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Juiz americano traz ao Brasil modelo básico para "desentupir" Judiciário

Comentários de leitores

6 comentários

A questão é matemática.

Vladimir de Amorim silveira (Advogado Autônomo - Criminal)

O juiz brasileiro trabalha 09 meses e 15 dias por ano.
Pois bem, se o juiz trabalhar 11 meses por ano, o número de processos julgados seria no mínimo 15% superior .

Agora, imaginamos se o juiz trabalhasse aos sábados? É fácil acabar com a morosidade processual é só trabalhar.

Coitado...

Caio Arantes - www.carantes.com.br (Advogado Sócio de Escritório - Criminal)

Esse senhor não sabe que está em Gotham City e que a única esperança, o Batman, morreu.

Aproveite o Brasil e beba bastante caipirinha, embriague-se, para esquecer muitos dos absurdos que vir e ouvir. Nossos políticos e o alto escalão do Judiciário nao devem ser levado a sério.

O problema é o excesso de férias

Vladimir de Amorim silveira (Advogado Autônomo - Criminal)

Para desentupir o judiciário brasileiro é simples, primeiro passo é acabar com as férias e 60 dias e as licenças prêmio.

A Itália já acabou com essa farra.

Mediação

Isabel Cristina (Corretor de Imóveis)

Boa tarde a todos.
Fiz um curso online através da ENAM de 40 horas que fiquei orgulhosa e feliz pelos quarentas horas objetivas e bem pratica. Passei a entender e a desejar fazer Mediação onde for necessário e quiserem me aceitar.
Quero ter a oportunidade de colocar em prática o que acredito e aprendi.
Estou utilizando em casa em alguns momentos possiveis sem as pessoas saberem.
Acredito nessa técnica e acredito que vai desafogar muito em muitos lugares.
Cada coisa na sua caixinha. Pessoal. Profissional.
As pessoas precisam de outra para dirimir ou até ajudar a solucionar os seus próprios conflitos. Na Mediação elas próprias solucionam. Isso é maravilhoso.
Atribuo essa técnica as pessoas dispostas a ouvir e ajudar.
Cada experiência seja do mediador ou dos mediandos considero uma Esperança. Vitória.
Onde estiver precisando de uma mediadora sem experiência, porém dedicada pode contar comigo.
A mediação é uma técnica que eu comparo a uma profissão que tenho a de corretor de imóveis precisa sempre estudar, se atualizar e se dedicar o máximo possível. Porque lidamos com os mais profundos sentimos do Ser Humano.
Eu não sabia que havia níveis para a Mediação ontem fiquei sabendo que os quarentas horas não servem para um determinado segmento.
Não vou desistir encontrarei um lugar onde eu possa ser útil neste segmento.
Para todos que acreditam e respeita a Mediação como uma autentica alternativa sem misturar nada e profissões um feliz abraço forte.
Ser inteligente penso que é respeitar a inteligência alheia e saber utilizar nos momentos e lugares certos.
Isabel Cristina Corretora e Estudante de Direito que pretende também ser uma Mediadora.
A Mediação é tão soberana que não interfere em nenhuma profissão

Concordo, em parte.

Eduardo. Adv. (Advogado Autônomo)

De fato, o caminho judicial hoje, uma loteria, aproveita aos "picaretas", aí incluído o Estado.
Mas a OAB/SP, sugiro, é bom ficar de olhos abertos para a ESA, que em vez de ser uma Escola SUPERIOR da ADVOCACIA tem se mostrado formadora de despachantes na área de mediação. Quem sustenta a ESA é a Advocacia e não outras categorias...
Resguarde a Advocacia, Sr. Marcos da Costa.

Mudar os juízes

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Ainda ontem eu trabalhava em um caso que mostra bem nossa realidade. Transitado em julgada a ação previdenciária o INSS ingressou com embargos à execução em relação a parte do valor. Assim, pedimos fosse expedido o precatório relativo à parcela não controversa, e o INSS aceitou. Conhecendo o Judiciário não fiquei surpreendido com o fato de que o juiz do processo INDEFERIU o pedido, alegando uma bobagem qualquer sem nem ao menos arranhar o direito aplicável (STJ e STF já firmaram posicionamento de que é possível a expedição do precatório nessas condições). Agora eu pergunto: se o juiz indefere o que as duas partes querem no processo visando à solução (ainda que parcial) do litígio, como se torna possível nessas terras "meios alternativos" de solução de litígios? Nós, aqui, precisamos de soluções muitos mais profundas e contundentes do que o blá-blá-blá de sempre, que passa necessariamente por uma profunda reestruturação da magistratura brasileira.

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