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Prerrogativa questionada

Ao STF, Sergio Moro afirma desconhecer grampo determinado por ele em escritório

Comentários de leitores

20 comentários

Escusas?

Gian Roso (Estudante de Direito)

Sergio Moro cometeu um crime ao divulgar os áudios.
Espero que essas "respeitosas escusas" não sejam suficientes e que ele seja julgado com o mesmo rigor que julga.

Seja democrático e publique

afixa (Administrador)

Alguém pode me indicar outro site jurídico? Ler conjur é quase como ler Carta Capital.
Quanto ao texto. O que o Exmo Sr Dr Juiz Moro fez, foi cumprir as formalidade de todas as correspondências jurídicas.
Só a imprensa (desprovida de conhecimento técnico) acha que isso é pedir desculpas.
Se não fosse trágico seria cômico.

Ao STF....

hrb (Advogado Autônomo)

Como já ouvi dias atrás, no Brasil em vez de cassarmos bandidos (como tem feito Sérgio Moro) cassamos juízes. É a balbúrdia que os radicais adoram quando se vêem em acuados pela Justiça....

No Estado Democrático de Direito

MichaelES (Advogado Assalariado - Consumidor)

Essencial defendermos Ordem Democrática e a consequente higidez das Instituições.
Por mais elevado que seja o objetivo, como operador do direito considero inadmissível e repudio a inobservância das determinações legais e regulamentares na persecução penal, praticada por qualquer um de seus atores.
Com base em acontecimentos recentes de nossa história, muitos brasileiros precipitadamente dirão que “os fins justificam os meios”. Porém, sabemos ser diferente no Estado Democrático de Direito.

O que é melhor?

Ricardo Picinin (Advogado Autônomo - Comercial)

A Lei de Gerson deveria ser banida pelos advogados.
Muitos procurando ajeitar-se financeiramente, vendem a honra por um preço vil. Esquecem o juramento que fizeram após o curso de Direito. Acho que deveriam lê-lo de vez em quando, para ver se impregnam em sua consciência.
Por isso a classe, é tão desvalorizada.

Pobre país rico!

Valentin (Advogado Sócio de Escritório - Internacional)

Só “Mortandela” entende de Direito, de Política, de Jornalismo. Juiz claudicou já que não determina grampo, mas AUTORIZA (em não sendo “juiz de Instrução”, como na Itália) – além de não informar formal e legalmente ao investigado que estava sendo...INVESTIGADO. Tudo conforme legislação e normas de Direito gestadas única e especificamente para envolvidos na Operação Lava Jato.

Leitura Míope

Lucas Hildebrand (Advogado Sócio de Escritório)

Estou decepcionado com a cobertura do Conjur sobre a Lava Jato. Só reverbera a visão dos advogados de defesa. Quem leu as informações de Moro vê claramente um tom respeitoso, mas em nenhum momento submisso. Moro chega mesmo a apontar contradições na decisão de Teori, pois este levantou o sigilo da interceptação que envolveu Delcídio do Amaral. Quanto à manchete, mais uma interpretação forçada: Moro afirmou que a parte interessada ainda não reclamou de eventual extensão do grampo ao escritório de Teixeira, e o Conjur indica que tal afirmação é falsa, pois já teria sido ele oficiado pela OAB. Ora, Moro disse a verdade: a parte interessada ainda não tomou providências nos autos, preferindo, como parece ser a principal estratégia de defesa, fazer alarde pela mídia. Conjur, gostaria de alguma reportagem falando sobre a gravidade de um ex-Presidente estar ameaçando o Poder Judiciário em seu próprio interesse, para evitar o seu justo e legítimo julgamento.

Texto desonesto

MCorradi (Advogado Assalariado - Civil)

A desonestidade começa quando o autores do texto colocam o esclarecimento apresentado por Moro, que foi solicitado pelo STF, como sendo pedido de desculpas.
Percebe-se que os Autores não conhecem bulhufas de linguagem jurídica e saem por aí espalhando que Sergio Moro pediu desculpas ao STF.
Meus caros, tenham um pouco de sensatez, em peças jurídicas nos pedimos "escusas", "data venia" até mesmo quando estamos brigando.

Ilicitude é roubar o país acintosamente

Mário Duarte (Delegado de Polícia Estadual)

O juiz Sérgio Moro, demonstra sua integridade e disciplina ao se colocar perante a suprema corte para avaliação dos seus atos, apesar de entender ser um contra senso, haja vista, o Brasil ter sido assaltado por Lula e seu bando, estes sim devem curvar-se perante o STF e a sociedade brasileira, cansada de tanta corrupção e desmandos, se desejar o bem do Brasil, o fim da corrupção, é ser coxinha, seremos sempre coxinha, pois entenderemos que este adjetivo passará a ser sinônimo de honestidade.

JU2

Antonio Carlos Kersting Roque (Professor Universitário - Administrativa)

Perderam.
Já passava da hora de botar os ladrões da República na cadeia.
Lula, Aecio, FHC, Dilma e companhia, têm contas a ajustar com a sociedade.
Não é uma questão de coxinhas e petralhas, mas, de ladrões e gente de bem.
Perderam.
Felizmente.

Parte 1

Ang (Funcionário público)

Data Venia, a argumentação do juiz de que se a presidente de forma enfática apregoou que se tratava de uma conversa desprovida de traços de ilicitude e assim sendo não haveria porque a gravação do papo ter sido dirigida ao STF é mais frágil do que a palavra frágil em si. Apostar nessa linha de entendimento beira o limite do cinismo e ausência de seriedade por parte do magistrado, senão vejamos.
A reclamação da presidente Dilma não vai no sentido de que em sua gravação inexistem ilicitudes e por isso não deveria ser enviada ao STF, mas sim rebater a justificativa franzina do juiz de que o “interesse público é maior do que os seus direitos de sigilo da presidente do país”. Lado outro, questiona-se: qual interesse público exatamente se refere o magistrado? O tal interesse protegido e supostamente resguardado por empresas de direito privado geralmente aglomeradas e referidas como ‘mídia’?
Segundo, pedir desculpas apesar de ser considerado um ato nobre do reconhecimento de possível cometimento de equívocos é válido para, como dito, equívocos. Em se tratando de ato o qual notadamente afronta as prerrogativas funcionais tendo em vista a repetida argumentação do magistrado pela via “no meu entendimento é assim e não assado” revelando não se tratar de deslizes, mas sim convicção plena e soberana, desconhece-se a possibilidade de simples perdão no caso da não observância ciente dos seus deveres basilares os quais são amplamente conhecidos pela maioria dos servidores. Com exceção é claro de recém-empossados com pouco tempo de serviço. O que, ao que tudo indica, não é o caso.

Parte 2 (continuação)

Ang (Funcionário público)

Terceiro, o Conjur indica que o magistrado estava plenamente ciente da realização de escutas as quais foram questionadas pela OAB. O fato de o escritório não reclamar diretamente ao juízo não implica que ele desconheça a indignação dos advogados afetados por tal medida. Ora, se usa hodiernamente da mídia como ferramenta de legitimação dos seus atos praticados, proferindo inclusive discursos nesse tom, leia-se “é importante o apoio da opinião pública em casos envolvendo agentes poderosos”, de certo a reivindicação do órgão chegou até os seus ouvidos por esse meio. Ou a mídia possui apenas a função de lhe informar o que ele quer?
Trocando em miúdos, estando ciente da insatisfação causada por suas autorizações independentemente da fonte da qual tomou ciência do ocorrido e (pasmem!), ao mesmo tempo faltar com transparência ao STF arriscando-se afirmar em missiva que não tinha conhecimento dessas reclamações, escancara que há algo não muito franco em suas palavras de “juiz verdadeiramente arrependido”. É que mesmo que o pedido do ministro se trate de um requerimento formal solicitando explicações, não me parece ter entendido o juiz de primeira instância que os juízes dos juízes não estão de brincadeira quando dão indiretas sobre o modo como as coisas vêm ocorrendo. É a chance de o juiz cessar com suas convicções absolutas e ultra monocromáticas para não pôr tudo a perder. Há dinheiro público financiando a Lava Jato e todas as outras investigações e não seria nada saudável aos cofres públicos ver tudo por água abaixo à essa altura do campeonato. Serenidade é a palavra-chave aqui e juizite o caminho a ser evitado. Que sejam imediatamente colocados nos trilhos aqueles que se aventurarem a ferir mesmo que de raspão a Constituição Federal.

Nenhum ilícito

Fernando José Gonçalves (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

O juiz decide segundo a sua própria convicção e se submete apenas a "fundamentação" das decisões que profere. Havendo fundamentação justificada não há que se falar em pleito correcional perante o CNJ. Ademais Ricardo Teixeira também é investigado, portanto não se trata de violação de sigilo profissional de advogado. Já o fone pesquisado pelo MPF, via Internet, que se apresentava como sendo da empresa LILS, do 'malaco' Lula , seu "cliente", é que estava indevidamente em "uso" pelo "advogado", aliás como tudo o que envolve esse misterioso personagem (LULA). Seria bom que ele apresentasse certidão de casamento "autenticada" porque, de repente, até a sua mulher na verdade pode ser de algum amigo do peito.

Quando o CNJ julgará Sérgio Moro?

ju2 (Funcionário público)

Vai acabar em pizza? Moro comete crime e fica por isso mesmo? Os coxinhas não entendem nada de Direito, de Política, de Jornalismo... Que raça mais estúpida...

E "nóis" só lewando wsky...

Alfredo Leôncio Dias Neto - Barbosa Ferraz-Pr (Advogado Assalariado - Criminal)

Esse excesso de legalismo deveria de ceder ao princípio de que o interesse público se sobrepõe ao privado. Vale dizer: você não me viu cometendo homicídio porque não poderia estar me espiando dentro de minha casa.

Novo Snowden

vladimiru (Engenheiro)

O Brasil precisa de um novo Snowden para rebater as novas artimanhas da NSA para destruir a participação do país no elenco do BRICS que tem uma politica contraria ao dólar.

Cinismo

Contrariado (Auditor Fiscal)

Sergio Moro extrapolou suas prerrogativas, cometeu crime, deve ser punido. Gostem ou não, a lei deve ser para todos. Seu pedido de desculpas deveria ser dirigido às vítimas de suas arbitrariedades, mais que ao STF. Percebe-se com clareza que as ações deste juiz são claramente políticas e visam pessoas, não fatos.

Buraco negro do STF

Péricles (Bacharel)

Sem duvida alguma, se o processo do Lula for efetivamente avocado ao STF, esqueçam!!! Vai ficar no buraco negro do STF, onde a pauta das sessões plenarias é definida exclusivamente pelo Presidente Lewandowsky. Veja o caso que algum ministro do STF acabou de desenterrar, depois de mais de 14 anos, envolvendo José Serra e outros ex-Ministros do governo FHC. É esse tratamento que o PT quer!

Coação a favor do crime....

Pek Cop (Outros)

Que absurdo....só aqui no Brasil mesmo, estão coagindo o Juíz Moro por causa de regras jurídicas,só porque ele esta promovendo uma limpa e tem muita gente envolvida inclusive o judiciário e o ministério público segundo informações!!!!!

Erro na correcao

Paulo Euclides Marques (Advogado Autônomo - Administrativa)

Oh produção! 30/2 não existe no nosso calendário!

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