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Comentários de leitores

14 comentários

Doutrinadores

O IDEÓLOGO (Cartorário)

O texto revela que, devemos abominar aqueles juristas que atuam como verdadeiros PASTORES NEOPENTECOSTAIS dominando as mentes com reduzida capacidade de análise do fenômeno jurídico.
O referido fato se destacava no período anterior à Constituição de 1988, no qual, alguns juristas assumiram a posição de doutrinadores incontestáveis, aos quais todos se rendiam diante da magnanimidade do pensamento. Merece aplausos o artigo.

Com ou sem nome aos bois?

João B. G. dos Santos (Advogado Autônomo - Criminal)

Texto interessante em todos os sentidos ... claro que convenientemente não nominou quem quer que seja. A idade melhora ou piora as pessoas. Devo ter piorado. Escolas jurídicas ... hermenêutica (filosófica ou não) ... garantismo penal (integral, positivo ou negativo) .... (neo)constitucionalismo .... de tudo isso o que sobra são filigranas jurídicas que conduzidas por mentes poderosas (seriam estes os tais pastores?) alavancam qualquer argumento para absolver ou condenar no processo penal. E o que sobra é um país despedaçado. Como piorei intelectualmente vou pensar simples: ficarei entre o certo ou o errado e me livrarei dos pastores jurídicos, filigranas e respectivas teorias ...

juspastores

mendes a (Outros)

Texto com sinais de críticas.
Não sabemos qual a base do pré julgamento que os autores fizeram;
Não sabemos se estes seguem "religião";
Moisés foi um grande jurista levantado por Deus,
Quem não conhece a Bíblia Sagrada não podem fazer qualquer pré julgamento. AMPLA DEFESA.

Texto confuso

Valter Guerreiro (Estudante de Direito - Criminal)

Infelizmente, também achei difícil o conteúdo do artigo, no sentido de não está perceptível qual a mensagem que os autores quiseram passar, ou qual a precisão da crítica. Falo isto de forma bastante respeitosa.

Texto com boa intenção, com título e analogias deprimentes

Allison Batista (Advogado Autônomo - Criminal)

Ao ler esse texto, fico com a sensação de querer meus dois minutos de volta. Começa com um título infeliz, pois qual a necessidade do termo "juspastores"? em clara associação aos líderes de comunidades evangélicas. A finalidade do texto é até boa, mas por que fazer essas associações lamentáveis? só há uma explicação: uma desrespeitosa técnica de tentar atrair o leitor com um título chamativo ou diferente.

Texto confuso!!

Marcelino Carvalho (Advogado Sócio de Escritório - Tributária)

Confesso que li e reli algumas vezes o artigo, mas, exceto por detectar alguma repulsa pessoal que os autores parecem nutrir quanto a agrupamentos humanos baseados na fé/crença em um Deus, não consegui captar qual seria a opinião que eles queriam transmitir com o texto. Falam no resgate das "Escolas de Direito", nas quais asseguram que "o estudo sério prevalece", mas não identificam que escolas seriam essas e porque elas seriam, na particular opinião dos autores, melhor do que o que parecem querer criticar. Enfim, texto de difícil compreensão, ambíguo, obscuro.

Metendo a colher de pau

Jose Campolina (Contabilista)

Como a palavra é um transmissor da incerteza, os julgadores para fugir da angústia de procurar o equilibrio pra mirar na justa direção, acabam elegendo um sistema de entendimento do mundo e dele não se afastam. É o conúbio do desalento do racional com a desistência do moral. Como disseram, sem que nunca o tivessem dito os articulistas, o julgador abdica de si mesmo e passa ser um mero oráculo da Deusa Têmis, a guardiã da justiça do Olimpo. Tenho a impressão que não é nada disso.

Excelente

O IDEÓLOGO (Cartorário)

Excelente artigo!!!

Texto não diz a que veio

alumni (Administrador)

Fiquei com a mesma sensação de herto.

Quando li o título do artigo busquei ler, mas fiquei desiludido, talvez tenha idealizado algo que não encontrei no texto.

Sorry!

Estado fundamentalista

Persistente (Outros)

Parabéns aos articulistas!

Eles, os loteadores do reino dos céus, até podem não confessar em público, mas bem que desejariam implantar uma República teocrática, com o "dízimo" transformado em tributo... e quem sabe, com os seus dignos pastores escolhendo até a COR da roupa íntima das pessoas.

A partir daí, talvez até umas fogueirinhas no melhor estilo "SANTA INQUISIÇÃO" mas, lógico, precedidas de processos, como os de SALÉM.

Todo o cuidado com essa gente é pouco.

Texto não diz a que veio

herto (Técnico de Informática)

A única seita que vejo é a seita petista no STF, que chama eleição para os membros de alguma coisa de "não é eleição"

pode ser os "juspadres" também..

analucia (Bacharel - Família)

a igreja católica tem feito bem pior, mas age como se fosse um "Estado".

E a pior seita...

LeandroRoth (Oficial de Justiça)

Concordo, e a pior seita é a do hiper-garantismo, a depender do qual nossa sociedade irá imergir totalmente no caos da violência e da corrupção endêmica, graças à blindagem que confere a toda sorte de criminosos, em especial os engravatados.
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Apenas dois pontos que os hiper-garantistas defendem e que não aplicados em NENHUM país desenvolvido do mundo: a exigência de que o réu seja condenado por 4 "instâncias" antes que a pena possa começar a ser executada e a impossibilidade de prisão para garantia da ordem pública.
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Se o fanatismo é o primeiro elemento caracterizador de uma seita, a seita dos hiper-garantistas é hoje a mais perniciosa para o Brasil.

tema relevante, mas o texto...

Bezerra Avila (Advogado Autônomo - Trabalhista)

O cenário jurídico acadêmico no Brasil tem se transformado num palco à disposição de animadores de circo que se apresentam como 'simplificadores' e 'descomplicadores' à espera de uma oportunidade para vender seu pacote de soluções. Essa é uma dimensão relelevante e urgente da discussão sobre a crise do ensino jurídico e do modelo marcadológico que guia a produção docente na academia. Por outro lado, buscar numa má analogia weberiana entre práticas religiosas e a "profanação" das escolas jurídicas clássicas (como faz o Lênio Streck, p. ex.), soa não só conservador, mas também preconceituoso. É preciso mais imaginação teórica e disposição para estudos empíricos de fôlego para criar ilhas de solidez nesse imenso alagamento de bobagens que tem sido escritas e repetidas diuturnamente.

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