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Censura judicial

Jornal é proibido de citar juiz envolvido em investigação sobre venda de decisões

Comentários de leitores

7 comentários

Fato conhecido por todos

O IDEÓLOGO (Outros)

Se o fato é conhecido por todos da comunidade, não há necessidade de impor um "garrote à imprensa".

Ser jornalista denunciante é muito perigoso nestas "plagas".

Absurdo!!!

Gabriel da Silva Merlin (Advogado Autônomo)

Só o que faltava agora a liberdade de imprensa garantida pela própria Constituição sendo rasgada por aqueles que juraram defende-la.

Infelizmente pelo visto essa decisão já dá uma ideia de como vai acabar essa investigação contra o magistrado, e vai ser como quase tudo no Brasil, em pizza...

Brasil - acordar para sobreviver

Flávio Souza (Outros)

A cada dia que passa fatos e mais fatos vão emergindo e chego a vislumbrar que esse país não tem mais jeito, posto que cada um protege a sim e seus direitos\benefícios em detrimento da maioria. Pobre Brasil. Pobre povo.

Ao comentarista ponderado (Funcionário público)

Sérgio Niemeyer (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

A Constituição não prevê que o Poder Judiciário seja composto de “juízos”. O substantivo “juízo” é polissêmico e possui mais de uma acepção lexical. Tanto pode significar um processo mental consistente do ato de julgar, quanto o órgão do poder judiciário onde o juiz ou o tribunal exercem suas atribuições. Nessa última acepção, juízo seria a Vara, o Tribunal, a Câmara, a Turma, onde atuam órgãos colegiados, mas também o juiz de direito, o desembargador, o ministro, os quais são encarnados por uma pessoa humana.
Sendo o órgão jurisdicional encarnado por uma pessoa humana e tendo essa pessoa extravasado os lindes do poder jurisdicional inerentes à função que deveria exercer, quem praticou o excesso não foi o “juízo”, mas a pessoa que encarnava o “juízo”. O Juízo, na acepção de Vara, Tribunal, Câmara, Turma, órgão colegiado, não comete crime, não vende sentença, assim como a pessoa jurídica também não. Quem comete são as pessoas humanas que encarnam os órgãos jurisdicionais ou representam as pessoas jurídicas.
Portanto, sem sentido o seu comentário, e proibir a imprensa de divulgar o nome do faltoso constitui, sim, censura odiosa e incompatível com os cânones da democracia republicana.
(a) Sérgio Niemeyer
Advogado – Mestre em Direito pela USP – sergioniemeyer@adv.oabsp.org.br

Tenho fé

Observador.. (Economista)

Que os servidores do Poder Judiciário, entenderão que o povo não aceita mais que nenhum daqueles que devem prestar contas ao contribuinte, pairem acima do bem e do mal.
Se não estou enganado, a eminente Ministra Carmem Lúcia colocou o contribuinte acima de tudo, como deve ser:
" Carmen Lúcia quebra protocolo e cumprimenta ‘Sua Excelência , o Povo’ "
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/brasil/carmen-lucia-quebra-protocolo-cumprimenta-sua-excelencia-o-povo-frente-de-temer-em-discurso-20096240#ixzz4QC4ga5SI

O povo espera que cada um cumpra o seu dever.

citação Juiz

ponderado (Funcionário público)

No meu entender está correta a decisão porque a bem da verdade quem decide é o juízo..

Nada anormal

Professor Edson (Professor)

Lembro de um HC do Ministro Marco Aurélio, que proibiu a polícia e o MP de investigar um juiz acusado de pedofilia, corporativismo e venda de sentenças fazem parte do nosso judiciário desde à época que Palmeiras era apenas um oásis botânico.

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