Consultor Jurídico

Comentários de leitores

18 comentários

Diferenças

JA Advogado (Advogado Autônomo)

Pelos meus cálculos temos um jornalista/Físico, dois italianos/napolitanos acolhidos pelo Brasil (Gaspari+Mino Carta) e mais um grupo de advogados de corruptos que resolveram atacar o juiz Moro e consequentemente o processo de higienização moral pelo qual estamos passando. Pergunto aos napolitanos e ao sócio do jornal autor do artigo: vocês aprovaram (ou aprovam) a Operação Mãos Limpas feitas na Itália ? Se não aprovam, fica tudo explicado. Se aprovam, também fica explicado. Claro que o juiz Moro não é o Santo Agostinho reencarnado, mas parece inacreditável que haja pessoas auto-apregoadas como honestas que critiquem ou combatam esse juiz e os demais juízes que estão participando dessa faxina moral no Brasil. Criticar eventuais excessos é o mesmo que criticar os agentes policiais que tiveram que usar de alguma violência para prender, por exemplo, o Elias Maluco.

Isenção zero!

RCWiseman (Oficial da Marinha)

Dever-se-ia (opa! sorry, Temer.) acreditar que os comentários aqui postados refletiriam uma opinião de técnicos de direito e juristas sobreos assuntos abordados. Entretanto, o passionalismo e consequente parcialidade, refletidos no uso frequente de expressões (chavões) tais como "esquerda/esquerdista", "comunismo", "petista/petralha" ou contumazes citações a Marx, Fidel, Chavez, Cuba, Venezuela, "Foro de São Paulo", demonstram uma ótica/ética vesga pela absoluta partidarização dessas "análises". Justiça que atende ao "clamor das massas" ou às preferências políticas dos agentes da Lei não é justiça, e sim justiçamento ou qualquer outro nome que se queira dar à essa excrescência. Crime e corrupção são intrínsecos à natureza humana, e devem ser punidos por uma Justiça para todos, isenta, equilibrada, equânime e sem diferenciação, priorização ou preocupação com apenas um dos lados. Se não, amoldemos a imagem da Justiça para os tempos em que vivemos, desequilibrando-se sua balança e colocando-lhe a venda apenas sobre um dos olhos. O direito, por lógico...

Juiz Sergio Moro x esquerdopatas

Bia (Advogado Autônomo - Empresarial)

Peço licença a ele e apoio integralmente os comentários do Leandro Roth. Mas tambem é profundamente lamentável que a Folha de São Paulo e seus ridículos e desesperados comentaristas esquerdopatas e ignorantes quanto à História da humanidade ainda continuem sendo "a grande imprensa" no Brasil. Mas as pessoas de bem, certamente, nutrem a esperança de que logo, logo, se tornarão simplesmente "tablóides" e "paparazzi" do tipo dos que assassinaram (sim, porque a perseguiram até conseguirem vê-la morta, quando tiveram, finalmente, seu momento de fama mundial) a princesa Diane. Cairão no esquecimento pelo mal que fazem a tudo e a todos a sua volta.

Eduardo Cunha que o diga

Hamilton Magalhães (Advogado Associado a Escritório - Trabalhista)

O ex-deputado depois de bem usado foi jogado aos leões. Mas o que cabe observar é que nenhum dos comentários se ateve a considerar a crítica como passível de acontecer. E mais, as críticas ao articulista comprovam a imaturidade democrática e a intolerância com a liberdade de expressão. Um juiz que só espera aplausos não está preparado para reconhecer seus possíveis erros.

E a liberdade de expressão ?

Gelson de Oliveira (Servidor)

Criticaram o juiz pelo fato de ele estar cumprindo as atribuições do seu cargo. Agora o criticam também pelo fato de ter respondido a essas críticas. Será que o juiz não tem também o direito de livre manifestação, como têm os que os criticam ? A Constituição Federal não diz que todos são iguais perante a lei ? Um juiz não deve ter os mesmos direitos que outro cidadão ? Será que, pelo fato de ser juiz, ele perde o direito de defesa e a liberdade de expressão ? Que tipo de democracia é essa, que confere direitos demais a uns e retira os direitos de outros ? Lamentável.

O outro lado.

Thadeu de New (Administrador)

Na minha modesta opinião, o juiz Moro é desenganadamente da direita pífia. Suspeito que muitos comentaristas também.

O articulista foi ridículo e mais ridículo é quem o defende

LeandroRoth (Oficial de Justiça)

A Lava-jato já foi acusada de agir como a Inquisição, de perseguir empreiteiros e políticos assim como o Nazismo perseguia os judeus, e agora o Sérgio Moro é comparado ao fanático Savanarola, que mandava que a população espancasse "sodomitas" até a morte.
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Quanto mais a população apoia a Lava-Jato, e esse apoio que sempre foi grande agora é esmagador, aumenta o desespero dos esquerdopatas e imbecis de plantão que tem algum interesse na impunidade da criminalidade de elite, ou que são simplesmente idiotas úteis.
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Não se preocupe, Moro. Não será um ou outro esquerdista bitolado comparando-o a Savanarola, Judas, Torquemada, Freddie Krugger, Jason ou Alien que mudará a opinião de alguém. Só mostrará como este pessoal está desesperado e como a Lava-Jato está, de fato, tocando no nervo da corrupção.

Perdeu boa oportunidade

ABSipos (Advogado Autônomo)

Com o devido respeito ao referido juiz, que possui seus méritos, entendo que ele perdeu uma ótima oportunidade de responder embasadamente à crítica do articulista da Folha.

É cediço que se ataca pessoalmente ao interlocutor quando não se possui argumentos para desmenti-lo.

Crítica de Moro a artigo revela algo de Savonarola no seu si

Dias Duarte (Advogado Autônomo - Criminal)

Na minha modesta opinião, a Folha de S. Paulo é desenganadamente da esquerda pífia. Suspeito que o articulista também.

Tábua 9.1

Rivadávia Rosa (Advogado Autônomo)

Desde a Lei das 12 Tábuas está estabelecido “1. Que não se estabeleçam privilégios em lei” Tábua 9, 1.
Porém, no âmbito dos [des] valores uLULAntes de viés novilinguístico [patologia lingüística - perversão da linguagem pelo socialismo] certos neologismo/eufemismo criminosos passam ser simples desaforados, quando não vítimas sociais; autoridade – autoritarismo; sanção legal – repressão; juiz que apenas cumpre a lei quando não exibicionista é comparado ao ‘visionário, demagogo, moralista e ascético’ Savarola; e seguem: disciplina natural em uma sociedade civilizada – rigidez; violência, invasão, saques de propriedades privadas – meras ocupações e reivindicações de cunho social fundamentada na ‘Constituição’; preconizar medidas de ordem jurídica para restabelecer a paz social significa criminalizar os movimentos sociais e o governo não adota nenhuma medida nesse sentido porque é um governo que cumpre a lei, assim, o MST OCUPA, POLICIAIS quando em cumprimento de mandado de busca e apreensão – INVADEM; informar fatos, eventos e acontecimentos contrários ao então [des] governo – sinônimo de deslealdade, passando a liberdade de expressão de direito natural – a direito relativo a ser exercido mediante liberalidade do governo; a democracia dada como exemplo é a da ditadura-democida da familiocracia Castro [Fidel e Rául] ou da Venezuela, do defunto teniente-coronel-presidente Chávez Frías - excesso de democracia; direitos humanos – valor absoluto, desde que não seja prisões por delito de opinião, execução [paredón] na Ilha do ditador Fidel Castro.
E, desgraçadamente, tentam impor tal aberração.

Férias

Zé Machado (Advogado Autônomo - Trabalhista)

Deveriam dar umas férias para esse juiz tão dedicado à bajulação e arbitrariedades, para concluir-se pelo adágio de que "ninguém é insubstituível".

Justiça e técnica x técnica e justiça

Rilke Branco (Outros)

Acredita-se na boa fé do juiz Moro, mas parece que a advertência de que Savonarola publicava seus sermões e queimava os dos outros, nesse ponto, indica mesmo alguma semelhança entre os personagens.
Observe-se o neofenômeno do nosso Judiciário: para qualquer defesa, uma onda de punitivismo, mesmo que isso custe a fogueira de uma Constituição democrática.
Que as boas e devidas correções, sejam sempre a regra.
Afinal entre a Justiça e o Direito, julga-se sempre a pessoa, e não o juiz.

Igualdade

Amambai (Advogado Assalariado - Civil)

Férias de 60 dias para todos os brasileiros, auxílio-moradia, vencimentos sem teto e, se possível, 20 dias de recesso no final do ano e, se não for demais, expediente de 6 horas.

Habermas

Marcelo-ADV (Outros)

Sobre a tolerância/intolerância:

“Lembre, por exemplo, o Édito de Nantes, sob o qual o rei francês permitiu aos huguenotes, uma minoria religiosa, professor suas crenças e observar seus rituais sob a condição de que não questionassem a autoridade do trono ou a supremacia do catolicismo. A tolerância tem sido praticada há séculos com esse espírito paternalista. [...]
Nesse contexto, o ato de tolerância detém um elemento de um ato de misericórdia, ou de um ‘favor’. [...] E surge assim a impressão de que a tolerância – uma vez que só pode ser praticada dentro de uma fronteira além da qual ela cessaria – possui em si um cerce de intolerância. [...]
No interior de uma comunidade democrática, cujos cidadãos concedem reciprocamente direitos iguais uns aos outros, não sobra espaço para que uma autoridade determine unilateralmente as fronteiras do que deve ser tolerado. Na base dos direitos iguais dos cidadãos e do respeito recíproco de um pelo outro, ninguém possui o privilégio de estabelecer as fronteiras da tolerância do ponto de vista de suas próprias preferências e orientações segundo valores”.
(Habermas in: BORRADORI, Giovanna. Filosofia em Tempo de Terror - Diálogos com Habermas e Derrida. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004, p. 53).

Matando savonarola de novo, como se a inquisição fosse certa

Luiz Fernando Cabeda (Juiz do Trabalho de 2ª. Instância)

Depois que Rogério Cerqueira Leite publicou sua acusação contra o juiz Sérgio Moro, criando uma "conexão" aleatória de tempo, lugar, modo e fim, o próprio articulista promoveu a republicação de seu texto, na Folha de S. Paulo, para de novo "matar" Savonarola, agora no lugar certo, em Florença, pois antes havia dito que o frade fora queimado em Roma. Embora seja italiano, Elio Gaspari não presta atenção a isso e repercute o texto de Cerqueira para dizer que foi Moro quem errou ao responder, uma vez que alegou que a comparação não tinha nenhuma "base empírica" e - lamentavelmente - Gaspari confessa que não sabe o que seja isso...
Pelo menos considerando que Cerqueira é um professor de Física, o pressuposto mínimo a considerar é o de que essa ciência, que procura decifrar as leis da Physis (natureza) tenha uma base experiencial, que é exatamente a que forma o conhecimento empírico, assim como, para as chamadas ciências humanas, ele se localiza nos acontecimentos históricos, nos registros da realidade dos fatos.
Quando Elio Gaspari resolveu perpetuar sua maldição sobre um professor que tomou eternamente por desafeto, criando o personagem "Eremildo, o Idiota", um comentarista de seus artigos registrou com propriedade que ele - como jornalista - havia guardado bem a herança da Camorra, seu espírito de vingança, como bom napolitano que é.
Todavia, nada autoriza que Gaspari e Cerqueira venham a ressuscitar no Brasil o pacto a "omertà" para atacarem a um juiz que tem procedido com a técnica e a correção possíveis de serem exigidas de um profissional sério e dedicado às funções maiores do Judiciário. Mas é o que parece: Cerqueira e Gaspari querem as cinzas de Savonarola de novo e usam de seus conhecimentos precários do fim da Idade Média, para mentir.

MORO

O IDEÓLOGO (Cartorário)

Eu acredito que o Juiz Moro, um dos gênios da raça, caiu em uma cilada do notável professor da Unicamp.

Que “democracia”, hem!

Marcelo-ADV (Outros)

Essa é a nossa “democracia”.

O povo não pode fiscalizar. Deve manter-se em silêncio ou adorar a autoridade, tertium non datur.

É sério isso?

Luciano L. Almeida (Procurador do Município)

Tenho que repetir.
É sério isso?

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