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Lost in translation

Excesso de ações no STF já foi interpretado como erro de tradução, conta Fux

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Comentários de leitores

5 comentários

Erro grave

Renilson Guimarães (Policial Militar)

Por isso é importante que as decisões sejam fundadas em segunda instância, ou seja nós TJs.

STF e STJ são para casos específicos

Olha quem fala

Gustavo Cezario (Serventuário)

Me espanta que essa reclamação tenha partido do Ministro Luiz Fux. Ele reclama da demora no julgamento pelo STF, mas não tem nenhum constrangimento e escolher casuisticamente processos para "sentar em cima", impedindo que sejam apreciados pelo plenário. Como aquele em que deferiu liminarmente auxílio moradia para todos os magistrados do Brasil, ainda que tenham casa própria na comarca onde trabalham.
Nem mesmo tendo assento na comissão que elaborou o novo CPC, dispondo sobre o julgamento em ordem cronológica, honra com essa previsão legal.
Ou seja, não é reclamação é demagogia. Façam o que digo, não faça o que faço.

Jabuticabas

Prætor (Outros)

A Suprema Corte dos EUA tem 8 membros (hoje) e vem o sujeito e pede para que o STF tenha 100! Em suma: apenas panfletagem para manter a litigância irrefreada que existe hoje no Brasil.
Solução: não conceder Justiça Gratuita a quem pode pagar; investir em mediação; cobrar as agências reguladoras para que trabalhem; aplicar as penas da litigância de má-fé.

E a desembargadora....

Pek Cop (Outros)

A filha do fux foi nomeada para o cargo de desembargadora sem competência passando por cima de outros com maior tempo e capacidade e isso não foi revisto????

Partilha do poder

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Ao contrário do que disse o Ministro, NÃO EXISTE excesso de processos no Supremo, assim como não existe excesso de usuários no SUS, ou excesso de aposentados no INSS. O que existe de fato é falta de estrutura na Corte, causada pela mentalidade concentradora de quem está no poder. O Supremo Tribunal Federal deveria ter hoje ao menos 100 julgadores. Dada a vaidade excessiva de seus ministros, que querem ser 1 entre 11, e não 1 entre 100, insiste-se em manter um número diminuto de julgadores, sem nenhum benefício ao povo brasileiro. É que o excesso de trabalho acaba sendo desculpa para encher os gabinetes de assessores, e no final das contas gasta-se muito, e há pouco proveito para o povo. Vale dizer que as estatísticas e estudos sobre o tema mostram de forma clara que nós cidadãos brasileiros pagamos muito pela Justiça, muito mais do que em países civilizados, mas os recursos são notoriamente mal administrados, optando-se por pagar vencimentos exorbitantes a alguns e deixar boa parte dos profissionais de fora, como dito sem nenhum benefício real ao povo. O que importa, de fato, são apenas os interesses de quem está no poder.

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