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Comentários de leitores

10 comentários

Correção : o "mercado judicial" ... Delação premiada .

Luiz Pereira Neto - OAB.RJ 37.843 (Advogado Autônomo - Empresarial)

Perdoem , somente , o erro de digitação .

Ao "mercado judicial" é anterior à delação promiada

Luiz Pereira Neto - OAB.RJ 37.843 (Advogado Autônomo - Empresarial)

Curto e Rasteiro : O "Mercado Judicial" existe , há muito tempo nos bastidores dos gabinetes , e , ainda hoje , mais do que ontem, etc... , muito antes do Inatacável Advento das Delações Premiadas Enquanto estas visam , apenas , o supremo benefício da Sociedade Brasileira , o outro cuida , tão somente dos escusos interesses de Infiéis-Corrompidos Magistrados .

Absurdo

Rubens Cesar Bruch (Advogado Autônomo - Criminal)

É deveras preocupante quando um juíz de direito se pronuncia desta forma subjetiva, não tendo o bom senso em respeitar seus pares. Sua mensagem é subliminar e tendenciosa, ao querer comparar um negociador de automóveis com uma autoridade do judiciário. Senhor juíz, negociador de automóveis qualquer malandro pode ser, não há necessidade de formação em curso superior ou maiores qualificações, é só saber mentir e ocultar certos problemas sobre o produto, no caso o veículo, porém para ser um promotor, um juíz de direito, quero crer que em regra não pode ser qualquer malandro negociador, que seja enrolador, mentiroso ou sem qualificações em conhecimentos que abrangem o mundo jurídico.

Curioso essa repulsa pela delação premiada...

Gabriel da Silva Merlin (Advogado Autônomo)

A lava jato é o exemplo claro que a delação premiada é um instituto muito importante para se desvendar esquemas criminoso e, em especial, aqueles do colarinho branco onde normalmente são utilizadas vários operações extremamente sofisticadas para tentar dificultar o máximo possível a investigação.

Se não fossem as delações premiadas provavelmente a lava jato não teria chegado nem em 30% do que já apurou, eu só não sei se é por isto que alguns tanto criticam a delação premiada.

Degradaçao da critica doutrinaria!

Paulo A. S. (Outros)

Triste ver um JUIZ fazer uma referencia dessas ao Instituto da Delação Premiada!

Fico sem palavras!

Espero que ele nao atue em vara criminal.

A Delação tem dupla importância: inventivar o arrependimento do réu e auxiliae na invesrigaçao e soluçao do crime.

Fazer Justiça!

Muito triste essa posiçao critica sem fundamento na realidade social e juridica!!

Delação premiada

O IDEÓLOGO (Cartorário)

Ainda que o instituto da "Delação Premiada" seja detentor de inconvenientes, o interesse da sociedade na punição do desviante supera o interesse deste no "status libertatis".
O predomínio do interesse do criminoso sobre o interesse social não pode orientar as ações estatais, atrofiando a segurança coletiva.

no mercado do crime poucos falam

daniel (Outros - Administrativa)

Mercado do crime precisa de medidas inovadoras como a colaboração premiada.
Erra-se menos com confissão premiada do que com a condenação.
Mas, muitos querem apenas processo mais demorado para receberem mais...
mas, antes a impunidade era maior, logo o benefício socialcompensa eventuais dissabores de alguns poucos bandidos

Mercado livre

Rivadávia Rosa (Advogado Autônomo)

Mercado do crime, mercado da colaboração ‘premiada’.
Imperiosa necessidade nos tempos de expansão dos mercados, sobretudo ilícitos, sobretudo da corrupção pública desenfreada.

No “mercado crime” – as organizações criminosas, é de se lembrar – seguem rigorosamente as leis do mercado, cujas vantagens comparativas são possibilitadas pelo próprio Estado, por sua desestruturação produtiva, carga tributária extorsiva, baixos níveis de segurança física e jurídica, deficiências do sistema legal – repressivo, penal e tributário e, obviamente impõe suas próprias regras e aparato de segurança “eficiente”, no mercado ilícito.
Enfim, a esse poder patológico – o Estado para enfrentá-lo deve seguir rigorosamente a Constituição e as leis, enquanto insidiosamente é repristinada a velha “Lei de Talião".

Lá vomo cá.

Radar (Bacharel)

Futuramente, vários livros serão publicados, inclusive postumamente, com a negativa de muitos crimes e a alusão de que, numa época de caça às bruxas do nosso direito, muitos confessaram até crimes que não cometeram e implicaram até quem nada devia, só para agradar o julgador e assim evitar penas desmesuradas, em julgamentos açodados, que mais pareciam linchamentos.

Como nos EUA, onde muitos confessam até crimes que não cometeram, por medo da pena de morte ou perpétua, em julgamentos e condenações baseadas, muitas vezes, em estereótipos e provas forjadas.

e antes era o mercado da mentira e da impunidade

daniel (Outros - Administrativa)

mas, antes a impunidade era maior, logo o benefício socialcompensa eventuais dissabores de alguns poucos bandidos

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