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Eleições 2016

João Doria, do PSDB, é eleito prefeito de São Paulo no primeiro turno

João Doria (SDB) foi eleito, em primeiro turno, prefeito de São Paulo. O candidato tucano obteve 53% dos votos válidos, deixando para trás, em segundo lugar com 16% dos votos, o candidato Fernando Haddad (PT), atual prefeito da capital paulista. Celso Russomano (PRB) ficou com 13% dos votos contabilizados. Até o momento foram apurados 97% dos votos válidos.

Esta é a primeira vez que um candidato é eleito prefeito de São Paulo no primeiro turno desde 1992, quando as eleições passaram a ter dois turnos. Doria deve tomar posse em 1º de janeiro de 2017.

O Ministério Público de São Paulo chegou a pedir a cassação da candidatura dele e também o mandato do governador Geraldo Alckmin. Segundo o MPE-SP, o governador praticou abusou de poder para beneficiar Doria na campanha à prefeitura da capital paulista.

Durante sua campanha, Doria chegou a ser condenado devido a sua propaganda eleitoral. O candidato atacou o Partido dos Trabalhadores (PT) , com anúncios parodiando o bordão "Pergunta lá", da rede de postos Ipiranga. Acionado pela rede de postos e pelo PT, o Tribunal Regional Eleitoral determinou a suspensão dos anúncios.

Empresário e comunicador
Candidato à Prefeitura de São Paulo com maior patrimônio, Doria tem 58 anos e é formado em jornalismo e publicidade. Foi apresentador de televisão, com programas na TV Bandeirantes, Manchete e Rede TV!. Empresário, tem um grupo de marketing que promove eventos e iniciativas culturais e publicações.

Em 2003, fundou o Grupo de Líderes Empresariais (Lide), entidade com 1,7 mil empresas filiadas. Foi secretário de Turismo da capital paulista na gestão do então prefeito Mário Covas e presidente da Empresa Brasileira de Turismo (Embratur) no governo do presidente José Sarney.

Em entrevista à TV Brasil em parceria com o jornal El País, o candidato do PSDB disse que uma de suas principais propostas é a contratação emergencial de hospitais particulares para oferecer exames à população. Segundo Doria, a intenção é que ação, prevista para durar um ano, reduza consideravelmente o tempo de espera por atendimento. Com informações da Agência Brasil.

Revista Consultor Jurídico, 2 de outubro de 2016, 20h55

Comentários de leitores

11 comentários

Bandeira vermelha no chão

Resec (Advogado Autônomo)

Quem não gostou do prefeito eleito que vá para o Rio de Janeiro. Lá tem um esquerdista com chance ainda ... Meu Deus! O Prefeito eleito tem um perfil liberal, isso é raro, isso é excelente. Já demonstrou que é a favor de privatizações para limpar as ratazanas, que o Estado deve incentivar o empreendedorismo e parar de se meter em tudo. E tem gente contra... O povo deu seu recado nas urnas, não quer mais pt, pcdob e outras tranqueiras similares. E não há nada de diferente ?

Nada de diferente

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

A população paulista, na verdade, não "acordou" ao eleger a versão brasileira de Berlusconi. João Doria é um publicitário. É formado e especializado em criar ilusões. Não possui formação em administração, não conhece direito, e não possui experiência em outra coisa senão vender seu peixe. E fez bem essa atividade nessa eleição, sagrando-se vencedor. Lula também fez isso com seus marketeiros. Dilma da mesma forma, valendo ainda citar Collor. Por outro lado, a ideia de que João Doria seria um "não político" não passa de mera fantasia. Os jornais mostram com clareza o loteamento de cargos e o esforço do governo Alkimim para retirar a Prefeitura de São Paulo das mãos do PT. Doria não é nada mais, nada menos, de que um velho político, como os demais, com a diferença de que começa agora no ramo. Como diferencial, ele terá apenas mais habilidades para esconder seus erros, e criar a ilusão de que tudo estará bem quando na verdade não estará. Tomara que eu esteja redondamente errado, e que o Candidato Eleito faça um bom governo para o bem dos paulistanos. No entanto, eu não tenho errado em previsões sobre políticos nos últimos 10 anos, infelizmente.

PT nunca mais

Professor Edson (Professor)

Eu sou do MS aqui não votamos no PT, parabéns São Paulo.

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