Consultor Jurídico

Notícias

Nervos de aço

Advogados precisam ter inteligência emocional para vencer na profissão

Comentários de leitores

15 comentários

Os advogados

O IDEÓLOGO (Outros)

Desabafos & Desaforos: Dos advogados desonestos ao sistema canceroso
"Quem não tiver pecado que atire a primeira pedra!" Putz, essa nem adiantou... quando o assunto é sobre advogado, chove pedra que nem chuva de verão...rsrs. O advogado faz parte do rol dos mais odiados tipos profissionais, e isso não é novidade, vide aí o tanto de profissionais que jogam a justiça na lama, se é que o que existe ainda possa ser chamado por esse nome. É um assunto delicado a se tratar, porque muitas vezes o senso popular indica que 'todo advogado é ladrão', o que não é verdade. Pra desmistificar isso, aí vai uma verdade: a índole de uma pessoa não depende da profissão dela. Não existe só advogado desonesto; aliás, toda e qualquer profissão pode ser usada da maneira errada por pessoas mal intencionadas. Um exemplo: seu carro quebrou, você vai no mecânico, ele te diz que tem que trocar 500 peças e vai custar 1000 reais. Na dúvida, você vai em outro mecânico, e este, um mecânico honesto, te diz que só uma pecinha está estragada e que a mão de obra vai custar 50 mangos. Isso já aconteceu com muita gente. Como têm mecânico desonesto, têm também pedreiro, açougueiro, padeiro, médico, eletricista (etc) desonestos. Então, vamos parar de taxar essa ciência lindíssima, que é o Direito, como culpada pelo mau caráter de alguns de seus profissionais. Aliás, o Direito deveria ser conhecido por todos pelo menos basicamente, porque quem têm conhecimento não é passado pra trás por larápios. A arma da população contra esses bandidos de terno é a informação, porque uma vez provado que você conhece os seus direitos, o idiota desonesto vai pensar duas vezes antes de te fraudar (http://osabernuncaedemais.blogspot.com.br/2009/07/desabafos-desaforos-dos-advogados.html)

banditismo profissional

Francisco Lobo da Costa Ruiz - advocacia criminal (Advogado Autônomo - Criminal)

Conforme a narrativa e com o que temos tido a oportunidade de vivenciar a distância, realmente a advocacia está se tornando um antro de mafiosos, onde quem pode mais chora menos e o que menos importa é a dignidade. O articulado bem demonstra a que ponto chegou a advocacia ... !

Realidade

Rinaldo Maciel de Freitas (Advogado Sócio de Escritório - Tributária)

A capacidade de lidar com problemas alheios sem se envolver emocionalmente é fundamental à profissão do advogado. Identificar interesses conflitantes é outra necessidade. Somos sim às vezes vítimas de juizite, mas, há sempre a oportunidade de recursos.

Professor Luiz Guerra - Advocacia é Arte de Guerra

Professor Luiz Guerra (Advogado Sócio de Escritório - Comercial)

Advogar, com intensa militância, é atividade profissional para poucos. O advogado, ainda que bem preparado, enfrentar tantas dificuldades e pressões diariamente que é, fato, que ele é um catalisador de estresse. Não basta ser bom para advogar. São necessários outros requisitos tão importantes quanto dominar a ciência jurídica. É necessário ser firme, às vezes até rude, como estratégia, para manter -se focado na estratégia e defesa do caso. Inteligência emocional é tudo o que necessita o advogado militante porquanto ele tem de vencer todas as dificuldades na defesa do direito do seu cliente, enfrentando o próprio cliente, posicionando-se profissionalmente perante àquele que o contrata, enfrentando os problemas burocráticos do processo, enfrentando o colega ex-adverso e também o juiz, o promotor e o tribunal. Advogar é, de fato, uma verdadeira Arte de Guerra, em que é necessário coragem, disciplina, força de vontade e firme atuação, além de estratégias. Por isso mesmo, não raro, o advogado militante acabará doente antes do término da contenda. É necessário saber viver sob pressa, espumando adrenalina, para tentar vencer todos os obstáculos. É Arte de Guerra!

Ótima teoria que a prática estragou

Paulo Moreira (Advogado Autônomo - Civil)

Haja vista o que acontece no ordenamento jurídico pátrio, conclui-se que o bom advogado é tão somente aquele que é "amiguinho" da "casta" formada por servidores. Em breve até o segurança e o faxineiro do fórum "darão pitaco" no trabalho do advogado...

PS: a menção ao faxineiro e ao segurança foi apenas para exemplificar funções que não estabelecem nenhum elo com a operação do Direito, como as funções de médico, engenheiro, dentista, economista, jornalista etc.

iludido Advogado autônomo

Iludido (Advogado Autônomo - Civil)

Já penso diferente em palavras simples. Justiça demorada, adeus honorários e cliente. Juizíte, se v. for fazer audiência agora, sai de baixo. Mostrar conhecimento de direito na JTrabalho, jamais. Se v. for ao tribunal sem padrinho, Santo Deus! Se v. reclamar um direito como o tempo de processo seu ao juiz, passe a ação para outro. Se v. reclamar do escrivão que é um cofre de processo, vai morrer de fome e será daí em diante, mal atendido. Se o Juiz falar que vai de prender e v. também disser isso a ele por falta de justa causa e flagrante em abuso de direito, vai em 10 dias ser julgado, penalizado em regime fechado. Se descobrirem que v é aposentado como um salái mim, nem deve ir lá. Adfinalmente, se v. for apenas um advogado simplório, fique mudo. TUDO ISSO, faz parte do pecado mortal. FAÇA ISSO!

O estrago aqui já foi feito.

Manuel Santiago (Jornalista)

Li estupefato, aqui na Conjur, os dissabores e humilhações pelos quais passam os ilustres Advogados nesse Brasil. Juízes, Promotores, Servidores e o próprio sistema contribuem para que a profissão seja uma das mais desgastantes na sociedade. Imagino o que não passa a família desse tenaz propugnador. Interessante que seus algozes fazem as mesmas reclamações quando, aposentados, se lançam na labuta. O que se infere é que somente os militantes com uma boa rede de "ilustres contatos" e "distintas relações" conseguem com primor seu desiderato, não precisando de tanto conhecimento técnico como o público em geral pensa. Conclusões e consequências:
1) não é a Faculdade que distingue o "brilhante" causídico;
2) não precisa se acabar estudando;
3) mantenha sempre uma boa rede de contatos, não interessa se bajulando políticos, empresários, funcionários públicos... isso sim, é importante;
4) nunca, jamais, altercar com os funcionários públicos;
5) mestrado, doutorado... apenas impressiona, nada mais; podendo inclusive causar inveja;
6) se já esteve do lado de dentro do balcão, esqueça, o valor da causa, quando longinquamente receber, não amainará sua frustração e indignação;
7) e acredite, a mentira será sempre sua principal aliada.
8) teremos menos faculdades de direito no futuro, a desilusão será geral;
9) a aquisição de livros jurídicos cairão drasticamente;
10) somente alguns sites jurídicos permanecerão;
11) cursos, apenas para quem for fazer concursos;
12) advogar, somente como defensor público;
13) o sistema americano de petição pronta na internet será uma realidade neste país;
14) as causas serão resolvidas mediante conciliação, longe do judiciário;
15) por causa da baixa funcionalidade, o sistema judiciário será aviltado.

O estrago aqui já foi feito.

Manuel Santiago (Jornalista)

Li estupefato, aqui na Conjur, os dissabores e humilhações pelos quais passam os ilustres Advogados nesse Brasil. Juízes, Promotores, Servidores e o próprio sistema contribuem para que a profissão seja uma das mais desgastantes na sociedade. Imagino o que não passa a família desse tenaz propugnador. Interessante que seus algozes fazem as mesmas reclamações quando, aposentados, se lançam na labuta. O que se infere é que somente os militantes com uma boa rede de "ilustres contatos" e "distintas relações" conseguem com primor seu desiderato, não precisando de tanto conhecimento técnico como o público em geral pensa. Conclusões e consequências:
1) não é a Faculdade que distingue o "brilhante" causídico;
2) não precisa se acabar estudando;
3) mantenha sempre uma boa rede de contatos, não interessa se bajulando políticos, empresários, funcionários públicos... isso sim, é importante;
4) nunca, jamais, altercar com os funcionários públicos;
5) mestrado, doutorado... apenas impressiona, nada mais; podendo inclusive causar inveja;
6) se já esteve do lado de dentro do balcão, esqueça, o valor da causa, quando longinquamente receber, não amainará sua frustração e indignação;
7) e acredite, a mentira será sempre sua principal aliada.
8) teremos menos faculdades de direito no futuro, a desilusão será geral;
9) a aquisição de livros jurídicos cairão drasticamente;
10) somente alguns sites jurídicos permanecerão;
11) cursos, apenas para quem for fazer concursos;
12) advogar, somente como defensor público;
13) o sistema americano de petição pronta na internet será uma realidade neste país;
14) as causas serão resolvidas mediante conciliação, longe do judiciário;
15) por causa da baixa funcionalidade, o sistema judiciário será aviltado.

inteligência

Ricardo T (Advogado Assalariado - Civil)

Toda pessoa tem que ter inteligência emocional para vencer. Não só os advogados.

O caça-níqueis exame da OAB é também um bullying social

VASCO VASCONCELOS -ANALISTA,ESCRITOR E JURISTA (Administrador)

Por Vasco Vasconcelos, escritor e jurista. O nobre articulista e causídico foi muito feliz ao afirmar: " O bullying, tão comum nas escolas, não termina com a formatura. Apenas toma novas formas. E a forma mais devastadora para os novos advogados é a praticada por alguns advogados mais antigos, que procuram intimidá-los, para levar vantagens nas disputas judiciais, diz Glover". A propósito tal bullying é também praticado pelos defensores do pernicioso, fraudulento famigerado caça-níqueis exame da OAB, que chamam os advogados reprovados nessa excrescência, de analfabetos funcionais.
A sociedade precisa saber e os jornais censuram as verdades, que não é da alçada da OAB e de nenhum sindicato avaliar ninguém. A Constituição Federal diz em seu art. 209 que compete ao poder público avaliar o ensino. Ou seja avaliação do ensino é papel do Estado (MEC) junto às universidades e não de sindicatos. A Lei nº 10.861, de 2004, que institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior, o Sinaes, não possui nenhum dispositivo permitindo a interferência das corporações no processo avaliativo, este da competência exclusiva do MEC para as IES que integram o sistema federal de ensino. Antes da promulgação da Lei Áurea, era legal escravizar e tratar as pessoas como coisa, para delas tirar proveito econômico. A história se repete: o caça-níqueis da OAB, cuja única preocupação é bolso de advogados qualificados pelo Estado (MEC), jogados ao banimento, renegando pessoas a coisas. Destarte estou convencido que o ganhador do Prêmio Nobel da Paz sairá pela 1ª vez na história para o Brasil, entre dezenas de abolicionistas contemporâneos que estão lutando com pertinácia e denodo pelo direito ao trabalho pelo fim do pernicioso, concupiscente caça-níqueis exame da OAB.

Perfeito!

Fernando Charnaux Rocha (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

Parabenizo o advogado pela matéria "Nervos de Aço" a qual concordo em tudo que foi dito. É rigorosamente isso que vivemos no dia a dia da profissão. Advogados mais experientes querendo se prevalecer sobre os menos experientes. Juízes e promotores na mesma linha, ou seja, o advogado, além de ter conhecimento técnico, deve possuir extrema inteligência emocional para vencer na carreira. Parabéns, brilhante artigo.

Cultura lamentável

Nathaly Araujo Lima (Advogado Autônomo - Civil)

É difícil, na maioria das vezes, compreender tanta arrogância na classe! Uma cultura lamentável que deve ser repensada!

No Brasil é diferente...

adrianoalvesadv (Advogado Autônomo - Comercial)

...bem capaz de se tornar um contencioso na justiça do trabalho, por assédio moral.

O desafio

Zé Machado (Advogado Autônomo - Trabalhista)

Nosso grande aqui é ter uma santa paciência para aturar o despreparo geral da maioria dos magistrados e serventuários, a morosidade e a ineficiência, aliados aos tradicionais vícios corporativos do estado.

(...)

José Vieira de Sousa ()

Palmas."Favoritos"

Comentar

Comentários encerrados em 26/08/2016.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.