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Advogado não pode receber sucumbência antes de pagamento principal ao cliente

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3 comentários

Advogados

O IDEÓLOGO (Cartorário)

O advogado, como profissional e cidadão deveria dar exemplo aos integrantes da comunidade. Mas, adota comportamentos contrários à ética e às leis.
Ele, em processo de Família, deseja a mulher do separado ou do divorciado, para satisfação de seus instintos bestiais.
Forma litisconsórcio de fato com autores de reclamatórias trabalhistas.
Perde prazo de recurso para obter o trânsito em julgado da decisão judicial e receber os honorários de sucumbência mais rapidamente.
Semeia no meio social a injúria e a difamação, para ter mais clientes e processos.
Defende teorias totalitárias e racistas, com base nos desvarios do alemão Gottfried Feder.
Colabora, excessivamente, com Juízes e Promotores para obter, a todo custo, liberdade provisória de seus criminosos clientes.
Desmoraliza a Constituição defendendo a presunção de inocência até o trânsito em julgado da Revisão Criminal.
Critica a OAB quando recebe cesta básica.
Orienta clientes a ocultarem a verdade.
Combate a Justiça Criminal com expedientes nada ortodoxos, como Habeas Corpus e Mandado de Segurança, visando as prescrições das pretensões punitiva, retroativa e executória.
Entre a Justiça e os interesses de seus clientes, não hesita em abonar os segundos.
Sufoca os direitos humanos se eles atrapalharem o recebimento de honorários.
Orienta clientes ao inadimplemento de contrato.
Não se preocupa em defender as minorias, como ciganos, homossexuais, pedintes, mulheres grávidas, imigrantes, aidéticos, retardados mentais e prostitutas.
Faz comentários depreciativos sobre o livro "A Questão Judaica", de autoria de Karl Marx, por este ser judeu e comunista.
Pratica advocacia com pensamento "terceiro-mundista".
Critica movimentos feministas.
Vive em seu mundinho do "ser e do dever-ser".

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J. TITO (Advogado Assalariado - Civil)

Todos pedem uma uniformidade nas decisões judiciais proferidas.

Ninguém quer ser pego de surpresa, que o julgador mude de entendimento a todo momento, etc.

Para isso há a necessidade de mudança.

Não que as mudanças do NCPC foram as melhores que se podia esperar, mas estão ai para serem postas em práticas e criticadas, com fundamento, é claro.

O TRF reduz sua quantidade de julgamentos monocráticos. Isso era de se esperar. A Lei mudou e o julgador deve esta dentro dessa realidade.

O que se quer são julgamentos uniformizados em súmulas e precedentes consistentes. Nesses casos então o NCPC autoriza a decisão monocrática.

A intenção, a meu ver, é exatamente impedir aquelas decisões totalmente "surpreendentes", sem fundamento em outros casos análogos, contrárias ao entendimento majoritário (e normalmente sem fundamento).

O NCPC não impede a decisão monocrática, na verdade a fomenta, desde que o entendimento esteja uniforme e não como ocorria antes da nova lei processual.

Essa é uma medida benéfica a todos se usada da forma correta.

De outro norte se o assunto não se enquadra na tipificação do NCPC para decisão monocrática quer dizer que o Tribunal deve realmente colocar o feito em pauta e se debruçar nele como assunto importante que é, "novo" e que merece toda a atenção dos julgadores (e não somente de um).

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Quando 2 + 2 podem ser 5 ou 10

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Apesar das dificuldades da redação da reportagem, confusa e difícil de ser entendida, é possível se verificar que o TJRS, verdadeiro celeiro de decisões contra a advocacia, afronta a classe dos advogados mais uma vez com uma decisão que nega vigência à lei e à Constituição. Conforme assinalado, a questão já se encontra revolvida pelo STF e STJ no âmbito jurisprudencial, nada havendo a que se acrescentar. É pagar e pronto. Pior ainda é verificar que a questão envolve recebimento de honorários por um advogado idoso, e que o caso está sendo empurrado com a barriga pelo Judiciário desde 2010. Tempos difíceis. 2 + 2 viram 5 ou 8 de acordo com a mera vontade pessoal do juiz, que não se importa com a lei, com a jurisprudência, ou o que vão pensar dele ao saber que ele manipulou a decisão para prejudicar a classe dos advogados.

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