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Batman virou tema de TCC e retrata o mote: os fins justificam os meios

Comentários de leitores

6 comentários

Filme

Observador.. (Economista)

Lendo certas coisas neste sítio e vendo realidades como a de uma menininha de 07 anos, na porta de um hospital, como uma mini-adulta cheia do sangue de sua mãe, que jaz no banco de um táxi carioca ainda com uma faca no pescoço , penso em um filme cujo nome talvez aponte onde anda o cuidado e a atenção do Estado e do sistema jurídico tupiniquim para com o cidadão - anônimo - cumpridor dos deveres e contribuinte:
Perdido em Marte

Frutos pecos

Ana Karenina (Outros)

No Brasil, a relação entre direito e literatura deu poucos (ou quase nenhum) frutos. Apenas algumas leituras sobrecodificadas (extremamente arbitrárias) de obras da literatura estrangeira e nacional. Enquanto isso, Dworkin espera que a relação direito e literatura floresça...até o Posner escreveu um livro nessa linha....até...e o livro é bom.... Juventude, uni-vos na leitura e anuncie o crepúsculo dos ídolos.

A tal monografia

Oiracis10 (Professor Universitário)

J. Silva: ao que li da coluna, o professor Streck fez um comentario generico sobre o tipo de monografia e temas. A coluna dos articulistas, ao que se pode perceber, não aborda com profundida a monografia. André e Alexandre ficam no superficial: falam da entrevista da monografista. Só que tem um detalhe: a monografia sequer estava concluida. Como os dois articulistas falam da monografia se só tinham a entrevista? Streck fala do tema; os dois já elogiam o mérito. Mas, afinal, como foi a monografia, no final? Existe algum link mostrando o conteúdo maravilhoso? Por qual motivo tanto alvoroço? Prefiro fical com a crítica do Professor Streck: o tema é resvaladiço. Merece muito cuidado. Talvez os articulistas tivessem que ter lido a monografia. O Brasil não conhece a tal monografia que faz tanto sucesso. Muito insenço para pouca coisa.

Mesmice...

Hans Zimmer (Assessor Técnico)

Nada contra nem a favor do trabalho sobre o Homem-Morcego - embora, nesses tempos em que o cinema está repleto de filmes baseados em quadrinhos, dificilmente enxergue alusões a super-heróis como algo revolucionário ou iconoclasta.
Mas já que o assunto é mesmice, os autores talvez possam deixar, em algum momento, de citar a mesma frase de Agostinho Ramalho Marques Neto a toda oportunidade possível, o mesmo se aplicando a Aury Lopes Jr. e tantos outros. Não porque o raciocínio esteja errado, ao contrário, mas porque a repetição da frase como mantra leva exatamente ao problema denunciado ao final do artigo - já temos obras demais que repetem sempre o mesmo.

Alvíssaras !!!

Sersilva (Advogado Associado a Escritório - Administrativa)

Existe vida (real) fora da TV e da mídia virtual, a última cada vez mais chata e intolerante com os não “seguidores/compartilhadores”. Tem que ter coragem. Muita coragem para pensar diferente.
Lembrei do filme Ponte dos espiões, de Spielberg, naquela época o inimigo comum era o comunismo, guerra fira e o bandido da vez era o espião.
Salve a legalidade, o “livrinho de regras” que não pode ser rasgado nunca.
Que bom inicio de fim de semana. Obrigado.

Quem falou do Batman foi Lênio Streck

José Cuty (Auditor Fiscal)

Quem trouxe o TCC sobre o Batman para a Conjur foi o professor Lênio Streck (confira aqui, na nota de rodapé: http://www.conjur.com.br/2016-mai-26/senso-incomum-ansia-condenar-mpf-usa-inversao-onus-prova-stf).
Ele não fez uma crítica direta, mas ela está subjacente no contexto. Sendo ele um dos protagonistas do grupo Direito & Literatura, soa estranha sua postura.
Dada a análise dos autores, fica uma dúvida: será que Lênio Streck leu o trabalho da aluna?

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