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CLT prevalece

Empregador não pode se basear no código de trânsito para demitir motorista, diz TST

Comentários de leitores

4 comentários

Especializada

O IDEÓLOGO (Outros)

A Especializada, com o objetivo de fazer justiça, desmobiliza e descapitaliza as empresas. Protege os trabalhadores de pouca produtividade, de forma excessiva, garantindo empregos de forma injusta. Vade retro Justiça do Trabalho!!!

Título equivocado

C.B.Morais (Advogado Autônomo)

A manchete da reportagem não é adequada ao texto. Não se tratou, pela descrição, de avaliar ou não a aplicação do Código de Trânsito, o que seria um absurdo. O que se buscou foi a demonstração de culpa ou não do motorista que não provou que não teve culpa. Ainha há tempo de alterar o título da reportagem.

Títulos de Matérias Erradas!

Juliana Cleto (Servidor)

Na verdade, não foi isso que decidiu o TST. Se o empregador tivesse comprovado que a culpa foi do motorista, poderia, sim, ter baseado a dispensa do empregado no CTB. Reveja seus títulos, ConJur. Ontem já foi uma vergonha o título que vocês deram à matéria do Dr. Sérgio Moro.
A propósito, foi feita perícia dos freios do ônibus? O TST reverteu a justa causa tão somente com base no relato do motorista da viação? Há muitos motoristas de ônibus que não freiam de forma brusca para não machucar os passageiros... e outra, ônibus demora muito para frear, ainda mais com as latas velhas do Rio de Janeiro!

Santo empregado !

Nivaldo Cesar (Administrador)

A exclusão do CTB, nos casos de acidente de transito em beneficio do trabalhador é mais um dos absurdos de nosso endeusado sistema judiciário.
Se o empregador não puder utilizar o CTB, utilizará o que nas sanções punitivas e educativas??
Os vários excessos cometidos por seus funcionários, que colocam a vida de varias pessoas em risco, ignorando leis que enraízam um minimo de transito seguro, passando em sinal vermelho, andando em excesso de velocidade, dirigindo embriagado, esses motorista chamados de profissionais pelo CTB, que deveriam zelar pelos não profissionais, poderão continuar suas barbarias, pois se antes dependiam de um histórico de sanções para serem dispensados por justa causa agora poderão ficar em paz, pois em caso de dispensa iram receber as suas verbas rescisórias, e ao carrasco empregador, o magnata do transporte, empresa rica, fica a responsabilidade objetiva de indenizar as vitimas e a suas famílias, custeando tudo o que esse nobre empregado fez até fechar as portas por conta dessas indenizações.

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