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Opinião

É importante lembrar que, numa república, ninguém pode se eximir de controles

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Comentários de leitores

9 comentários

Bionicão

Rilke Branco (Outros)

Deve-se congresso conter abusos da Lava Jato, de procuradores, magistrados ...e também de membros do Ministério Público que assumiram irregularmente a função de Ministro da Justiça, defendendo de forma despudorada e escandalosa a raça do PT.
Artigo rancoroso e de quem deixou de fazer parte da patota ... escrito por quem tem em suas veias o juízo das arbitrariedades, como assinala o comentário de João Sergio Leal Pereira (Procurador da República de 2ª. Instância).
Falar das obscenidades do auxílio-moradia e outras, por que se prefere o silêncio?
Precisa dizer mais nada ...

Criticam a Conjur de parcialidade sem uma linha...

Weslei Estudante (Estagiário - Criminal)

Criticam a Conjur de parcialidade sem uma linha de fundamentação!

Sinceramente, alguns comentários abaixo usam o puro sofismo ou paralogismo, não possuem base nenhuma para acusar (neste caso) a Revista Conjur de “parcialidade”. Ora, qual base estatística há para tais comentários, não li em nenhum. O pior, são pessoas já formadas no direito!
Não obstante, fiz uma pequena pesquisa em um site de busca, vejamos o resultado do Conjur usando como fonte a Revista Veja:

http://www.conjur.com.br/2016-ago-20/revista-veja-afirma-empreiteiro-delatou-ministro-stf
http://www.conjur.com.br/2016-out-29/jr-guzzo-desordem-transforma-judiciario-numa-imensa-piada-fiscal
http://www.conjur.com.br/2016-ago-20/reportagem-toffoli-reflete-briga-entre-justiceiros-justica

Lógico que isso não prova nada! Mas, é uma pesquisa (simples) que é possível quantificar algo. Se o Conjur usou o Brasil 247 agora, porém já usou a Veja. Agora, será que os nobres críticos são coerentes e imparciais? Acredito que são parciais e querem como sofismo, caso contrário com o paralogismo atacar uma questão de “parcialidade” sem base argumentativa.

O Brasil 247 é parcial? Sim!
A Revista Veja é parcial? Sim!

Portanto, ficamos com (art. 1°, V da CF) e, por conseguinte, é preciso algum dado na área da exatas para tais argumentações. O acusador da parcialidade (sofismo ou paralogismo) poderá ser o parcial em questão, caso não tenha uma mínima base de exatas (algo quantificável).

À oportuna reflexão do artigo!

Paulo Jorge Andrade Trinchão (Advogado Autônomo)

Por primeiro, parabenizo o articulista pelo interessante e polêmico tema. Noutro pórtico, em que pese desairosos comentários, chama muito a atenção, o comentário do sr. João Sérgio Leal Pereira (que pelo visto, exerce o mesmo mister do articulista), recheado de renzilhas estéreis, e, portanto, nada que se pudesse alegar de consistente e fundamental ao bom debate das questões alinhavadas no artigo. Na verdade, o articulista discorre sobre conceitos e opiniões, pelo que se infere, vividas, no exercício de seu mister, o que o declinou a defender as oportunas e salutares medidas que enfatizam o controle do abuso de poder e de autoridade em face de agentes públicos. Em que pese a amplitude da discussão, todavia, reputo como informações pertinentes e esclarecedoras do ponto de vista institucional, quanto ao efetivo e imprescindível funcionamento isonômicos das instituições públicas ali consideradas, nada mais, que justificasse o impiedoso ataque pessoal - de repercussão aética e hostil - desafiado pelo nominado colega (ou ex-colega!). Noutro contexto, repercute autoritária, imatura e irresponsável, a forma bisonha e caricata como o MPF quer impor "goela abaixo" as dúbias 10 medidas anticorrupção, ao presumir coagir o Congresso Nacional, que tem o lastro da legitimidade popular, e, não satisfeito, compelir pueril "chantagem atômica" em relação ao próprio presidente da república, como se os parlamentares e o chefe do executivo, fossem seus vassalos e subalternos, como se vivêssemos, não em um estado democrático de Direito, mas em um "regime de exceção", coordenado por um típico núcleo ministerial do estado NAZISTA! Por último, não nos permite olvidar, que além da figura do bandido de colarinho branco, existem os do Ministério Público e do Poder Judiciário.

Excelente!

Marcelo-ADV (Outros)

Parabéns, excelentíssimo Eugênio Aragão.

Brasil247...

Gabriel da Silva Merlin (Advogado Autônomo)

Realmente a Conjur não faz questão nem de tentar parecer minimamente imparcial.

Não é de se assustar se daqui a pouco postarem notícias de que o Juiz Sérgio Moro foi treinado pela CIA para roubar o petróleo brasileiro.

Isso porque é desse nível para baixo a maioria das notícias divulgadas por esse site brasil247.

\"quem te viu e quem te vê"

Joao Sergio Leal Pereira (Procurador da República de 2ª. Instância)

Principio por concordar com o articulista quando afirma que ninguém está acima da lei. Concordo, ainda, quando arremata que os poderes da República devem se respeitar reciprocamente.
Entretanto, cumpre-me o registro de que esse senhor, ora travestido em arauto das preocupações de hoje, é o mesmo que, em passado não muito distante, compartilhava com a mesma visão endógena do grupo de procuradores que ora critica. Sem nenhuma dor na consciência, Eugênio Aragão compactuava com as maiores arbitrariedades , massacrando e destruindo reputações daqueles que ao grupo não era simpático.
Portanto, essa repentina mudança a ninguém comove ou convence, senhor Aragão.
Finalizou, devolvendo-lhe as indagações: O que espera agora o herói retardatário? A sua canonização ou aplauso por essa súbita mudança? Que passemos a mão na sua cabeça?
Não, senhor procurador. Isso não podemos fazer.

Júri Popular

Rejane Guimarães Amarante (Advogado Autônomo - Criminal)

Entendo que atingiremos a legitimidade, quando for estendida a competência do Tribunal do Júri para TODAS as causas e, principalmente, quando as "autoridades" forem julgadas por Júri Popular.

2+4+7=13

Eduardo. Adv. (Advogado Autônomo)

Apesar de publicado no Brasil 13, 13 de...
O artigo é interessante.

Vergonha

Professor Edson (Professor)

Esse senhor não ficou famoso por sua pífia participação no desgoverno Dilma, ficou famoso pois criticou a lava jato, depois disso ganhou cadeira cativa na conjur, espero que ainda apareça um portal de notícias relativa a justiça que seja realmente imparcial, só vejo sempre a mesma panelinha com a mesma ladainha, enquanto isso tivemos bilhões roubados do povo que acredito sustentar parte desses "defensores" da corrupção.

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