Consultor Jurídico

Entrevistas

Ideias do Milênio

"Infelizmente, a política econômica de austeridade se tornou uma nova doutrina"

Comentários de leitores

5 comentários

Dívida Pública

George Rumiatto Santos (Procurador Federal)

Vale frisar a pergunta do entrevistado: será que esses juros precisam ser tão altos?
-
Outra questão: essa dívida pública astronômica é legítima?
-
A Presidenta, há pouco, vetou dispositivo legal que, corajosamente, promovia uma auditoria da dívida pública com ampla participação social. Perdemos grande oportunidade de rever esse sistema que beneficia a poucos e constrange toda a sociedade.
-
Quando se observa que os títulos estão nas mãos de poucos gigantes do capital financeiro, percebe-se que os bilhões retirados do Orçamento para fazer superávit primário é que estão causando grande crise no país.
-
Não se trata de calote, mas de pagar o que for justo e legítimo. Nem mais nem menos. Não é o que está acontecendo.

Ex-comunista, saia do armário!

LeandroRoth (Oficial de Justiça)

Este "economista" MARXISTA devia ter se enfiado em algum buraco depois que o comunismo que ele defendia RUIU, mostrando que todos os "pensadores" da laia dele erraram, erraram feio, e defenderam um regime fracassado que, além de colher resultados econômicos desastrosos, legitimou as ditaduras mais sanguinárias da História.
.
Em vez disso, agora ele se traveste de "keynesiano" e vem defender absurdos, como este de que "a austeridade é o problema".
.
Ora, ninguém pode gastar mais do que ganha. Por mais que se endivide e depois role e enrole as dívidas, uma hora a bomba explode. Mas este símio quer que a gente acredite que racionalizar os gastos é o problema, e que o segredo é gastar e gastar. Ora, se isso fosse mesmo a solução o Estado do Rio de Janeiro estaria no paraíso agora, e não quebrado e falido como está.
.
A questão é uma só: por mais que o governo contraia empréstimos, emita títulos da dívida, etc, UMA HORA A CONTA TEM QUE SER PAGA. Para muitos Estados e para o governo federal, essa hora chegou, e aí não há saída senão cortar ou enfiar mais impostos na população, o que aprofundará a recessão e causará, com toda razão, grande revolta.

Final dos tempos.

Willson (Bacharel)

Concordo com o sr. Eduardo. Aqui no Brasil já estamos tendo pobres de direita. Ou seja, aqueles que passam fome mas defendem que o Estado se afaste do povo e o deixe minguar na rua, se preciso, como antigamente. Têm saudades esquizofrênicas de algo que provavelmente não vivenciaram, e rogam para que tudo seja conforme o que pregam os republicanos da escola de Chicago, de 1980: austeridade contra os pobres; ajudem os ricos, e estes se fartarão do Estado até que as migalhas de pão caiam no solo e alimentem parcela dos miseráveis. 1% dos mais ricos possuam 99% da riqueza do mundo, pois terão agora, não somente os próprios ricos, mas também os pobres de direita, para defendê-los. Surreal.

Convencimento das massas

_Eduardo_ (Outro)

A grande virtude do sistema atualmente vigente eh que ele consegue cooptar defensores ferrenhos noz próprios explorados. Trabalhadores comuns e assalariados defendem com unhas e dentes um sistema que gera benefícios para parcela ínfima da população. Alias, tal como nos sistemas socialistas, nos quais apenas uma parcela ínfima dos apadrinhados do partido único recebem as benesses. O medo de perder o pouco de conforto e dignidade que se tem faz com que se dedendam interesses alheios que perpetuam este estado abrupto de abismo social

Mais do mesmo

Gabriel da Silva Merlin (Advogado Autônomo)

Apenas mais um socialista enrustido que passou a defender o capitalismo de estado ao ver o sistema socialista se esfacelar.

Mas como dizia o seu ídolo (Lord Keynes) "No longo prazo todos estaremos mortos", logo vamos gastar como se não houvesse amanhã.

O problema é quando nós vivemos o bastante para chegar no que ele chamava de "longo prazo".

Hoje o inimigo não é mais o socialismo, mas sim os socialistas enrustido que viram que este sistema é inviável e passaram a defender o estado capitalista, gigante, assistencialista e, consequentemente, gastador.

Comentar

Comentários encerrados em 1/02/2016.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.