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Comentários de leitores

13 comentários

Doutrina

O IDEÓLOGO (Cartorário)

O conhecimento de Filosofia Jurídica permite a elaboração de estudos doutrinários mais consistentes, porém incapazes de alterar a realidade social. Esta, vem paulatinamente, sofrendo a influência da jurisprudência.

Cada doutrinador visualiza determinado instituto dentro de uma ótica própria. Os estudos dos doutrinadores são tão cambaleantes como a jurisprudência e não possuem efeito vinculante.

Também estou no aguardo

Flávio Ramos (Advogado Sócio de Escritório - Empresarial)

Nem só de artigos vive o homem! Precisamos também de obras, para ler preferivelmente no papel.

Atrito

O IDEÓLOGO (Cartorário)

Os membros da sociedade não querem um pensador, mas um profissional pragmático.Mas, brevemente, não teremos advogados, mas filósofos jurídicos nos Fóruns, mergulhados em Kant, Heidegger, Platão, Aristóteles, Parmênides, Hannah Arendt, Hegel, Kirkegaard, Sócrates, Karl Marx, Blaise Pascal, John Locke, Miguel Reale, Pirro, David Hume, John Rawls, F. Nietzche, Farias Brito, Epicuro, J. Austin, além de outros.

Pensar está difícil!

posilva (Serventuário)

Vamos jurisprudenciar que pensar está difícil!!! Parabéns pela coluna, e promessa é dívida. Estamos aguardando as indicações

Tudo certo, mas...

GilSantos10 (Outros)

Ótima matéria como sempre. O problema às vezes não é só dos estudantes ou dos operadores do Direito no momento hermenêutico-argumentativo, a grande maioria dos alunos no início da vida acadêmica, digo desde do início mesmo, ensino fundamental até o término do segundo grau não aprende a fazer uma simples interpretação de texto correta e quando chega ao ensino superior vai levando os argumentos pré-concebidos pela dogmática jurídica como corretos numa mera interpretação gramatical a la neopositivistas e não sistemática como deve(ria) ser e fica por isso mesmo seguindo a maré levada pelas universidades para formação de reprodutores do arsenal acadêmico já concebido, muitas com propagandas de coaching, cursinhos, compêndios de baixa densidade e até proposta de criação de curso tecnologos na area jurídica tudo ao seu gosto pra ser "mais fácil"não deixando de promover a ideologia liberal-normativista-individualista não estabelecida pela CF de fundo social-transformador-crítico e não questionando, transformando, promovendo o saber e sim somente o reproduzindo acriticamente.

Arthur Dias

Arthur Dias (Advogado Assalariado)

Esperarei pelas dicas de leitura.

Tudo certo, mas...

GilSantos10 (Outros)

Ótima matéria como sempre. O problema às vezes não é só dos estudantes ou dos operadores do Direito no momento hermenêutico-argumentativo, a grande maioria dos alunos no início da vida acadêmica, digo desde do início mesmo, ensino fundamental até o término do segundo grau não aprende a fazer uma simples interpretação de texto correta e quando chega ao ensino superior vai levando os argumentos pré-concebidos pela dogmática jurídica como corretos numa mera interpretação gramatical a la neopositivistas e não sistemática como deve(ria) ser e fica por isso mesmo seguindo a maré levada pelas universidades para formação de reprodutores do arsenal acadêmico já concebido, muitas com propagandas de coaching, cursinhos, compêndios de baixa densidade e até proposta de criação de curso tecnologos na area jurídica tudo ao seu gosto pra ser "mais fácil"não deixando de promover a ideologia liberal-normativista-individualista não estabelecida pela CF de fundo social-transformador-crítico e não questionando, transformando, promovendo o saber e sim somente o reproduzindo acriticamente.

Excelente iniciativa!

Allison Batista (Advogado Autônomo - Criminal)

Parabéns ao articulista pela respeitável ideia de trazer aos leitores algo diferente do que se escreve por aí! realmente, hoje, dá-se mais importância ao estudo da doutrina por meio dos "esquematizados da vida", e da lei seca e jurisprudência, sem se preocupar com uma base bem feita de estudos referente à filosofia, o que já começa nas próprias faculdades, vez que, não raro, os próprios professores são mal preparados. Estou com grande expectativa para com os próximos textos e suas dicas de leitura!

sugestões de leitura.

Francisco lima (Estudante de Direito)

Aguardando as sugestões de leitura, por enquanto vou lendo os artigos anteriores.

Ansioso

Leo Monteiro (Estudante de Direito - Internet e Tecnologia)

Aguardo ansioso por suas indicações, professor. Abraço.

Problema

O IDEÓLOGO (Cartorário)

O direito brasileiro tem suas bases no direito romano. E sofreu forte influência do direito continental europeu.
Com a consolidação do poder, em nível mundial, dos anglo-saxões, eles buscam, através do Banco Interamericano de Desenvolvimento e do Fundo Monetário Internacional a alteração da arquitetura jurídica de países periféricos.
Há no Brasil os embates entre o pensamento jurídico europeu, que preconiza um advogado com sólidos conhecimentos em Filosofia, e o pensamento anglo-saxão, com profissional pragmático, pouco propenso a converter questões jurídicas em debates filosóficos. Dado o caráter prático do povo brasileiro, excelente em improvisação, e diante da ampliação da influência do pensamento norte-americano, o decréscimo das ideias do direito continental europeu, permitirá a superação da crise do Direito.

Coluna necessária

Estudante-de-Direito (Estudante de Direito)

Ótimo texto. Recoloca a sempre importante questão de ousar saber, ir além do posto. Obrigado professor.

Excelente texto

Henrique Ujo (Administrador)

Parabéns pelo texto, Dr. Alexandre! E também pela iniciativa de usar este espaço como propulsor não apenas de críticas aos inúmeros problemas que gravitam no órbita de nosso ordenamento jurídico, mas também por trazer soluções para que futuras gerações possam evoluir culturalmente. Aguardo os próximos textos e as indicações ansiosamente, abraço e mais uma vez parabéns pelo trabalho.

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