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Comentários de leitores

5 comentários

Qualquer manual de direito penal

GNETO (Funcionário público)

Aníbal Bruno é citado por ser um dos manuais mais indicados para os que graduaram nas décadas de 70 e 80. Direito Penal básico. Há obras recentes e específicas sobre o tema do crime multitudinário. Cinco júris diferentes. Os cinco condenaram. Coincidência? Pesquise no "Google". Há muitas matérias sobre o ocorrido. A Veja tem belíssimos textos. É só procurar.

Anibal Bruno?

Servidor estadual (Delegado de Polícia Estadual)

Meu Deus, vamos chamar logo Torquemada, trata-se de policiais para estes não se observa os preceitos do devido processo legal, entre eles a individualização da conduta. Apenas espero que o pau que bata em Chico bata em Francisco, como por exemplo Black Blocks, MST, MTST e outras quadrilhas travestidas de "movimento social" e tão aplaudida por sectários dos direitos humanos. Sem contar a prova do vinculo psicológico, já que nem o art. 59 do CP se analisa mais em razão da impossibilidade técnica de se decidir sobre a personalidade do agente. Vamos extinguir logo a polícia.

Crime multitudinário.

GNETO (Funcionário público)

Vou mandar exemplares de Aníbal Bruno de presente. Em casos como esse aplica-se o conceito de crime multitudinário. A prova é robusta. Excessos?

Sugestão

Observador.. (Economista)

Em rebeliões futuras, a polícia deve apenas cercar o presídio para evitar fugas.
Para negociar, entrando no presídio e enfrentando presos rebelados, devem ser chamados as pessoas que sempre sugerem o "como fazer", geralmente bem distantes dos acontecimentos; poderia ser dado a chance de saírem da teoria e partirem para prática. Claro que sem oferecer anéis para continuarem com os dedos. Negociar o fim da rebelião em bases razoáveis não para os bandidos, mas para sociedade, este ente que em Bruzundanga só serve para pagar impostos.

Quanto ao caso em tela, claramente houve exageros.
Mas se não foi possível identificar em que condições e quais os autores de quem fez o que, e contra quem, caberia , no máximo, responsabilizar os mentores de uma operação que foi escancaradamente mal planejada em todos os aspectos.

Agora....punir todos, porque não sabem a quem punir, aí seria tudo...menos justiça.

Abjeta anulação

Luiz Pereira Neto - OAB.RJ 37.843 (Advogado Autônomo - Empresarial)

Será que o Relator e os demais agiriam da mesma forma , se , por absurdo , tivessem um filho entre os presos covardemente assassinados pela repugnante "quadrilha" de infringentes policiais ?
Como estariam se sentindo depois dessa inimaginável , espúria , anulação ?
Um despautério !
Se não tivessem sido individualizadas a criminosa coletiva conduta dos delinquentes que ceifou , sem a mínima possibilidade de defesa ,
mais de uma centena de vidas , não importa terem sido de delinquentes e/ou vagabundos , que a "quadrilha" fosse , com todos os agravamentos legais possíveis , condenada como "quadrilha" , jamais , filigranadamente , "inocentada" .
E , cadê os criminalistas de plantão para botar a boca no trombone ? Só se interessam em berrar quando os seus poderosos corruptos clientes e vultosos honorários , de origem desonesta , estão correndo risco de continuarem presos e minguarem ou secarem , respectivamente ?
É muita sordidez !

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