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Presunção de inocência em concurso público se submete a interesse coletivo

Comentários de leitores

4 comentários

E os políticos que ocupam cargos públicos?

Luiz.Fernando (Advogado Autônomo - Consumidor)

Engraçada a decisão, pois no Congresso Nacional boa parte dos parlamentares responde algum tipo de processo-crime e estão na vanguarda do controle do país, sem qualquer objeção judicial.
Isso sem dizer nos diversos cargos públicos Brasil afora.
Mais uma vez, o Judiciário só se mostra eficiente quando julgam cidadãos comuns.
Brasil realmente é um país peculiar...

Quem contrataria ?

Fernando José Gonçalves (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

Ao defender esse tremendo "cara de pau", há que se indagar com absoluta honestidade, porém, mais importante ainda, há que se responder com total isenção: Quem de vós contrataria a "persona non grata" da matéria para ser seu funcionário ? Ninguém ? Nem levando um exemplar da C.F. (com fita de anotação vincada no art. 5º e incisos) debaixo do braço ?
Simples assim, data venia.

Reserve a vaga...

Jose Carlos Garcia (Advogado Autônomo)

Até posso concordar com a decisão, desde que se reserve vaga ao candidato para, ao final, caso reste absolvido, lhe seja assegurado o direito de tomar posse no cargo para o qual encontra-se habilitado.

Formula mágica para anular a vigência da lei e da Constituiç

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Precisamos acabar no Brasil com esse mi-mi-mi chamado "não é absoluto", que vem se tornando o alçapão para que qualquer um negue livremente princípio constitucionais consagrados. A lei e a Constituição diz uma coisa, aí vem o intérprete e diz que "não é absoluto", e assim a lei e a Carta Maior podem ser livremente violados. Basta proferir as palavras mágicas: "não é absoluto".

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