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STF mantém exoneração de promotor que matou estudante e foi absolvido

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Comentários de leitores

6 comentários

Bem-feito!

RCWiseman (Oficial da Marinha)

Dar uma arma na mão de um despreparado só pode dar nisso: é como revólver na mão de macaco! São meninos imberbes e imaturos, sustentados pelos papais só para estudar, estudar e passar em concursos, sem nenhuma experiência válida no Direito e sem a maturidade exigível para um cargo de tanta responsabilidade e alta remuneração. Tratou-se apenas de desavença entre rapazes, de galanteios a namoradas, que não deveria nunca passar de um simples bate-boca, como sói acontecer a nós, mortais, sem armas e "sabe-com-quem-está-falando". E eles andam proliferando por aí, tipo Igor, Rogério, Kirchner, Pablo, etc.

Homicídio!

Neli (Procurador do Município)

Como me disse alguém, o homicídio é o mais abjeto dos crimes. Alguém se arvora na condição de Deus e tira a vida de alguém. Todavia, para "se salvar" a pessoa tem sim o direito de praticar legítima defesa.
No caso em tela, o acusado teria praticado legítima defesa.Tanto é que foi absolvido!
Estágio probatório: ele teria ultrapassado o prazo para estágio probatório, assim, vitaliciou!
Querer cortar o cargo de alguém, posterior ao estágio probatório, é se arvorar em "constituinte" e isso é inadmissível no Ordenamento Positivo vigente.
Ultrapassou o prazo de dois anos, concorde ou não, vitaliciou!
Assim, data máxima vênia, cortar o cargo de alguém que ultrapassara o estágio probatório, foge da lei e do bom senso.
Data máxima vênia!

Armas de fogo: minha ,hoje, defunta mãe, dizia: não se deve jamais ter armas de fogo em casa.
Promotor de justiça/juiz não vitalício jamais deveria ter o porte de arma.
A arma de fogo não é essencial(diferentemente de um delegado, por exemplo), para a função
.Assim, o fato de dar porte de arma a alguém não vitalício, constituiu, data vênia, um erro.
E um erro não pode ser pago com outro:excluir do quadro funcional esse promotor que teria praticado legítima defesa(escrevo no condicional, porque não acompanhei o julgamento!)
Data máxima vênia.

Injustiça

Servidor estadual (Delegado de Polícia Estadual)

Injustiça, primeiro porque ele se afastou do local foi seguido e encurralado em uma rua sem saída, depois porque doi marmanjos que acham que em pleno século XXI acho que ainda podem tomar a mulher no tapa, terceiro porque segundo se apurou na época eles costumavam agir assim, corajosos em grupos contra solitários e de porte físico inferior. O que se queria, que o rapaz tão somente por ser promotor apanhasse e ficasse quieto com a arma na cintura? Por que os jovens eram de classe média alta parentes de pessoa influentes o promotor deveria correr o risco de perder a arma para bêbados e morrer?

Do que eu li e vi

incredulidade (Assessor Técnico)

.... dos autos, realmente o promotor agiu em legítima defesa.
Mas, foi vítima da mistificação do "dotô" e da prévia condenação social.

Decisão Equilibrada....

Pek Cop (Outros)

Tales alega que homens de estatura avantjada e embriagados avançaram na direção dele dizendo que a arma era de brinquedo e estavam assediando sua namorada, talvez o despreparo de usar uma arma tenha feito a diferença, se ele não deixasse a arma à vista e desviasse dos desordeiros chamando 190 isso se no calor dos acontecimentos desse tempo para ligar para a PM, não seria com esse final trágico!!!!coube investigação para comprovar as alegações e testemunhas e perece que houve equilíbrio na condenação!!!!

Injustiça

O IDEÓLOGO (Cartorário)

O ex-promotor Thales apenas se defendeu de agressão.

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