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Acordos homologados por Moro definem repasse de R$ 300 mil ao MPF

Comentários de leitores

5 comentários

Absurdo

preocupante (Delegado de Polícia Estadual)

Essa conduta do MP mostra o quanto ele é patrimonialista e de tudo é capaz de fazer para arrecadar, seja lá de quem for.
Além disso, o deixa numa situação de suspeição, visto que, se há interesse do órgão em retirar recursos de supostos infratores para adicionar à sua receita, como pode ele agir de forma imparcial?

Mais uma ilegalidade

O IDEÓLOGO (Outros)

Como o Juiz Moro se eleva em nível superior à Carta Política de 1988, as ilegalidades se sucedem. Ele, realmente, é o suporte moral da Nação, mas não se pode afrontar as leis.

Virou feira

Zé Machado (Advogado Autônomo - Trabalhista)

Esse jeitinho brasileiro de se dar bem já contaminou toda a sociedade! Por isso que os empreiteiros sempre deitaram e rolaram, sempre contando com a impunidade.

Qual é ilegalidade?

LeandroRoth (Oficial de Justiça)

Qual artigo de qual lei esse repasse ao MPF viola?
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Ora, na Justiça Federal é muito comum estabelecer como condição do sursis comprar impressoras, computadores e até fragmentadores de papel para delegacias da Polícia Federal.
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Acho certo. Poupa dinheiro do contribuinte tirando-o daquele que rendeu ensejo à movimentação da custosa máquina de persecução penal. Qual o problema?
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Infelizmente tudo hoje é visto como ilegal e inconstitucional pelo lobby da indústria bilionária da advocacia criminal. Ilegais são as atividades seus clientes facínoras que vivem de parasitar a coisa pública.
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Entre espoliar o cidadão honesto com pesada carga tributária e fazer com que os criminosos paguem a conta do custo da repressão de seus ilícitos, não tenho muita dúvida.

Ilegalidade, mas alguém se importa?

Kaltss (Procurador Federal)

Acredito que destinar parte do valor recuperado aos órgãos de persecução penal (Polícia Federal e MPF) poderia ser uma pauta política importante se tivesse natureza de indenização pelos gastos com investigação. Ocorre que, no quadro jurídico atual, esse tipo de cláusula carece de legalidade e causa espanto que o MPF (suposto guardião da legalidade e do interesse público) tente impor essa posição "goela abaixo" na sociedade, na base da força.

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