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Crise financeira

AMB se diz surpresa com parcelamento de salários de juízes no Rio de Janeiro

Comentários de leitores

10 comentários

Pimenta não arde na língua alheia?!

Costajus (Funcionário público)

Sou terminantemente contra o atraso ou parcelamento da remuneração ou subsídios dos servidores públicos.

Mesmo aqueles que ganham as maiores remunerações do funcionalismo público portam direito à integralidade e pagamento pontual das respectivas remunerações.

Sei que esta é uma guerra ganha para os membros da magistratura.

Espero, como medida de justiça, que os mesmos argumentos a serem utilizados pelos magistrados sirvam para embasar a extensão desse direito (quase natural) aos demais servidores públicos do nosso País.

farinha pouca

George (Advogado Autônomo)

já dizia o jargão popular:
-"farinha pouca, primeiro o meu pirão"!!
obviamente é um direito constitucional ( o repasse), mas fica a pergunta que não quer calar:
o dinheiro sairá de onde??

AMB surpresa???

Edison Lessa (Advogado Autônomo - Administrativa)

Enquanto a crise atingia, há quase 1 ano, apenas os servidores públicos do Poder Executivo do RJ, estava tudo bem? Tô nem aí? E agora? Parece q os Srs magistrados irão novamente cuidar apenas de si, deixando também à própria sorte os demais membros do Poder Judiciário.
Imagina como devem estar preocupados com os demais cidadãos do nosso País.

iludido Advogado autônomo

Iludido (Advogado Autônomo - Civil)

VEJA BEM! ASSIM, FICA DIFÍCIL VIVER A VIDA EM PAZ. Em audiências de conciliação e ainda mais como quer o procedimento atual, não se admite falar em honorários profissionais que poderão atrapalhar o tal acordo. Isto é dito na TORA ao advogado. Portanto, este não é um caso jurídico e muito menos capitalista, mas precisamente espiritual. Portanto, você poderá não ter "AUTORIZAÇÃO"para resolver esse problema, APESAR DE A TERRA TER TANTOS POETAS E PROFETAS todos muito teóricos.

Feitiço contra o feiticeiro!

mfontam (Advogado Sócio de Escritório - Administrativa)

A interpretação "contra legem" começou como a própria magistratura, alegando incertos e genéricos "princípios" para
afastar a incidência da letra da lei, dando causa à atualmente denominada "Escola Punitivista" ou "Escola Demagogista" da interpretação do direito, sendo emblemático que atualmente o Supremo Tribunal Federal está povoado de adeptos dessa nova e local teoria da interpretação jurídica. Talvez imaginassem que essa onda da Escola Punitivista Demagogista não lhes atingiria! Ilusão! Ai está a realidade, pois em nome de "princípios" também o Poder Executivo do Rio de Janeiro tem argumentos tão sólidos quanto os usados pelos juízes para simplesmente não pagar seus subsídios, pois acima do interesse da magistratura o governante fluminense tem que tutelar pelo interesse do povo fluminense. Assim, se tiver que adiar o pagamento dos magistrados para usar os recursos para áreas mais prioritárias, não há nada que distoe da atual situação em que se encontra a interpretação jurídica a brasileira. Além disso, duvido que a AMB atualmente tenha alguma relevância política para mudar essa situação, pois as associações de magistrados acabaram desaparecendo junto com o corporativismo da magistratura que está com os dias contados. Aos juízes cabe adaptarem-se à realidade hermenêutica que foi instaurada pela própria magistratura e que agora qualquer autoridade pública também está legitimada a adotar para avaliar os interesses que irá prevalecer em sua convicção subjetiva sobre o que será interesse da generalidade.

Pede ao FUX para ajudar, governador!

Pinheiru (Procurador da Fazenda Nacional)

"Uma nova ação contra os penduricalhos pagos aos juízes estaduais do Rio de Janeiro foi protocolada nesta terça-feira no Supremo Tribunal Federal. A ADI 5.408 se soma à outra ação direta de inconstitucionalidade contra o pagamento de auxílios aos magistrados do Rio: a ADI 4.393 está há mais de três anos com vista ao ministro Luiz Fux." Fonte Jota, ano 2015. E tem a ADI do auxílio-moradia, também com FUX.
Min. Fux, se colocasse em julgamento, poderia ajudar seu Estado. Também pode se declarar suspeito, já que sua filha é Desembargadora do TJ/RJ, e passar o caso para outro Ministro.

Vão tirar dinheiro da onde?

Gabriel da Silva Merlin (Advogado Autônomo)

Do jeito que eles estão desesperados para espoliar a população é capaz de começarem a defender um "imposto para financiamento dos vencimentos dos servidores públicos".

Porque mesmo com o caixa do Estado efetivamente zerado eles não aceitam ter seus gordos vencimentos (pagos pelo povo) parcelados.

Aqui se faz, aqui se paga

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Surpresa porque? Será que a magistratura não sabia que o caos que ela própria ajudou a construir iria estourar nas mãos da própria magistratura?

Discussão sobre o teto

AMIR (Outros - Administrativa)

Talvez se os salários estivessem dentro do teto constitucional, seria possível ao Estado honrar seus compromissos.

Está na hora de discutir esse conceito. Remuneração não pode passar o que ganham os ministros do Supremo. E verba indenizatória tem que ser encantada como indenizatória: visa a reparação de um dano, nada além dele. Se vai além ou se não há dado, há o teto.

A lei deveria valer para todos, afinal a crise já está valendo, sem fazer mais distinções

Salário

O IDEÓLOGO (Outros)

Trabalhador sem salário é como "cocoruto" descalço.

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