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Comentários de leitores

6 comentários

Dizer que...

preocupante (Delegado de Polícia Estadual)

Dizer que esse PL ofende a Constituição Federal é, no mínimo, cinismo. Pelo contrário, ele visa justamente defender o texto constitucional, e mais do que isso, proteger o dinheiro público da sanha gananciosa e abusiva dos magistrados, membros do ministério público e políticos em geral, os quais, sob o pretexto de estarem apenas recebendo valores que não se incorporam a seus subsídios, não há ilegalidade no fato de muitos deles perceberem mensalmente somas que ultrapassam R$ 200, 000,00. Constituindo um verdadeiro assalto aos recursos do Estado, que em ultima análise pertence a toda sociedade brasileira, e não a alguns grupos que se acham melhores e com mais direitos do que os demais.
Por esses e outros motivos que o povo não têm qualquer credibilidade nesses órgãos e agentes do Estado.

Vergonha de ser brasileiro

João Advogado (Advogado Autônomo)

"proposta retira direitos devidos a trabalhadores de todos os poderes."
COMO É?????
Não, eminências, retira apenas PRIVILÉGIOS de ALGUNS trabalhadores, em prol da MORALIDADE no trato da coisa pública.
Deem o exemplo. R$ 33 mil tá de bom tamanho. Basta lembrar que muita gente sobrevive com R$ 880,00 por mês.

Constituição só vale para eles.

Vladimir de Amorim silveira (Advogado Autônomo - Criminal)

A mesma constituição que o STF rasgou um dia poderá ser rasgada contra qualquer pessoa ou classe.

O teto está sendo respeitado

MARK1 (Outro)

O teto do funcionalismo público está sendo respeitado. Sempre foi. O pessoal olha o holerite do servidor e por ele estar recebendo acima do teto acha que há ilegalidade ao passo que na realidade tratam-se de verbas indenizatorias. Por exemplo, eu no ano de 2015 inteiro não consegui tirar férias, foi indeferida por absoluta necessidade de serviço. O que acontece então? O governo tem que me pagar essas férias na forma de indenização, em dinheiro, e se houver disponibilidade financeira. Então, por eu ter recebido em determinado mês os proventos acrescidos da verba indenizatória (pelas minhas férias terem sido indeferidas), quem olha de fora, acha que há violação da lei. Ledo engano. O mesmo acontece para quem adquire licença premio e não usufrui. O governo vai ter que indenizar já que o servidor não usufruiu. Tem servidor que entra às 9h00 da manhã, com 30 minutos de almoço e só sai do serviço às 19hs ou até mesmo às 20hs. Trabalham aos finais de semana e feriados para tentar amenizar o acumulo de serviço, ainda que não fosse obrigado para tanto. Faz banco de horas. Essas horas acumulam e muitas vezes fica por isso mesmo. Sequer são indenizadas essas horas extras. Parece utópico isso, mas não é. Fui advogado e também criticava (porque eu não conhecia essa realidade). Hoje sou servidor público e meu pensamento e visão mudou por completo.
Existe carência de pessoal, acúmulo de serviço. Assim como há muitas licenças, inclusive sem remuneração, há muitas exonerações, servidores se aposentam, morrem, etc. Não há reposições na mesma velocidade. Isso demanda necessidade de pessoal no serviço público. O sistema é burocrático e o país é contencioso. Parece que tudo só se resolve "no pau".

Estão com medo de perder a teta...

Gabriel da Silva Merlin (Advogado Autônomo)

Aqui em SC o salário médio dos desembargadores chega a R$ 50.000,00, eles recebem indenização de férias, indenização da licença prêmio, auxilio moradia e vários outras vantagens.

Como a Ministra Carmem Lúcia disse uma vez, o teto constitucional só existe para aqueles que são a referencia para o teto (no caso, os Ministros do STF).

Corporativismo pura

Ricardo Cubas (Advogado Autônomo - Administrativa)

É impressionante, mas, simplesmente, todas as corporações mais poderosas do setor público se unem para que não seja, nunca, regulamentado o teto remuneratório da administração.
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São grupos como este que não desejam moralizar uma questão tão importante como essa. Para eles nem o céu é o limite.
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E olha que estamos em plena crise fiscal, com arrecadação decrescente mês a mês.

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