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O papel do vice-presidente durante o processo de impeachment

Comentários de leitores

6 comentários

Muito bom

gilberto1951 (Jornalista)

Em primeiro é único lugar precisamos respeitar a Constituição e ponto. Se ela diz que o vice não pode fazer ele não pode fazer e ponto. Assim sendo os autores, a meu ver, não sugerem que o vice continuasse com o programa 'de desgoverno' da presidente eleita mas ressaltam a importância da obediência à nossa Carta Maior, caso contrário é melhor rasgá-la de vez.
Ou alguém aqui acredita que, nos 180 dias do afastamento o vice Temer, ou fosse lá quem fosse iria conseguir tirar o país da situação apregoada?
O líder de cunha na Câmara é suspeito de envolvimento em assassinato, sabemos lá em que nível pode ser até o assassino e seis dos seus ministros são investigados pela Lava Jato. Por que eles podem e o Lula não pode pela mesma situação?
Imaginemos, apenas imaginemos, que a presidente seja reconduzida ao cargo, durante ou logo após os 180 dias, o que não pode ser descartado enquanto o processo não se conclui, o que ela terá que fazer para recolocar no lugar aquilo que seu vice não deveria mexer até por ser parte do governo eleito.
Ou respeitamos a Constituição ou mandamos mesmo, de vez, 'a vaca da democracia pro brejo'.

Ah tá!

Paulo Cesar Flaminio (Advogado Autônomo)

Nunca vi tanta besteira.

Acefalia político-administrativa

Gustavo Mantovan Silva (Funcionário público)

Ou o autor sugere que o vice continue com o programa de (des)governo, baseado na irresponsabilidade fiscal que mergulhou o país numa crise quase insolucionável, ou está defendo a tese da acefalia político administrativa?

Ah, sim... isso deve ser uma armadilha para depois pedir o impeachment do vice por omissão inconstitucional.

Dilma é que mudou o programa de seu governo depois de eleita... ou vão dizer que ela já falava em ajuste fiscal na campanha eleitoral? R$200 bi de déficit já não são urgentes bastante para se começarmos um governo? Que tal se aguardássemos mais 180 dias pra fazer alguma coisa???

Lamento que José Afonso da Silva tenha sido mal compreendido pelos articulistas...

Michel Temer foi eleito democraticamente para ser o pária, atributo implícito à figura do vice em períodos de crise institucional, sobretudo em caso de afastamento da titular, tendo ele a missão ingrata de arcar com todo ônus deixado por Dilma, para que depois os outros desfrutem do bônus, inclusive ela, caso volte.

Por essas e outras: É Golpe!

Bruno César Cunha (Advogado Assalariado - Civil)

Um vice que negocia cargos para chegar ao poder e um STF omisso ante tais institucionalidades.
Muito bom os argumentos trazidos no texto, bela doutrina.

Vaca indo pro brejo

acsgomes (Outros)

"A partir dessas duas premissas, conclui-se que, durante o afastamento do presidente, o vice assume precariamente, com o fim de substituição, podendo, apenas, tomar medidas de urgência, sem alterações na ordem vigente e no programa de governo do presidente eleito."

E se as medidas de urgência implicarem justamente nas alterações na ordem vigente e no programa de governo do presidente eleito? Afinal de contas, o programa atual da Presidente Dilma estava levando a economia para o brejo. O que os autores do texto sugerem que o vice faça? Deixar a economia ir definitivamente para o brejo?

então quer

afixa (Administrador)

Que o vice deveria ter mantido Os ministros do Pt? Mas o vice não foi eleito junto da impchada? Sugiro o estudo do que seja Cargo em comissão e função de confiança.Alguns juristas vivem em um mundo paralelo.

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