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Reaproveitamento bélico

Decreto passa a permitir doação de armas apreendidas a órgãos de segurança

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Comentários de leitores

4 comentários

Chora nene

Servidor estadual (Delegado de Polícia Estadual)

Impossível conceder arma sem numeração, ou a arma recebe nova numeração - difícil -, ou as sem numeração serão destruídas. No tocante a manutenção armas da marca Glock tem a manutenção mais prática, mais fácil e barata do que as armas nacionais. Uma arma com boa manutenção primária pode durar com tranquilidade até 20 anos, o que, por si, já gera uma economia substancial ao Estado. Mais a mais forças policiais já possuem know how em fuzis estrangeiros. Oportuno anotar que a Glock aguarda autorização das autoridades brasileiras para instalar uma fabrica no país, o que além da incorporação de novas tecnologias permitirá baratear ainda mais os custos com aquisição e manutenção da marca que é a predileta das forças policiais e armadas no mundo inteiro.

Esperança

Servidor estadual (Delegado de Polícia Estadual)

uma luz ao final do túnel, embora o Exercito - conservador demais -, ainda mantenha a palavra final. O ideal seria que toda arma fosse informada ao Exercito dentro do mapa e da capacidade bélica do Estado, que também deve levar em consideração ao menos cinco armas curtas para cada policial e cinco longas, como uma gama de opção para ações especializadas e reserva, em especial para as Policiais Militares que tem atuação mais aguerrida de campo, bem como para as unidades de Elite da Polícia Civil. A segurança da população e dos policiais passam obrigatoriamente por armas de qualidade em especial no quesito segurança. Armas como Jerico, Sig Sauer, Glock, Colt são de uso de rotina no mundo exceção aqui. Ademais uma Glock hoje custa em torno de US$ 500,00 enquanto a nacional US$ 1.200,00.

Cabeça é feita para pensar

Galo Furioso (Investigador)

Muitas das armas apreendidas tiveram suas numerações raspadas. Como será feito o controle do uso delas? Ou será que o Estado vai entregar armas frias diretamente na mão da polícia? Outra coisa, como será feita a manutenção ou aquisição de munição? Armas apreendidas são incertas, no sentido de que vêm de diversos fabricantes. Como se faz licitação nesse caso?

Já não era sem tempo...

Gabriel da Silva Merlin (Advogado Autônomo)

No Brasil realmente parece que as coisas são feitas para não funcionarem, ao invés de pegar esse armamento e utilizar para melhor aparelhar a policia eles acabam sendo destruídos, obrigando a polícia a gastar tempo e dinheiro adquirindo o armamento.

Isso parece coisa daqueles que acham que criminalidade se combate com flores e ursinhos de pelúcia.

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