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Direito na Europa

Por Aline Pinheiro

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Religião no trabalho

Advogada da UE diz que proibir funcionária de usar véu islâmico é discriminação

O Tribunal de Justiça da União Europeia está discutindo se as empresas podem proibir as funcionárias de usar véu islâmico cobrindo o cabelo. Nessa quarta-feira (13/7), a advogada-geral da corte E. Sharpston opinou no sentido de que a proibição é discriminatória.

A discussão foi levada ao tribunal pela França. Lá, uma engenheira de computação foi demitida porque usou o véu durante uma reunião com clientes. O julgamento ainda não tem data para ser concluído. Os pareceres dos advogados-gerais do TJ da UE costumam ser seguidos integralmente.

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Revista Consultor Jurídico, 14 de julho de 2016, 10h47

Comentários de leitores

3 comentários

Estou com a empresa!

Neli (Procurador do Município)

Estou com a empresa!A empresa não é local para divulgar religião, consequentemente, nada de adereços.Se ela não precisa do emprego,saia;se precisar se amolde ao regulamento da empresa.

Dá uma graça!

Florencio (Advogado Autônomo)

Que coisa! Acho o véu uma coisa tão linda! Emoldura o rosto...

Só falta estatizar a empresa...

Gabriel da Silva Merlin (Advogado Autônomo)

Do jeito que as coisas andam o paradigma no setor privado vai mudar. Ao invés das empresas poderem fazer tudo que a Lei não proíbe, passará a ser o contrário, elas só poderão fazer aquilo que a Lei permitir.

E ai teremos uma espécie de "estatização branca" das empresas privadas.

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