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Comentários de leitores

6 comentários

Bom texto

O IDEÓLOGO (Cartorário)

O exemplo mais instigante do Estado endividado são os Estados Unidos da América. Entretanto, financiam a própria dívida com a utilização de recursos do restante do mundo.

Só faltou incluir a tredestinação dos recursos públicos

Raimund Francisco (Auditor Fiscal)

Realmente brilhante o texto, rico, conciso e certeiro na abordagem histórica do tributo como fonte de financiamento do Estado, inclusive quando, numa visão mais contemporânea, e interessante, equipara os empréstimos a uma espécie de arrecadação tributária antecipada... só faltou incluir aí também (mas permito-me fazê-lo por analogia) a maléfica e criminosa tredestinação de vultosas quantias de recursos públicos para o financiamento, não do Estado, mas dos próprios agentes políticos, que deveriam geri-lo como mandatários do povo, mas o fazem em nome e interesse próprios. Pobres de nós, que estamos a bordo do mencionado titanic...

Brilhante

Marina Isabel Queiroz (Advogado Autárquico)

Um texto rico em coesão, objetividade, conteúdo de qualidade e, principalmente, aprendizado sobre o tema.

O autor conseguiu abordar um tema complexo e extenso, em uma análise certeira, sem a pretensão de finalizar o assunto, mas sim em agregar e instigar nossa curiosidade para a realidade do Estado endividado e como ele afeta nossas vidas cotidianas.

Fantástico...

Chantagem à Alemanha...

Gabriel da Silva Merlin (Advogado Autônomo)

E sobre o Euro, a Alemanha (que possuía uma das moedas historicamente mais fortes, o Marco Alemão) obviamente não iria se desfazer da sua moeda para entrar no Euro sem que houvesse um "empurrãozinho". E esse "empurrãozinho" foi dado pela França, que chantageou a Alemanha a abandonar o Marco Alemão e aderir ao Euro e, em troca, a França não faria qualquer oposição à reunificação Alemã após o fim da Guerra Fria.

Confesso que não compreendi muito bem...

Gabriel da Silva Merlin (Advogado Autônomo)

A questão sobre o dito "capitalismo financeiro" e a sua relação com o endividamento dos Estados, porque o texto parece dar a entender que o "capitalismo financeiro" foi o responsável pela atual situação de enorme endividamento dos estados nacionais. Só que eu confesso que não compreendi muito bem o que é esse "capitalismo financeiro", e se isso seria bom ou ruim.

Agora sobre o endividamento dos Estados Nacionais, existem alguns pontos muito mais profundos (e relacionados com a área da economia) que devem ser analisados: (i) Criação do Banco Central, que serve basicamente para financiar o Governo; (ii) Adoração à teoria econômica formulada por Lord Keynes, que serviu como o pretexto que políticos precisavam para legitimar de uma vez por todas politicas fiscais expansionistas e; (iii) Fim da conversibilidade do dólar em ouro, e portanto o fim da última das "mordaças" que existiam e impediam que o Governo pudesse livremente se endividar ad infinitum.

Quer resolver o problema do endividamento? Simples, ao invés de induzir a culpa ao "capitalismo financeiro" proponha a extinção do Banco Central, mas o problema é que isso seria horrível para políticos populistas, porque se eles adotassem politicas expansionistas sem poupança prévia nem arrecadação haveriam: (i) shutdown do Governo em um futuro próximo ou; (ii) disparada da taxa de juros.

E sobre a União Europeia, ela nos moldes como existe hoje foi "cria" dos socialistas franceses (Valery Giscard d'Estaing Ginard, Jacques Delors e François Mitterrand), inclusive a introdução do Euro foi o meio pelo qual eles tentaram forçar a implementação do Império Europeu.

Fantástico

Ciro C. (Outros)

Melhor coluna do Conjur.

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