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Decisões em capítulos

Veja como Sergio Moro condenou 67
réus nas 17 sentenças da "lava jato"

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Comentários de leitores

8 comentários

Prêmio

mauroviz (Advogado Sócio de Escritório - Empresarial)

Vejam a filha dele foi nomeada Desembargadora no TJRJ parabéns

Ocultação do âmago...

Carlos Bevilacqua (Advogado Autônomo)

Pode-se dizer que esse conceito se aplica também aos membros de um governo que desejam manter algo fora do alcance do público. Um exemplo disso é o desejo de manter escondidas as verdadeiras razões pelas quais foram autorizadas, sem o referendum do congresso, aplicações de recursos originários do BNDES, com a devida garantia do erário público, destinadas a execução de grandes obras públicas no exterior - que por direito e prioridade deveriam ser realizadas no Brasil, tais como hidrelétricas, aeroportos, anéis rodoviários, barragens, portos e metrôs, entre outras. É estranho que tais favores tenham contemplado as mesmas empreiteiras envolvidas na "lava jato". Os valores envolvidos superam em muito o que foi apurado até agora no "mensalão" e no "petrolão". Já é tempo de investigar a respeito.

Agora é com o TRF 4ª Região

ocj (Advogado Autônomo - Trabalhista)

Está passando da hora do TRF 4 começar a julgar os recursos da malandragem. Condenados em 2º grau, cadeia neles !

O âmago da questão foi esquecido...

J.Koffler - Cientista Jurídico-Social (Professor)

Sempre me causou estranheza o 'modus operandi' dos doutos causídicos defensores da larga e multivariada lista de 'personalidades' que, com o produto dos seus butins, podem contratar as mais custosas bancas ao seu dispor, cujos honrosos membros estão dispostos a criar indizíveis e mirabolantes argumentos em favor dos seus famosos clientes.
Mas, pera lá, e a ética onde foi parar? Claro que a ampla defesa e o contraditório (Art. 5º, LV, CF) são direitos constitucionais inamovíveis, mas, de aí a servir-se de subterfúgios para ludibriar o processo e direcioná-lo em favor dos seus afamados clientes (coisa que não ocorreria se o indigitado fosse um reles coitado), há um largo espaço de moralidade.
Não lhes parece que há algo de muito errado nesse imbróglio jurídico? Sinceramente, nunca consegui entender (transcorridas décadas a fio de intenso estudo do causo) essa 'jogada de mestre'. Quem pode, paga e se safa com as procrastinações a peso de ouro. Quem não pode, se dana. Simples assim, mesmo que os crimes em tela sejam os mesmos ou semelhantes. Muda apenas a cara (e o bolso) do freguês.
Veja-se o exemplo bizarro e emblemático mais recente: publicamente e sob os atentos holofotes da imprensa nacional e internacional, cogitou-se abrir um ministério(!) para ser ocupado por Lula - mentor de toda essa catástrofe que assola a nação desde 2003 -, a fim de 'blindá-lo' para não ser preso, pois que remeteria seu eventual julgamento ao STF onde, sabidamente, possui ampla defesa. Isto é crime, senhores e senhoras! Premeditado!
Mas a certeza da impunidade desses senhores os tornou displicentes e despreocupados, um verdadeiro desafio à compreensão!

O âmago da questão foi esquecido...

J.Koffler - Cientista Jurídico-Social (Professor)

Sempre me causou estranheza o 'modus operandi' dos doutos causídicos defensores da larga e multivariada lista de 'personalidades' que, com o produto dos seus butins, podem contratar as mais custosas bancas ao seu dispor, cujos honrosos membros estão dispostos a criar indizíveis e mirabolantes argumentos em favor dos seus famosos clientes.
Mas, pera lá, e a ética onde foi parar? Claro que a ampla defesa e o contraditório (Art. 5º, LV, CF) são direitos constitucionais inamovíveis, mas, de aí a servir-se de subterfúgios para ludibriar o processo e direcioná-lo em favor dos seus afamados clientes (coisa que não ocorreria se o indigitado fosse um reles coitado), há um largo espaço de moralidade.
Não lhes parece que há algo de muito errado nesse imbróglio jurídico? Sinceramente, nunca consegui entender (transcorridas décadas a fio de intenso estudo do causo) essa 'jogada de mestre'. Quem pode, paga e se safa com as procrastinações a peso de ouro. Quem não pode, se dana. Simples assim, mesmo que os crimes em tela sejam os mesmos ou semelhantes. Muda apenas a cara (e o bolso) do freguês.
Veja-se o exemplo bizarro e emblemático mais recente: publicamente e sob os atentos holofotes da imprensa nacional e internacional, cogitou-se abrir um ministério(!) para ser ocupado por Lula - mentor de toda essa catástrofe que assola a nação desde 2003 -, a fim de 'blindá-lo' para não ser preso, pois que remeteria seu eventual julgamento ao STF onde, sabidamente, possui ampla defesa. Isto é crime, senhores e senhoras! Premeditado!
Mas a certeza da impunidade desses senhores os tornou displicentes e despreocupados, um verdadeiro desafio à compreensão!

Falta o molusco

DrCar (Advogado Autônomo - Civil)

Precisa aplicar uma dessas de 40 anos para o Molusco, cumprimento de ponta a ponta em regime fechado.
O cara é escroto mesmo, ainda quer pousar de "vítima" e a imprensa falada e televisiva, dá trela a este energumeno.

Freio

Rivadávia Rosa (Advogado Autônomo)

Sentenças bem fundamentadas – que pode não desmontar a corrupção sistêmica que se implantou no País, mas certamente ocasionará certo temor, tremor e terror no crime organizado que saqueou os cofres públicos, em níveis ‘nunca vistos’ no âmbito civilizado e em tempo de paz.
Parabéns à sua excelência - doutor SERGIO FERNANDO MORO, pela celeridade, rapidez e competência.

Veja Bem

Professor Edson (Professor)

Enquanto nossos “especialistas” criticam em massa a lava jato, nos grandes centros noticiários do mundo só exaltam a lava jato, e deixam claro que um país dominado pelo crime e impunidade começa a mudar, talvez isso explica a nula credibilidade dos nossos letrados "especialistas” no exterior.

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