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Processos repetidos

Trabalhadora é condenada por ajuizar ações idênticas e advogado é denunciado

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Comentários de leitores

6 comentários

Parabéns nobre MAP

Yan Jeferson Gomes Nascimento (Estudante de Direito)

Apesar de não concordar com todos os argumentos, nem possuir o saber jurídico seu e de vários que aqui comentam, compartilhamos de algo que vale muito mais, sinceridade e honestidade. Não me calo para falar o que acho necessário, bem como expor todos os lados que devem ser ditos. Os fundamentos de um argumento não se exaurem por sim, mas também com o contraposto dessas ideias. Nada me decepciona, ou até mesmo, considero reprovável, do que notícia veiculada de forma parcial e com outros fins que não a informação do fato como um todo (sequer vejo direito a resposta na CONJUR), ou até mesmo comentários debocháveis sem qualquer construção social e jurídica como feitos pelo Mestre-adm (Outros). Estamos chegando ao nível dos comentários e notícias veiculadas que perfazem o sítio eletrônico do maior jornal popular e midiático deste país. Com o máximo respeito, e a devida vênia, a todos os envolvidos.

E o advogado?

O IDEÓLOGO (Cartorário)

O advogado que ingressou com as reclamatórias deveria sofrer punição. Intensa. Pedagógica.

Dúvida

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

De acordo com a notícia, a suposta busca em processos indicados indicou que a parte teria ingressado em 2004 e 2006 com ações idênticas, repetida agora em 2015. Não sou advogado trabalhista, mas direitos trabalhista em geral estão submetidos a prazo prescricional de 5 anos. Assim, como poderia ter sido proposta a ação em 2015 discutindo verbas trabalhistas anteriores a 2004 ou 1006? Estranho. A reportagem que ouviu apenas um dos lados não explica. Assim, peço que algum especializado na área trabalhista, com disposição para ainda defender a sociedade e a ordem jurídica quando TODO O ESTADO BRASILEIRO quer que os advogados e calem, responda a esses questionamentos.

Lendo e aprendendo

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Está aí a defesa aguardada, prezado Mestre-adm (Outros), embora a defesa no caso não seja "incondicional". Leia e aprenda alguma coisa.

Como de praxe

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Como não poderia deixar de ser, a reportagem se centra apenas no que disseram alguns juízes, sem ouvir as outras partes citadas. Trata-se de praxe na CONJUR. Observe-se que há dois ou três dias foi publicado aqui mesmo neste veículo um editorial assinado pelo próprio dono da CONJUR criticando veementemente tal espécie de atitude, em um caso que envolvia o Ministro petista Dias Toffoli. Curiosamente, a própria Revista envereda pela conduta que criticou, possivelmente pelo fato de que os envolvidos na questão mencionada nesta reportagem são apenas zé-ninguéns. Por outro lado, embora seja difícil se chegar a uma conclusão sobre o caso sem ouvir todos os lados, há algo meio estranho. Nunca vi juiz pedir de ofício desarquivamento de processos, exceto quando há interesse direito dele próprio magistrado. Como de praxe nesses casos na qual o belo e honrado Judiciário "descobre" algo muito errado feito pelos maléficos advogados, a história não tem lógica, e não há coerência, mas é repetida por diversos meios tomando por base apenas o que dizem os juízes.

Aguardemos a defesa incondicional

Mestre-adm (Outros)

do advogado feita pelo comentador-geral do CONJUR

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