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Medida necessária

Condução coercitiva de Lula foi legal e visou segurança de todos, diz MPF

Comentários de leitores

9 comentários

Mais um tiro no pé, da defesa

Fernando José Gonçalves (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

Alegaram possíveis confrontos entre militantes e povo, diante de uma nova convocação do ex-presidente e daí, quando não se marca nada e a condução é coercitiva a grita vem a reboque. MAIS UM VERDADEIRO TIRO NO PÉ.

Balelas.

Radar (Bacharel)

Na faculdade, aprendemos que juiz e promotor se manifestam nos autos. Rematada mentira! Agora, vemos toda e qualquer instituição falando o tempo todo, até pelos cotovelos. E sequer disfarçam suas posições ideológicas, contaminantes de suas atuações jurídicas.

Como uma instituição tão comprometida com sua missão existencial, que é derrubar a Dilma, prender o Lula e extinguir o PT, poderá doravante, manifestar-se nos autos com imparcialidade?

Muitos membros da PF e MP envolvidos em investigações, possuem páginas no facebook conclamando à "jihad", a manifestação 'monstro' de 13 de março, na qual sairão às ruas vestidos com camisas amarelas da CBF, sic, dispostos a impor, no grito, o que chamam de vontade da população, seja lá que diabos for isso ou, subsidiariamente, espancar o primeiro esquerdista que passar a sua frente. Qual a atuação do MP para moralizar isso? E se a montanha parir um rato?

Uma vez criminalizada a divergência, só a História se incumbirá de desvelar a esquizofrenia que vivemos hoje.

Falou tudo, Álvaro Jr.

Cléveston Lapa (Bancário)

Concordo em tudo com suas singelas e sensatas palavras.

Violência da interpretação.

MoniqueRodrigues (Psicólogo)

Diante dessa matéria, e sem qualquer propriedade sobre termos jurídicos. Só me restaram dúvidas. Se houveram 116 mais mandados de condução coercitiva, como tal instrumento só veio a público agora? Nem sabia da existência disso. Se habeas Curpus foi para TJSP, o MPF não deveria fazer uma intimação de seu órgão e só diante de recusa dessa intimação expedir tal mandado? Se alguém puder não inflamado por anseios pessoais esclarecer em termos jurídicos o motivo de tantas opiniões diversas, agradeceria.

Moro será ministro do Aécio

Vladimir de Amorim silveira (Advogado Autônomo - Criminal)

Tudo mundo sabe que se o Aécio ganhar a eleição presidencial o juiz Sérgio moro será nomeado ministro do STF.

Um erro não justifica o outro

Afranio Silva Jardim (Professor)

Se houve 116 conduções coercitivas de indiciados não intimados previamente, houve então 116 erros, tenha ou não havido reclamações da opinião pública. Com a previsão legal de o indiciado ter o direito de ficar calado, não mais cabe condução coercitiva de investigado, indiciado ou acusado. Por outro lado, não se pode justificar um erro jurídico sob a alegação que ele é menos gravoso do que outra medida coercitiva que não cabe, por isso, não decretado judicialmente. Afranio Silva Jardim, Professor Associado da UERJ, mestre e livre-docente em Direito Proc.Penal.

Nota do MPF não trata do fundamental

Erasmo Neto (Funcionário público)

Interessante perceber que a nota divulgada pela Força Tarefa do MPF traz consigo argumentos tais quais (a) já foram expedidos diversos outros mandados de condução coercitiva e ninguém se insurgiu contra estes, somente contra o do Lula; (b) a condução coercitiva é jurisprudencialmente prevista antes da formação do processo penal, ainda na fase investigatória; (c) o próprio Lula já suscitou que sua presença em depoimento agendado seria prejudicial à ordem pública, etc.

Entretanto, faltou falar do mais importante: onde está o embasamento legal e jurisprudencial que permita se conduzir coercitivamente alguém que não se negou a prestar depoimento, seja na condição de investigado, seja na condição de testemunha, conforme previsto no CPP? Digo-vos: NÃO HÁ.

E o MPF bem como o juiz Sérgio Moro bem o sabem.

Espero ....

Palpiteiro da web (Investigador)

Espero que algum dia mensalão, pretrolão rime com condenação, prisão, punição. Rima pobre para um povo rico em esperança.

Cortina de fumaça e nada além disso.

alvarojr (Advogado Autônomo - Consumidor)

As palavras do próprio depoente no mencionado writ constituem inequívoca recusa em depor. Se os seus asseclas o enxergam como uma divindade acima do bem e do mal, isso não vincula o restante da coletividade, tampouco o MPF e o Judiciário.
Para essa gente, os agentes da PF cumpriram a sua função com o objetivo de "desmantelar conquistas sociais".
Ora, que se apeguem ao jus sperniandi mas não contem com a cumplicidade da esmagadora maioria da população, a qual comparecerá em massa e de forma espontânea (ao contrário das manifestações dos asseclas do depoente) às manifestações do dia 13/03.
Álvaro Paulino César Júnior
OAB/MG 123.168

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