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"Tribunal soviético"

Ministros do TST vão a Cármen Lúcia para reclamar de falas de Gilmar Mendes

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Comentários de leitores

9 comentários

LEDO ENGANO(consciente)

José do Carmo Marques da Silva (Administrador)

Ao contrário da observação do ministro gilmar e de alguns comentários, a justiça do trabalho é patronal e desvaloriza o emprego por meio de imorais e indevidas indenizações por meio de conversões de reintegrações de trabalhadores protegidos por garantias(temporárias) de emprego constitucionais e infraconstitucionais, em clara usurpação do poder/dever da parte patronal e ofensa aos artigo 2º da clt e aos arts. 7º, i, 37 e 10º/adct, da cf/88, utilizando, pasmem-se, um artigo celetário não recepcionado pela carta maior(art. 496, da clt) para impedir suas eficácias em clara e repudiável favorecimento aos empregadores arbitrários!!!! Há muitas outras decisões e "armadilhas" perpetradas pela justiça do trabalho contra os trabalhadores. A justiça é tão patronal que basta uma simples verificação para quem os ex-ministros e ex-presidentes do c.Tst(que se agrupam em escritórios) se disponibilizam a vender seus serviços profissionais de advocacia: às empresas! Pouca vergonha!!!!!

Reforma urgente

JA Advogado (Advogado Autônomo)

O que é necessário é redefinir o alcance do caráter tutelar da justiça do trabalho, que "tutela" os direitos tanto do auxiliar de pedreiro - muitas vezes analfabeto - como do engenheiro ou do advogado com PhD, como se fossem todos incapazes de saber o que estão contratando com o empregador. O contrato de trabalho atual é uma ficção jurídica. A proteção estatal a um advogado, por exemplo, é absurda, pois ele é plenamente capaz e sabe exatamente o que está assinando, especialmente quando assina a rescisão e diz estar satisfeito e nada mais tem a receber. E no dia seguinte protocola uma reclamação trabalhista e recebe o tratamento tutelar da JT, como se fosse um leigo na matéria. Este é um dos pontos que gera enorme insegurança jurídica. A tutela ao humilde trabalhador, que mal assina o nome, no confronto com o capital, esta todos compreendem e aceitam.

Correção

Observador.. (Economista)

Pouco caso e não posso caso.
Abaixo.

George Rumiatto Santos (Procurador Federal)

Observador.. (Economista)

Entendo a indignação do senhor.
E sua(as) observação(ões) faz(em) sentido até certo ponto.
Acredito que não podemos ver gastos estatais sob a ótica fria da iniciativa privada, olhando apenas números e resultados.
Mas há de se convir que o país vem sofrendo um inchaço estatal e, muitas vezes, com posso caso ao gastar/investir o dinheiro do contribuinte.
Isso, inclusive, explicaria as benesses descontroladas e desproporcionais que atingiram salários de alguns órgãos estatais (tanto que o NYT, sem ironia, escreveu com espanto que, se quer enriquecer no Brasil, a pessoa deveria se tornar funcionária pública - de certos órgãos, por óbvio) e uma corrupção envolvendo empresas e parcelas do Estado que poderiam construir condomínios chiques na Lua. Tudo com dinheiro do contribuinte.Um mar de dinheiro que poderia ter sido usado para promover o bem estar do povo.Dinheiro que poderia incentivar a melhoria da educação, sempre produzindo resultados pífios em testes mundo afora.Por isso não temos "Vale do Silício" e os mais jovens preferem se garantir em concursos do que empreender e gerar riquezas em um país tão carente de pessoas assim.
Não podemos enxergar gastos estatais com números frios, mas estes mesmo números devem ser vistos para que o povo(este que contribui com seu trabalho e as empresas que os empregam para gerar riquezas) saiba se os gastos se tornaram abusivos, extremos, inexplicáveis, imorais e penalizadores da economia nacional.

Pelo imediato fim da onerosa justiça do trabalho!

Paulo Jorge Andrade Trinchão (Advogado Autônomo)

Corrigindo: Primeiramente, com mil razões o Ministro Gilmar Mendes, tocou o dedo na "ferida brava" do trabalhismo tupiniquim. O retrógrado corporativismo de parcela de juízes do TST, evidencia-se não enxergar o incomensurável custo da contraproducente justiça do trabalho ao espoliado cidadão, contribuinte e jurisdicionado. Por demais disso, nas esferas inferiores persistem o acolhimento de reclamatórias, por muitas vezes absurdas e inidôneas, em que, como consequência, são milhares de pequenas e médias empresas encerrando as suas atividades. Não à-toa, que o empreendedorismo neste país estar indo às favas, com inúmeros empreendedores preferindo a informalidade, pois,gerar emprego neste país, com as atuais benesses das leis trabalhistas brasileiras (que nem países de primeiro mundo costumam adotar!!!), se traduz em uma verdadeira desventura empresarial. ACM tinha e continua tendo razão: PELO FIM DA ONEROSA JUSTIÇA DO TRABALHO, E SUA INCORPORAÇÃO PELA JUSTIÇA FEDERAL!!!

Pelo imediato da onerosa justiça do trabalho!

Paulo Jorge Andrade Trinchão (Advogado Autônomo)

Primeiramente, com mil razões o Ministro Gilmar Mendes, tocou o dedo na "ferida brava" do trabalhismo tupiniquim. O retrógrado corporativismo de parcela de juízes do TST, evidencia-se não enxergar o incomensurável custo da contraproducente justiça do trabalho ao espoliado cidadão, contribuinte e jurisdicionado. Por demais disso, nas esferas inferiores persistem o acolhimento de reclamatórias, por muitas vezes absurdas e inidôneas, em que, como consequência, são milhares de pequenas e médias empresas encerrando as suas atividades. Não à-toa, que o empreendedorismo neste país estar indo às favas, com inúmeros empreendedores preferindo a informalidade, pois,gerar emprego neste país, com as atuais benesses das leis trabalhistas brasileiras (que nem países de primeiro mundo costumam adotar!!!), se traduz em uma verdadeira desventura empresarial. ACM tinha e continua tendo razão: PELO FIM DA ONEROSA JUSTIÇA DO TRABALHO, E SUA INCORPORAÇÃO PELA JUSTIÇA DO TRABALHO

descontrole

Tiago Fraga (Assessor Técnico)

Esse ramo do Poder Judiciário é pródigo em criar julgados absurdos.

Ataques inconfessados

George Rumiatto Santos (Procurador Federal)

Há uma curiosa onda de ataques orquestrados contra direitos trabalhistas, previdenciários e sociais, partindo de diversos setores da elite econômica brasileira.
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Chegamos ao cúmulo do Senador Cristovam Buarque dizer que o impedimento da Presidenta se justificou para que pudesse ser aprovada a PEC do Teto de Gastos Públicos.
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Agora passam a rasas análises econômicas para ameaçar a Justiça do Trabalho. Essa lógica de que a instituição que "distribui" menos recursos que seu orçamento não justifica sua existência é extremamente reducionista. Parte da premissa de que toda atividade estatal é feita para gerar lucros ou excedentes.
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Se seguirmos ao extremo essa lógica distorcida, teremos que providenciar várias outras medidas, como fechar todos os presídios e liberar todos os condenados, porque tais instituições geram gastos e não devolvem excedentes; acabar com toda forma de assistência social; acabar com toda a educação pública, porque não traz retorno financeiro direto; a lista vai longe, mas é melhor parar por aqui para não "dar a ideia".

Ideologia marxista...

Gabriel da Silva Merlin (Advogado Autônomo)

A justiça do trabalho é nitidamente influenciada pela ideologia marxista que prega a guerra de classes. E não há como realmente ter justiça e segurança jurídica em um tribunal enviesado ideologicamente.

Não por outro motivo o STF por inúmeras vezes já modificou uma jurisprudência que era até então pacífica no âmbito do TST.

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