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Comentários de leitores

37 comentários

Desfaçatez...

Flávio Marques (Advogado Autônomo)

...desse tRIBUNALZINHO!!! É o máximo da arrogância as ditas "autoridades" (para quem? para os capachos que gostam de ficar sob a sola de um sapato!) ainda cultivarem essa mentalidade tacanha do "elevador privativo". Interessante que, se "eles" quiserem, poderão utilizar-se do elevador social; mas o contrário não é verdadeiro! Pena que a pífia OAB não tomará (e NUNCA tomará) nenhuma medida enérgica... quem dera poder vislumbrar um greve geral da advocacia, deixando parado todos os processos! Enquanto isso (nunca!) acontece, que seja aprovada o mais rápido possível a PEC que responsabiliza por crime de abuso de autoridade esses pequenos-GRANDES ditadores que pensam (outros têm certeza!) ser a coisa pública o quintal da sua casa!!!

Mentira tem perna curta...

Ricardo Mac (Outro)

Só quero deixar claro que é um absurdo ter que ler notícias embasadas em fatos sem fundo de verdade neste site conceituado. Nessa notícia não constou o que realmente aconteceu, que esse advogado agiu com arrogância diante dos procedimentos de segurança da respectiva Casa, e esses procedimentos não existem por nada, servem para garantir a segurança das pessoas que lá adentram bem como servidores e magistrados, tendo em vista os fatos ocorridos anteriormente em outros orgãos.
Na abordagem QUE NÃO OCORREU DE FORMA TRUCULENTA, esta tudo gravado nos mínimos detalhes no sistema de monitoramento do TRT2, o mesmo foi abordado educadamente por agentes de segurança do TRT2 em um procedimento padrão, SUA CARTEIRA DA ORDEM POR FAVOR, pois o mesmo apenas falou que era advogado, esse procedimento não é novidade no TRT2 e todos que já foram na sede do TRT2 conhecem, só que esse advogado se sentiu constrangido diante deste procedimento BÁSICO de segurança e no final não quis se identificar, quero deixar claro que em nenhum momento houve excesso por parte dos agentes e para confirmar, como já citei anteriormente, existem as respectivas filmagens e testemunhas que observaram o EXCESSO desse infeliz advogado que xingou com palavras de baixo calão os respectivos agentes na sede do tribunal e também fez ameaça aos mesmos quando saiu da delegacia da Federal.
Não tenho necessidade de mentir, toda notícia ou informação tem que se basear em fatos reais, o Brasil já esta cansado de inverdades, e Deus só existe um.

E mais: a OAB...

Eduardo. Adv. (Advogado Autônomo)

Em casos envolvendo supostos "professores" e manifestações paredistas, deveria cuidar da parte hipossuficiente: a criança e o adolescente: Principalmente agora em que aulas deixam de ser ministradas sob o argumento de "ocupação" pacífica de escolas por "estudantes".
Aulas deixam de ser ministradas, crianças e adolescentes deixam de receber prestação do Estado e, todavia, "professores" continuam recebendo salários, auferindo tempo de serviço para fins de aposentadoria especial, licenças-prêmio...
A OAB, quando chamada a intervir em questões envolvendo a Educação, deve buscar o interesse dos reais prejudicados: as crianças e dos adolescentes em idade escolar afetados pelas greves e ocupações... Primordialmente agora, em que o STF autorizou o desconto de salários em caso de greve de servidores públicos e as tais "ocupações de alunos" proliferam sem afetar os maiores beneficiados: os "professores" que deixam de trabalhar.

Também não vejo nada errado quando...

Eduardo. Adv. (Advogado Autônomo)

A Polícia Militar (esta expressamente prevista no art. 144 da CF/88, ao contrário da Polícia do Renan e das Polícias de Tribunais) age para coibir abusos de supostos "professores" (que escolheram a profissão sabendo das dificuldades e do salário do edital) que sonegam aulas para crianças e adolescentes com o pretexto de "protestar" (sempre sextas-feiras, afinal é mais fácil emendar) em vias importantes das metrópoles brasileiras.
É que "spray de pimenta" nos olhos dos outros é refresco.

Pois é.

Leopoldo Luz (Advogado Autônomo - Civil)

Defendendo o agente público sem saber ao menos o que aconteceu....

Nada de errado

Serpico Viscardi (Professor)

Tempestade em copo d'Água.

Todos os dias, centenas de advogados frequentam tribunais normalmente, por todo o Brasil, sem problemas, sem discussões, sem prisões. No TRT em questão não é diferente.

No caso específico, advogado folgado descumpriu normas, entrou em área não autorizada e xingou seguranças. Pagou pela arrogância. Mereceu ser preso. Que sirva de lição para que não mais aconteça.

Sedes do Poder Judiciario são locais sensíveis e merecem segurança reforçada!

O mais grave. A OAB em vez de investigar o caso para punir o advogado infrator, vai acompanhar para dar apoio ao causídico. Em outras palavras, apoia a irregularidade. E depois se fala que o sistema disciplinar dos juízes é frouxo. O dos advogados então, é inexistente!

Aliás, até outro dia José Dirceu mantinha sua OAB intacta!

Pois é.

Bellbird (Funcionário público)

Defendendo a advogada sem saber ao menos o que aconteceu. Será que estão todos errados e só ela certa? O mundo contra a advogada? Se onde você toca dói, observe que a dor por se no dedo. Ele querer abrir uma nova ocorrência por abuso sendo que o ato dela nem foi julgado.
Final das contas. Vai ficar por isso mesmo.

Nova República

BASILIO (Advogado Sócio de Escritório)

É a Nova República, onde até guarda noturno tem porte de arma e se acha autoridade.

Com a palavra os responsáveis pelas autorizações manifestamente descabidas.

Ou será que........

DPF Falcão - apos (Delegado de Polícia Federal)

Eduardo. Adv. (Advogado Autônomo)

Perfeito!
Em 2016, a "Monarquia" brasileira segue inabalável.
E a plebe? Ora, ora...

Quer ser "Polícia Federal"?

Eduardo. Adv. (Advogado Autônomo)

Eis a faceta da "Polícia do Renan" adaptada para o Judicíario.
Estampam em sua camisas, tal como a "Guarda do Renan", "Polícia Federal" em letras garrafais e... "judiciário" (ou do Senado) escrito bem pequenininho...
O incidente foi no TRT, mas chega a ser cômico ter o "Prédio do Lalau" cheio de guardas patrimoniais metidos a polícia.
Aliás, esta suposta "polícia" sequer está prevista no art. 144 da CF.

Documento foi feito para ser apresentado,mas sem exageros(1)

Sérgio Niemeyer (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

Quem se sente ofendido por ter de apresentar um documento de identidade ou quem se sente ofendido quando alguém lhe mostra um documento de identificação pessoal deve procurar urgentemente um bom profissional terapeuta para tratar essa patologia que se chama de baixa autoestima. Tem cura. Mas precisa reconhecer estar enfermo e desejar curar-se.
De um lado, concordo que documento foi feito para ser apresentado. E exatamente em função disso que, no caso dos advogados, a OAB os mune com um documento de identidade profissional, o qual deve ser apresentado sempre que requerido. Não há nada de ofensivo nisso.
Porém, prender e algemar alguém só porque se recusou a apresentar um documento de identidade, principalmente sendo uma pessoa idosa, que por natureza não apresenta vigor físico capaz de pôr em risco a segurança de quem quer que seja, ainda mais quando abordado por seguranças mais jovens e com maior vigor físico e em maior número (contingente pessoal), só porque usou o elevador que discrimina juiz dos demais mortais, convenha-se, constitui um enorme exagero.
Isso porque ninguém pode sofrer discriminação de qualquer natureza (CF, art. 5º, caput); ninguém é obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei (CF, art. 5º, II), e ninguém será preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e fundamentada de autoridade judiciária competente, salvo nos casos de transgressão militar ou crime propriamente militar, definidos em lei (CF, art. 5º, LXI). E se é verdade que “não há crime sem lei anterior que o defina” (CF, art. 5º, XXXIX), então, de duas uma: (continua)...

Documento foi feito para ser apresentado,mas sem exageros(2)

Sérgio Niemeyer (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

2(continuação)... ou há crime definido em lei, que diga que usar o elevador destinado com exclusividade para autoridades judiciárias é crime, ou ninguém pode ser preso por usar o elevador destinado com exclusividade para autoridades judiciárias. E se não é crime tal conduta, algemar e prender alguém que nela haja incorrido, isto sim corporifica o crime de abuso de poder descrito no art. 350 do Código Penal.
Por outro lado, é um exagero (falácia da generalização apressada, ou do exagero mesmo) afirmar que “Juízes são alvo potencial de criminosos inconformados com suas decisões e há exemplos de ataques ocorridos neste mesmo ano de 2016 e na mesma cidade de São Paulo”.
Primeiro, quantos foram esses ataques a que o comentarista Praetor se refere, ocorridos no ano de 2016? Essa informação é importante para avaliar se o número de ocorrências justifica as medidas de prevenção adotadas ou se esta não se afiguram desproporcionais, porquanto há outras soluções tão ou mais eficazes cuja adoção não implica discriminação entre as pessoas. A esse respeito, devo dizer que conheço vários juízes que andam anonimamente, sozinhos e com toda segurança, de metrô, em São Paulo, e até desembargadores que vão a estádios de futebol com seus filhos, sem nunca terem tido qualquer problema.
Segundo, tal afirmação rotula (no que incide na falácia do rótulo odioso) de criminosos todos os inconformados com decisões judiciais, o que constitui outro exagero. Posso até concordar que pessoas criminosas (já condenadas por sentença penal transitada em julgado), bem como outras, não criminosas, alimentem a ideia de cometerem atentado contra o juiz que decidiu contrariamente aos interesses delas. (continua)...

Documento foi feito para ser apresentado,mas sem exageros(3)

Sérgio Niemeyer (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

3(continuação)... Mas em qualquer caso, trate-se de um criminoso ou de uma pessoa não-criminosa, da ideia ao ato vai uma distância abissal.
Terceiro, se é verdade que os juízes podem ser (um estado em potência abstrata, e não em ato concreto, como sugere a afirmação do comentarista) alvo de atenados, atos estes sim, criminosos, por parte de pessoas inconformadas que perdem o controle em razão de alguma decisão proferida pelo juiz contrária a seus interesses, não menos verdadeiro é que muito mais do que os juízes, os advogados têm sido alvo de ações criminosas dessa natureza, inclusive por parte de seus próprios clientes, mas via de regra, praticados pela parte contrária, que transfere sua raiva pela derrota sofrida para o advogado da parte vencedora.
Aliás, a esse respeito, uma pergunta não quer calar: quantos foram os atentados sofridos por juízes nos últimos 20 anos, e destes, quantos resultaram em lesão corporal grave ou morte do juiz, no Brasil? De todos esses casos, quantos foram elucidados e culminaram com a punição do autor do fato, e quantos ficaram sem solução? Por outro lado, quantos foram, no mesmo período, os atentados contra advogados, e destes, quantos resultaram lesão corporal grave ou morte do advogado? E finalmente, desses casos, quantos foram elucidados e culminaram com a punição do autor do fato, e quantos ficaram sem solução?
Quem quer que seja capaz de responder com honestidade intelectual a essas perguntas perceberá que vivemos num país de estamentos censitários. Aposto que o número de atentados contra juízes não chega à vigésima parte dos ataques contra advogados, e se se considerar a questão sob a perspectiva do êxito do atentado, essa proporção cairá para algo abaixo da quinquagésima parte. (continua)...

Documento foi feito para ser apresentado,mas sem exageros(4)

Sérgio Niemeyer (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

4(continuação)... E aposto também, no que concerne à apuração e punição do responsável, ter havido 100 de êxito quanto aos atentados contra juízes, ao passo que a elucidação e punição dos responsáveis por atentado contra advogado entra na estatística tupiniquim de menos de 20% de resultado positivo.
Isso basta para dar a tônica da discussão.
Os juízes sempre tentam justificar-se e buscar apoio da sociedade para suas pretensões, que oneram a sociedade de algum modo, com argumentos que só valem para eles, mas que não valem para as demais pessoas, sejam advogados ou qualquer outra de qualquer profissão ou até sem profissão.

(a) Sérgio Niemeyer
Advogado – Mestre em Direito pela USP – sergioniemeyer@adv.oabsp.org.br

Foro Nossa Senhora do Ó

ageu holanda (Advogado Autônomo - Civil)

Alguém conseguiria me informar onde está a OAB/SP? Ah! acho que está preocupada em processar advogados, para isso, mantendo um enorme número de funcionários à custa das mensalidades cobradas dos respectivos advogados.
Quem já foi no Foro da Freguesia do Ó sabe da colossal escadaria de ascesso. Sabe quem pode usar os elevadores? Resposta: unicamente os servidores públicos (Juízes, Promotores, Escreventes, Atendentes e etc..). E olhe que são servidores, imaginem se fossem o contrário. Deus nos livre.
Socorro OAB/SP e OAB/Freguesia do Ó.

Abuso de autoridade

Xarpanga (Advogado Autônomo - Civil)

É por essas e outras que a lei de abuso de autoridade precisa ser revista.
Se a nova lei tivesse em vigor os agentes de segurança e o presidente do Tribunal seriam responsabilizados e punidos de forma exemplar.

Magistratura está criando um regime de apartheid

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Por outro lado, o caso envolvendo o Advogado citado na reportagem é mais um entre milhares de outros atos que indicam a criação de um regime de apartheid em terras brasilis. E regime de segregação, como mostra a história, redunda em violência até ser extinto. É fácil de se compreender. Veja-se que durante a criminosa Ditadura Militar no Brasil os covardes que dominaram a República nessa época blindaram os juízes a fim de que o Judiciário pudesse acobertar os crimes praticados por agentes estatais na época. Milhares de assassinatos, estupros, torturas e outros crimes gravíssimos foram convenientemente esquecidos devido à atuação de bandidos que vestiam a toga na época, em uma relação de mutualismo. Os juízes protegiam o regime dos militares. E os militarem protegiam o regime dos juízes. A Ditadura acabou mas o poderio do Judiciário ficou. Assim, como se sabe o Poder Judiciário é na verdade um mundo dentro do Brasil. Juízes legislam, acobertam-se, saqueiam o Erário (vide os dados sobre pagamentos de subsídios acima do teto) sem que o cidadão comum nada possa fazer. Nessa linha, toda e qualquer mudança só poderá ser realizada com a atuação da advocacia, pois que muito embora no Brasil juízes são escolhidos pelos próprios juízes, os advogados são escolhidos pelo cidadão comum. Com isso, para manter o status quo, a lógica a magistratura é atacar de todas as formas a advocacia, pois somente através dessa classe de profissionais que mudanças virão tendo em vista que os demais vivem em regime de mutualismo. Lembremos, por exemplo, que o impeachment de Dilma foi obra de advogados. A magistratura brasileira tudo fará para desrespeitar a lei e querer estar acima da classe dos advogados, e quanto mais esse movimento crescer, maior prejuízo ao povo.

Equívoco

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

As considerações do Prætor (Outros) estão equivocadas. Em verdade, felizmente nós não temos no Brasil ataques a magistrados pelo teor de suas decisões, muito embora caso o cidadão comum brasileiro tivesse um pouco mais de consciência e responsabilidade com a coisa pública atritos diversos ocorreriam diante das decisões PARCIAIS e DESFUNDAMENTADAS do Judiciário, uma das maiores malezas que assolam esta República na época atual. Os números não mentem. O último magistrado assassinado no Brasil foi a juíza Patrícia, no Rio de Janeiro. Conforme já demonstrado, os responsáveis pelo inaceitável crime tinham uma rixa antiga com a Magistrada, ocorrida quando de um jogo da seleção brasileira no Maracanã no fim da década de 1980. Apesar da inimizade capital, o parcial Judiciário brasileiro permitiu que a Juíza atuasse no caso envolvendo seu desafeto, o que redundou numa reação criminosa gerando como resultado o assassinato. Para o autor do delito, como de qualquer forma iria apodrecer na cadeia devido à sentença parcial que seria proferida pela magistrada, não fez diferença por qual crime seria condenado à prisão por 30 anos. Talvez outra seria a situação se a magistratura brasileira fosse imparcial, e propiciasse àquele acusado o direito a um julgamento também por um juiz imparcial. Por outro lado, os outros casos de assassinatos contra juízes nos últimos anos seguem a mesma linha. Entre os últimos juízes mortos há um que foi morto a mando de outro juiz, além de casos de acerto de contas interno. A bem da verdade, a magistratura brasileira precisa encontrar seu caminho, e deixar de ser parcial. Hoje, temos um cenário de tranquilidade e não violência, que poderá se alterar com os anos na medida em que o povo adquirir maior consciência.

Vergonha

Servidor Público Federal (Serventuário)

Esse tipo de advogado é uma vergonha para a categoria. Não respeitam ninguém. Acham que estão acima da lei. Bem como se recusam a se identificar apresentando a OAB. O pior de tudo é o corporativismo do Presidente da OAB. Outro infeliz que devia dar exemplo.

Nada a ver com segurança

ALEXANDRE BRUM ()

Acredito que o despreparo de seguranças é um fato do Brasil, especialmente se analisarmos a ausência total de treinamento para percepção de situações de complexidade, que acaba fazendo com que adquiram vícios de conduta, ou seja, se habituem a serem grosseiros e mal-educados com o público em geral e cada vez mais estressados e infelizes em seu local de trabalho, a ponto de sequer querem abrir uma porta de acesso para um advogado ao início do expediente. E, advogado com pilha de processos nos braços, aguardando ansiosamente a abertura dos portões dessa verdadeira fortalezas medievais em que se transformam, dia a dia, "nossos" prédios públicos em diversos setores do governo....

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