor", que o digam os Torquemadas da vida.

O ISIS, defensor de uma dessas religiões abraâmicas, é apenas a face mais caricata, mas nem de longe é um ponto fora da curva. No Ocidente, seus irmãos de intolerância, com seus crucifixos, só que muito mais espertos ($$$), também fazem muitos estragos na perpetuação da violência, do preconceito e do ódio.

O Estado laico, única defesa contra a barbárie, está permanentemente em risco. Está aí um causa pela qual vale a pena lutar : acreditem na suas religiões, orem pelos seus deuses, mas DEIXEM A LIBERDADE DOS OUTROS EM PAZ!

Ver todos comentários

Comentários encerrados em 07/11/2016.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.