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Irregularidades no futebol

PSB pede que MPF apure sobrepreço em ingressos da Copa

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Apontando as suspeitas de sobrepreço nos ingressos da Copa do Mundo de 2014, o PSB enviou representação à Procuradoria-Geral da República para que o órgão investigue as suspeitas veiculadas na imprensa sobre o caso. No documento, o partido cita como responsáveis pela suposta prática a Federação Internacional de Futebol (Fifa), o ex-secretário-geral da entidade Jérôme Valcke, o Comitê Organizador Brasileiro do evento, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e o ex-presidente da entidade José Maria Marin.

A base do pedido do PSB, representado pelo advogado Rafael Araripe Carneiro, são reportagens denunciando suposto esquema de corrupção que ocorreu na Fifa durante o torneio disputado no Brasil. “Segundo noticiado à época, o esquema de corrupção envolvia acordos comerciais do dirigente da Fifa [Jérôme Valcke] com a empresa ‘JB Sports Marketing’ para que esta vendesse ingressos para a Copa do Mundo do Brasil de 2014 por preço até quatro vezes superior ao valor de face", diz em referência a uma notícia do jornal O Estado de S. Paulo, em 17 de setembro de 2015.

O PSB destaca em sua representação que as investigações em relação a esquemas de corrupção no futebol têm ocorrido em outros países, como Suíça e Estados Unidos. Segundo o partido, isso é razão adicional para motivar as autoridades brasileiras a agir. Ao todo, sete dirigentes da Fifa, entre eles Marin, foram presos no fim de 2015 no país europeu por suspeita de corrupção. Nos EUA, 14 foram detidos também por ações ilegais relacionadas às últimas Copas do Mundo.

Clique aqui para ler a representação.

 é repórter da revista Consultor Jurídico.

Revista Consultor Jurídico, 18 de fevereiro de 2016, 17h14

Comentários de leitores

1 comentário

Olha só

Professor Edson (Professor)

Pergunta para o TJRJ pelo qual motivo deixaram um dos chefes desse e outros esquemas na época da copa voltar a Inglaterra, o ministro Marco Aurélio tinha concedido o HC mas manteve o passaporte recolhido, no apagar das luzes devolveram o passaporte com a promessa que ele voltaria em 3 meses ( parece piada mas não é ) , passou o tempo ele não voltou, o TJRJ anuncia então dias depois o arquivamento do processo por falta de provas, dias depois o ministro Barroso decreta a prisão do mesmo aceitando um recurso do MP, essa história poderia estar em um dos livrinhos do Ari Toledo , mas não, é Brasil mesmo.

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