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Fome do Leão

Receita Federal garante crédito de
R$ 125 bilhões em autuações em 2015

Comentários de leitores

5 comentários

Inimigo do povo

Sérgio Niemeyer (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

Em tempos de crise econômica é um “salve-se quem puder” e o povo e a Fazenda Pública tornam-se inimigos viscerais. Aquela usando todos os meios para oprimir este, escravizando as pessoas para delas tirar tudo o que puder, toda a dignidade, rebaixando o indivíduo e reduzindo-o a nada. O indivíduo tenta superar a crise lutando com as lânguidas forças que possui para subsistir e, assim, garantir sua finita longevidade pela máxima extensão possível, com a certeza de que a Fazenda Pública, o Estado, a Administração Pública (cuja longevidade tende à perenidade) nada farão para facilitar-lhe tal labuta, mas antes, tudo farão para atrapalhá-lo e prejudicá-lo sob os mais diversos pretextos, mesmo tendo sido o Estado o responsável pela crise econômica que aflige a todos os indivíduos. Em síntese, nós somos sempre os culpados de tudo, o para-raios ou pau de Exu dos erros do Estado e seus membros.
(a) Sérgio Niemeyer
Advogado – Mestre em Direito pela USP – sergioniemeyer@adv.oabsp.org.br

Não é a AGU quem arrecada?

Ernani Neto (Administrador)

Uhé, mas outro dia eu li que quem arrecadava mais recursos para os cofres publicos era a PGFN/AGU, como é isso afinal, alguém pode esclarece melhor ???
http://www.conjur.com.br/2015-jul-11/pgfn-defende-reajuste-alegando-arrecadou-2064-bi-2014

Recebeu?

Luiz Aquino (Economista)

Entre autuar e receber existe uma distância mais longa que da Terra ao Plutão. Eventualmente, se for devido, daqui uns 20 anos entra no caixa.

Despropósito!

Júlio Candal (Advogado Autônomo - Civil)

Um despropósito o simples fato de se estabelecer "meta" para autuações da Receita, como que a incentivar e estimular o agente público a aplicar sanções pecuniárias contra o contribuinte! Em primeiro lugar, porque revela verdadeira sanha arrecadatória; em segundo, porque infração tributária é ilícito eventual e aleatório, e que, como tal, não pode ser objeto de quantificação prévia, por último, porque, como todos sabemos, havendo eventuais excessos (para cumprir meta) o contribuinte é que terá pela frente a sempre árdua tafefa de "desconstituir" o princípio da presunção da legitimidade, da legalidade e da veracidade que norteia os atos da Administração.

Aind assim...

Igor JP (Outros)

Matéria esclarecedora, a medida que o ano de 2015 ficou marcado, nesse assunto, como o ano em que a AGU foi ao congresso pleitear salário de magistrado sob o argumento, entre outros, de ser a maior responsável pela arrecadação de tributos federais. A matéria dá a César o que é de César.

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