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Sítio e triplex

Lula pede que STF pare investigações até ser definida a competência de acusação

Comentários de leitores

5 comentários

A alma mais honesta...

Eududu (Advogado Autônomo)

Só sei que a alma mais honesta na história deste país faz de tudo para não ter que falar sobre o sítio e o tríplex.

Mas eu sei que é tudo intriga da mídia, dos Marinho e das elites reacionárias instaladas na PF, MP e Judiciário. Lula é desprendido de bens materiais, o Mujica do Brasil, embora tenha no seu instituto 27 milhões de reais pagos por palestras que ninguém sabe, ninguém viu. Também tem muitos amigos empreiteiros, ricos e altruístas. Por isso o sítio é emprestado, o tríplex era emprestado, as reformas foram mimos dos amigos, os imóveis onde os filhos moram são emprestados, os aviões em que voava eram emprestados... se bobear, os seus advogados foram emprestados também. Qual é o problema?

Só queria ter amigos assim, tô precisando de uma casinha. Pode ser emprestada, não ligo.

Cadê a merenda que estava aqui?

Radar (Bacharel)

Todo cidadão tem o direito de se utilizar dos meios legais disponíveis para exercer sua defesa. O direito de resistir à persecução estatal, ainda que extrajudicial, é inalienável. Quanto ao judiciário, bem se vê o comprometimento dele, em punir apenas uma banda do espectro político, encaminando a outra parte à indiferença e à prescrição. São os pedidos de vistas intermináveis, os processos esquecidos em gavetas, os oficios guardados "em pasta errada", os trensalões minimizados, as compras de votos sublimadas, assinaturas suspeitas de revistas, conluios para vazamentos seletivos, ministro do STF dando chiliquinho direitista e por aí vai. É claro que, o Lula ou qualquer outro cidadão, se cometeu crimes, se submeterá ao processo justo, mas tem, sim, direito de usar de todos os meios legais disponíveis para resistir a julgamentos açodados e politicamente interessados, bem como aos linchamentos políticos.

Já o triplex dos Marinhos, em Paraty, está todo documentado

ju2 (Funcionário público)

Exclusivo: João Roberto Marinho divide endereço com agropecuária da mansão. Fim de papo

Acabou o mistério da mansão em Parati.

Ela pertencia de fato ao casal Paula Marinho e Alexandre Chiapetta de Azevedo, que se separou em outubro do ano passado, conforme está registrado no Diário Oficial do Judiciário fluminense de 8 de outubro do ano passado. Tenho a imagem e não a publico por respeito pessoal, embora esteja na internet.

O despacho, como todos os casos de Direito de Família, deveria omitir nomes, mas como aconteceu com aquela decisão do Dr. Moro, saiu com as iniciais em cima e, no conteúdo, os nomes completos de ambos, inclusive o fato de que Paula deixa de se assinar Azevedo e volta a ser apenas Marinho.

Não haveria o menor interesse nisso, se todos os envolvidos no caso da mansão em Parati não se encontrassem no mesmo apartamento 601, do Edificio Quaruna, na Rua Bulhões de Carvalho, 296, entre Copacabana e Ipanema.

É lá que funcionam – ou funcionavam – a Agropecuária Veine Patrimonial Ltda, a “representação” da Vaincre LLC, Alexandre Chiappetta de Azevedo, Paula Marinho e seu pai, o próprio João Roberto Marinho, que “notificou” este blog dizendo que “a casa em questão e as empresas citadas na matéria não pertencem, direta ou indiretamente, ao notificante ou a qualquer um dos demais integrantes da família Marinho.”
(Continua aqui, com um monte de documentos comprovando: http://www.conversaafiada.com.br/brasil/brito-prega-prego-no-caixao-do-marinho)

O hábito da impunidade

Juarez Araujo Pavão (Delegado de Polícia Federal)

No Brasil o hábito da impunidade é histórico, desde o tempo da chegada da Coroa Portuguesa no País, onde não havia bilateralidade na relação dos senhores de engenho e escravos. A unicidade patronal era absoluta, assim sendo, os patrões não erravam, e se errassem, não eram punidos, por causa do poder e do dinheiro possuíam. É assustador que em pleno século XXI, ainda queiram impor à sociedade e às instituições democráticas as práticas daquela época, já banidas pela evolução dos direitos humanos. A prova isso, é que o ex-presidente lula vive um conflito entre o poder e a lei, porque ele não aceita o império da lei por ter sido presidente da república e líder do partido que está no poder. Contudo, felizmente, temos um Judiciário ativo e comprometido com a democracia.

Com medo de explicar sobre os pedalinhos?

Gabriel da Silva Merlin (Advogado Autônomo)

Por acaso isso é medo de explicar para o Ministério Público porque o sitio que o molusco diz não ser dele tinha 2 pedalinhos com os nomes dos seus netos?

Será que ele também ganhou esses pedalinhos de um "amigo" e resolveu guarda no sitio de um outro "amigo"? Eita homem de sorte esse molusco cercado de vários ótimos amigos que dão tudo para ele, mas com certeza isso é amizade verdadeira e não tem nada haver com o fato de o molusco ter sido presidente da república.

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