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Responsabilidade fiscal

Temer muda projeto de Dilma sobre renegociação das dívidas dos estados

Comentários de leitores

10 comentários

Foco errado

Daniel André Köhler Berthold (Juiz Estadual de 1ª. Instância)

Se, como escreveu Le Roy Soleil, "responsabilidade fiscal é para todos", por que o Projeto só atingia (sem ninguém reclamar, que eu saiba) Judiciário e Ministério Público dos Estados?
Se pagam para os federais, aí, tudo bem?
O que temos mesmo que discutir é a excessiva centralização da arrecadação tributária. Vivemos numa Federação de papel, em que Estados e Municípios são microapêndices da União, que, quando a situação daqueles está desesperadora, dá-lhes "migalhas" e ainda faz de conta que está fazendo um favor imenso.

Privilégios

Contribuinte Sofrido (Outros)

...E a aristocracia judicial/ministerial continua, com seus milionários rendimentos como se fossem grandes e bem sucedidos empresários, só que sem criar nenhum emprego e nem correr nenhum risco.

Isso é imoral !!!!

Le Roy Soleil (Outros)

Como se a "fonte" dos gastos do Judiciário, MP, TCs e defensorias não fosse a mesma: os tributos pagos pelo contribuinte. Responsabilidade fiscal é para TODOS, sem exceções espúrias de natureza alguma !!!!

É a conta ...

Sersilva (Advogado Associado a Escritório - Administrativa)

Os intocáveis, até quando???

Privilegiados

Rosângela B Gomes (Professor)

Com estas alterações e sem se submeterem à LRF os privilégios concedidos à casta continuarão crescendo. Lamentável.

Privilegiados

Rosângela B Gomes (Professor)

Com estas alterações e sem se submeterem à LRF os privilégios concedidos à casta continuarão crescendo. Lamentável.

Auxílio-moradia é demais mordomias serão mantidas

Sandro Xavier (Serventuário)

Como servidor do PJU, me causou vergonha ver meus próprios colegas lubridiados no terrorismo provocado pela mentira de demissões e exonerações. Na verdade, o PL 257 pretendia acabar com a farra dos auxílios-moradia e verbas indenizatórias, para que os salários atendessem ao teto constitucional.
Atualmente uma elite do serviço público percebe remunerações de R$ 100 mil a R$ 200 mil por mês, a título de acréscimos de verbas ditas "indenizatórias". Numa mentira muito bem orquestradas, espalhou-se a ideia que o PL 257 ia "acabar" com o combate à corrupção e causar, pura malandragem!!! Na verdade, precisamos acabar com esses salários de marajás de um seleto grupo, que não respeitam o teto constitucional e nem a lei de responsabilidade fiscal.

Pequena correção

A. Vieira (Servidor)

Apenas uma pequena correção: os gastos com inativos e pensionistas sempre foram contemplados no cálculo da despesa para fins de aferição (art. 18, caput, LRF), com exceção daqueles custeados com recursos vinculados (contribuições dos servidores - art. 19, VI, "a"). O PLP 457/2016, nesse aspecto, apenas reiterou o que já estava previsto na LRF.
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Além disso, o artigo incluído no substitutivo referiu-se à não contabilização das despesas com terceirizados (§1º), indenizações e auxílios (§5º) e exercícios passados (§7º). Assim, os gastos com inativos e pensionistas continuarão a ser contabilizados da mesma forma, inclusive pelos órgãos destacados na notícia, não podendo, no entanto, exceder os limites corrigidos pelo IPCA.

esperteza

Igor JP (Outros)

Se o MP suspendesse o pagamento do imoral auxílio-moradia, talvez o ajuste ficasse viável.

O lobby é muito forte...

Gabriel da Silva Merlin (Advogado Autônomo)

O lobby daqueles que mais se beneficiam do inchaço da folha de pagamento nos estados é muito forte, nunca que eles vão largar essa "teta" facilmente. Por isso já era esperado que haveriam fortes resistências daqueles que se beneficiam do sistema, objetivando manter os privilégios que possuem.

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