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Comentários de leitores

26 comentários

É mole?

Palpiteiro da web (Investigador)

No Brasil cadeia é só para o cidadão comum.
Os verdadeiros criminosos, bandidos estão lá em Brasília, soltos desfilando de terno e gravata, andando de jatinhos e carrões de luxo, tomando uísque no valor de 10 mil reais, posando em frente as câmeras dos principais noticiários como homens de boa fé e trabalhadores do povo.
E para dar um cala boca em toda falcatrua cometida, concederam, em meio a crise econômica, aumento generoso de 41% para a tchurminha do Judiciário. É mole?!
Tâmo é fu...

Rebeldes primitivos

O IDEÓLOGO (Cartorário)

Com a Constituição de 1988 foram enaltecidos os direitos em detrimento das obrigações.
Os "rebeldes primitivos", expressão emprestada do historiador marxista Erick Hobsbawm e adaptada ao contexto brasileiro, sufragados por intelectuais que abraçaram o pensamento do italiano "Luigi Ferrajoli, expresso na obra "Direito e Razão", passaram a atuar em "terrae brasilis" em agressão à ordem estabelecida, ofendendo os membros da comunidade.
Aqueles despossuídos de prata, ouro, títulos e educação especial, agredidos pelos rebeldes, passaram a preconizar a aplicação draconiana das normas penais, com sustentação no pensamento do germânico Gunther Jabobs, resumido no livro "Direito Penal do Inimigo". Acrescente-se, ainda, a aplicação das Teorias Econômicas Neoliberais no Brasil, sem qualquer meditação crítica, formando uma massa instável e violenta de perdedores, fato previsto pelo economista norte-americano, Edward Luttwak no livro denominado "Turbocapitalismo".
Diante desse "inferno social" o Estado punitivo se enfraqueceu. A situação atingiu nível tão elevado de instabilidade, que obrigou o STF em sua missão de interpretação da Constituição e de pacificação social, lançar às masmorras, de forma mais expedita, os criminosos. Diante do atrito entre o pensamento do intelectual, preocupado com questões abstratas, e a dura realidade enfrentada pelo povo, principal vítima dos rebeldes, a Democracia soçobra.

O que há de estranho?

rode (Outros)

Caluniar ainda é crime é um juiz não é deus para não ser vítima. Não são vocês (articulistas e comentaristas) que criticam juízes dizendo que querem ser deuses? E agora? Deve ser um deus impassível de ser vítima de crime?
E a reiteração de crimes pequenos acarreta isso mesmo. A operação é matemática!
Livre convencimento, por sua vez, não é opinião pessoal. Vamos nos ater ao senado técnico da expressão!
Só que aqui não querem ser racionais senão apenas ofender.

Complicado...

Gabriel da Silva Merlin (Advogado Autônomo)

Pelo visto só assim para ser preso no Brasil mesmo, chingando um juiz.

Não que o cidadão não tivesse errado, mas nós sabemos que essa condenação não se deu em razão dos fatos e provas mas sim pelo simples fato que a vítima era um magistrado.

Imposição da pena vs Tamanho da pena

Hans Zimmer (Assessor Técnico)

Quem leu a matéria no Estadão viu que o sujeito não apenas xingou o juiz de vagabundo e ladrão nas redes sociais, como ainda fez várias reclamações na Corregedoria, tudo isso porque inconformado com a derrota de sua tese, não apenas em primeiro grau, mas também em segundo, já que a sentença foi mantida.
Obviamente a prisão é exagerada, mas esse é um daqueles casos em que o réu não se ajuda. Mesmo depois de deflagrada a ação penal, continuou achincalhando o juiz. Corporativismo, se existente, talvez no tamanho da pena, mas não na condenação em si.

Corporativismo fascista!

Gilbert R L Florêncio (Assessor Técnico)

Decisão absurda. Mas o ponto é que não é apenas simples corporativismo, vai além, é um corporativismo que tangencia o fascismo, já que se baseia numa faceta autocrática e ditatorial do Judiciário que, neste caso (e em tantos outros de que se tem notícia), fez prevalecer o interesse do deus-juiz, vilipendiando, nitidamente, a dignidade daqueles que não se escondem atrás da toga para afirmarem sua personalidade.
E a Apamagis ainda insiste no tal livre convencimento do juiz. Ora, o que interessa é a resposta que o Direito, como sistema, apresenta para o caso e não o que o juiz pensa. Inclusive, o que ele pensa é problema dele e não da sociedade que o remunera.

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