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Embargos culturais

O que a interpretação jurídica pode aprender com a interpretação bíblica

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Comentários de leitores

7 comentários

Constituição, Torá e Corão.

Pintassilgo (Advogado Autônomo)

Professor, publiquei em 2015 um artigo sobre a convergência entre as interpretações jurídica e teleológica. Acredito que nos aproximamos em muitos pontos. Como não é disponibilizado o e-mail do Sr., tomo a liberdade de compartilhar o link nesse espaço: http://ojs.c3sl.ufpr.br/ojs2/index.php/direito/article/view/34801.

Sobre o texto e a sua validade epistemológica.

Wagner Winter (Bacharel - Administrativa)

Cumprimento o autor pelo brilhante texto, em especial, pela percepção da necessidade da aplicação de método exegético e hermenêutico para a compreensão e contextualização dos textos jurídicos.
O Dr. Augustus Nicodemus é, de fato, um dos maiores exegetas e hermeneutas brasileiro. É fiel as melhores metodologias científicas.
É importante separar o trabalho acadêmico teológico, em especial as grandes e sérias academias, das práticas religiosas. O religioso é literalista (sem se preocupar com a qualidade da tradução do texto) ou tradicionalista (jus naturalista). É o mesmo que colocar uma norma jurídica nas mãos de um neófito em Direito.
Tenho pautado meus estudos, pesquisas e trabalho pelas técnicas exegéticas e hermenêuticas de forma inexorável. Aprendi que em qualquer texto o intérprete pode fundamentar qualquer "tese" preconcebida, de acordo com a conveniência do momento. Isso não é o Direito!
Vejo muita gente sendo engambelada por não compreenderem os textos lidos, ou não perceberem a incoerência ou o distanciamento do texto sentencial do fulcro da questão submetida a jurisdição do Estado. No caso de sentenças, as medidas de defesa e recursais podem mudar significantemente.
Por fim, comungo do mesmo pensamento do autor, por tanto não se pode misturar o saber humano na área do direito, com teatrais ilações absolutamente infundadas, porém, de conveniência evidente.

Será?

Moura.advocacia (Advogado Assalariado - Trabalhista)

Sei não! Eu sou evangélico! Mas infelizmente esse evangelho que esta sendo posto hoje no Brasil pela maioria das Igrejas não é o mesmo Evangelho da Bíblia, logo concluo que houve e há interpretação equivoca por parte destas lideranças, alguns é má fé mesmo! E não falo só de dinheiro não, é tudo, é tudo mesmo! Se formos olhar para o que esta ai, perdemos a nossa fé, por isso devemos olhar só para Cristo que é o autor e consumador de nossa fé.

Falido!

Florencio (Advogado Autônomo)

Sistemas teológicos falidos! Só um encontro real com Deus trará solução para nossas vidas! Só o Senhor Jesus salvará o homem de si próprio!

O tempo

Zé Machado (Advogado Autônomo - Trabalhista)

Enquanto Paulo de Tarso invocava o direito romano para apresentar suas argumentações, o que valeu sua liberdade, o mesmo direito o decapitou em Roma depois. São milênios de pura selvageria; sem se falar das várias inquisições. Afinal, qual interpretação salvará o homem de si próprio!

Textos há...

Papajojoy (Advogado Autônomo - Propriedade Intelectual)

Textos há que são produzidos de tal forma a nos confirmar a existência de um vasto banco de informações que se localiza no espaço que nos rodeia.
Tal fluxo de dados seria permanente, porém, acessível apenas por seres cujo poder de recepção fosse compatível. (Ver David Bohm e refletir sobre Hermes Trismegisto "O que está em cima é como o que está embaixo")
Vejo isso agora.
Forças poderosas do espaço inspiraram o articulista, pelo seu entusiasmo pessoal, e o fizeram publicar seu artigo, direcionando-nos para a obra cujo conteúdo o impressionou. Cuida-se de uma rede.
Congratulações!

Hein?

Realista Professor (Professor Universitário - Criminal)

Falou, falou, e não disse nada.
Melhor assim do que defender que revelações com base na fé devem interferir no Direito...

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