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Pena reduzida

Tráfico privilegiado de entorpecentes não tem natureza hedionda

Comentários de leitores

6 comentários

Dó da população

Servidor estadual (Delegado de Polícia Estadual)

Como comentaram estamos muito bem para ser a Suíça. Será que o STF não vê o que está acontecendo na fronteira? Pois bem, será que alguém entregaria R$ 500.000,00 em maconha a pessoa que não integrasse a sua organização? Será que 45% dos presos por tráfico justifica a morte de 60.000 pessoas por ano? Li em aqui no CONJUR citações sobre o direito penal do inimigo, e cheguei a conclusão que o inimigo somos nós cidadãos. Se estou no Rio não posso ir à praia, tem arrastão, se estou em São Paulo não posso ir ao shopping tem rolezinho, se estou em mato Grosso do Sul não posso tomar tereré tem corrida do celular, se estou em Porto Alegre não posso tomar chimarrão tem o passa, se estou na Bahia não posso descer da Cidade Alta para a Baixa tem o passa. Se me tranco em casa eles arrebentam o portão de elevação ou invadem o condomínio. Assim nos manter todos em casa já com os bens disponíveis para não vitimizar mais uma vez esses pobres infelizes, vitimas da sociedade que o iluminismo resgatou das sombras.

Quem quer apostar ?

Francisco Lobo da Costa Ruiz - advocacia criminal (Advogado Autônomo - Criminal)

Quando o STF decidiu, COM DIVERGÊNCIAS, que a execução da pena poderia ser iniciada após decisão condenatória de segundo grau, a grande maioria dos juízes ordenou a prisão de vários condenados que ainda não ostentavam em seu desfavor o trânsito em julgado. Foi um delírio !
Quero ver, agora, com a decisão comentada acima, se os juízes do direito penal do inimigo irão "respeitar" o novo entendimento do STF ?
Duvido !!!
Quem aposta ?

Normal

Professor Edson (Professor)

Judiciário conivente com o crime é isso mesmo, parabéns a ministra.

Coerente.

Rogério Aro. (Advogado Sócio de Escritório - Criminal)

Faz todo sentido.

772 quilos de maconha!

Oficial da PMESP (Oficial da Polícia Militar)

O extenso e empolado palavrório dos ministros em nenhum momento cita a dimensão do material entorpecente apreendido. Limita-se, como sempre, apenas aos devaneios garantistas. A planejada omissão de que se tratava de 772 quilos de maconha é um verdadeiro escracho contra as forças policiais que vivem sendo recebidas a tiros de fuzis por traficantes em todo o país. Depois de serem libertos, adivinhem o que farão novamente esses coitadinhos?

Ai ai...

Heleno Jr. (Serventuário)

Segue o STF agindo como se fosse a Suprema Corte da Suiça. Como se o tráfico de drogas não fosse um câncer a destruir o país. Passando a mão na cabeça de traficantes que, no caso concreto, foram presos transportados mais de 700 quilos de entorpecente. Parece piada.

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