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Por Sérgio Rodas

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Atuação internacional

Escritório Nelson Wilians vai cuidar de acordos entre Panamá e Brasil

O escritório Nelson Wilians e Advogados Associados vai atuar na implementação de acordos entre o Brasil e o Panamá. A parceria com a embaixada do Panamá acaba de ser fechada para esse fim. Pelo acordo, o escritório deverá emitir parecer acerca de propostas, programas, cooperações e empreendimentos, em favor da República do Panamá.

A banca será responsável por apoiar, no nível técnico e consultivo, a aplicação da legislação adequada aos casos envolvendo os dois países. Além disso, a firma deverá prestar consultoria jurídica, administrativa e técnico especializada para todos os projetos de interesse do Panamá no Brasil.

Segundo Leandro Daroit, sócio do Nelson Wilians, o Panamá quer atrair empresas brasileiras para instalar suas bases de operação no país, para de lá importar e exportar produtos para as mais diversas regiões do mundo, já que o país tem conexão com os oceanos Atlântico e Pacífico, ferrovias e ampla estrutura aeroportuária.

“Podemos apoiar empresas brasileiras para que exportem e importem produtos através do Canal do Panamá”, explica. “Se devidamente estruturada, uma empresa no Panamá permite que os empreendedores possam legitimamente conduzir negócios internacionais isentos de tributação.”

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Revista Consultor Jurídico, 4 de novembro de 2016, 13h37

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Panamá

O IDEÓLOGO (Outros)

"A principal fonte de recursos do Panamá está associada às operações realizadas no Canal do Panamá, cujo controle total passou ao Panamá em 1999. O Produto Interno Bruto é de 24.711 bilhões de dólares (2009), equivalentes a 7.155 dólares per capita.
A fortemente dolarizada economia do Panamá apóia-se num bem desenvolvido setor de serviços, que responde por 3/4 do Produto Interno Bruto. Os serviços estão associados à operação do Canal do Panamá, e também ao setor bancário e à zona de livre comércio de Colón, além do aluguel da bandeira panamenha para registro de navios.
O Panamá é hoje o país mais internacionalizado da América Latina, segundo o Índice de Globalização das Nações Unidas. Adota o dólar como moeda corrente, o inglês é falado nas ruas e tem gente de todo o mundo chegando e partindo de seus portos, rodovias e aeroportos" (FONTE WIKIPÉDIA).

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