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Previsão de gastos

Eleições 2016 devem custar R$ 650 milhões, segundo estimativa do TSE

As eleições municipais 2016 devem custar R$ 650 milhões, de acordo com estimativa do Tribunal Superior Eleitoral. Se considerarmos o número de eleitores, cada voto custará aproximadamente R$ 4,50. Neste domingo (2/10), mais de 144 milhões de eleitores vãos às urnas em 5.568 municípios para escolher novos prefeitos, vice-prefeitos e vereadores.

O TSE registrou mais de 16,5 mil candidatos a prefeito e cerca de 463 mil para as vagas de vereador. Segundo a corte, 68% dos candidatos são homens, enquanto as mulheres chegam a 32%, principalmente devido à legislação que reserva vagas para as candidatas. A faixa etária dominante é de 40 a 49 anos (31%). A maioria dos candidatos tem ensino médio completo (37%) ou superior completo (21%).

TSE

Para 95 candidatos a tarefa de se eleger será mais fácil, isso porque eles concorrem como candidatos únicos e para serem eleitos precisarão apenas de um voto, que pode ser o dele mesmo. Com 37,6 mil eleitores, o município paulistano de Jales é o que tem maior eleitorado entre as 95 cidades em que a eleição para prefeito tem apenas um candidato. Já Engenho Novo (RS), com 1,2 mil eleitores, e Carlos Gomes (RS), com 1,4 mil eleitores, têm o menor número de votantes nesse caso.

Advogados no páreo
A presença da advocacia entre os candidatos para esta eleição cresceu em relação às outras profissões na comparação com o pleito de 2012. Os advogados superaram os trabalhadores rurais e os servidores públicos estaduais e agora estão na 11ª posição na lista de ocupações mais comuns entre os aspirantes a prefeito e vereador (descontando a categoria “outros”).  Ao todo, são 8.320 advogados entre os candidatos – a classe representa 1,67% do total.

Entre os candidatos estão também 84 deputados federais, a maioria deles (73) concorrendo a cargos de prefeito. O número de candidaturas de deputados em 2016 se manteve praticamente o mesmo em comparação com as últimas eleições municipais, em 2012, quando 87 parlamentares foram candidatos e 25 acabaram se elegendo para cargos municipais.

Segundo a Constituição, o deputado que vence uma eleição para a capital de um estado pode se licenciar do mandato parlamentar para exercer o cargo. Já aquele que vence uma eleição para prefeito de cidade do interior é obrigado a renunciar ao cargo de deputado para assumir como prefeito.

Além dos candidatos a prefeito, outros 10 deputados federais são candidatos a vice. O deputado Átila Nunes (PMDB-RJ), que assumiu o mandato como suplente, disputa o cargo de vereador no Rio de Janeiro.

Clique aqui para ver alguns números da eleições 2016.

Revista Consultor Jurídico, 1 de outubro de 2016, 16h38

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