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Comentários de leitores

7 comentários

Tem algo que não confere nessa entrevista...

Honório (Servidor)

Vamos às razões, por que não foi divulgada a inscrição na OAB do entrevistado? O entrevistado disse ter sido preso e torturado por Ustra, mas não disse nem onde nem quando tal ocorreu. Apenas referiu "fui preso e torturado por ele". Ora, o ator e dramaturgo Mário Lago (colega do entrevistado) já doutrinava aos "seus pares", nessa época, "digam todos que foram presos e torturados pela ditadura...". Por outro lado, Lula nasceu no ABC no início dos anos 80, quando o Regime Militar chegava ao fim. Quem, na verdade lutou de peito aberto (na trincheira da tribuna) contra os governos militares foram, dentre outros, Paulo Brossard, Pedro Simon, Gilberto Mestrinho, Brizola, etc. Prova disso que a malfadada comissão da verdade (para entronizar os que ficaram nas sombras) deu em nada, haja vista que recusou-se a apurar ambos os lados dessa época da História nacional. Pena que grande parte da imprensa não aborda (por não desejar fazê-lo) tais aspectos de 1964 até os dias atuais...

Ditadura odiosa

LeandroRoth (Oficial de Justiça)

Muitas pessoas que falam hoje não sabem o que foi a ditadura. Eu mesmo só sei por histórias de meus pais e avós, mas as histórias já bastam.
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Pessoas sumiam. Sumiam por motivos desconhecidos. Voltavam depois de torturas brutais e humilhantes. Algumas não voltavam. Tudo sem processo, em julgamento, sem nada.
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Ser comunista é uma burrice tremenda, mas é um direito de todos. O maior problema é que muitos que eram presos ou sumiam sequer eram comunistas, mas poderiam estar sendo torturados porque algum informante sacana o apontou errado, com culpa ou dolo. Ou então porque você na faculdade tinha um amigo comunista e nem sabia.
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Era um regime de terror, onde todo o Direito era negado, e me admira que muitos advogados defendam o que se fez naquela época ou coloquem panos quentes.
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E digo isso mesmo odiando o PT. Odiar o PT não induz automaticamente a amar o regime militar. Nem tanto ao céu nem tanto à terra. Não quero nem uma ditadura militar nem uma ditadura de esquerda como a que o Chaves/Maduro implantaram na Venezuela. Só o Estado de Direito. É pedir demais?

Entre a cruz e a espada!

wilhmann (Advogado Assalariado - Criminal)

Sindicatos amordaçados.... Absolvição no STM... Paradoxo!!!
Será que a ditadura não foi benevolentes com muitos bandidos ...? Se verificarmos, hoje, um líder sindical é um dos maiores cafajestes da politica nacional.. A corja petista foi formatada em Santo Andre; lá a bandidagem, profissionalizou-se via pt que, em metástase, migrou pelas lindes e fronteiras do brasil. Se existiu ditadura: foi um num estado de exceção. E agora que existe ditadura em regime de legalidade!!!. Qual é pior - a das forças armadas ou a dos petistas.

Lei de Anistia Errata...

Arlindo Uilton deOliveira (Advogado Autônomo - Empresarial)

Oppss!!! Ex-Terrorista.

Lei de Anistia

Arlindo Uilton deOliveira (Advogado Autônomo - Empresarial)

A Lei veio para anistiar pessoas que erraram em ambos os lados.

Em virtude disso a Terrorista Dilma é a atual Presidente.

O apoio da oab ao regime militar

O IDEÓLOGO (Cartorário)

Idibal Pivetta foi um herói em sua época. Porém, a instituição a qual se liga por motivos profissionais, apoiou o regime Militar.
Em 1964, o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) esteve ao lado dos militares e apoiou o fim de um governo eleito por mais de 90% da população brasileira, quando João Goulart foi expulso do Poder. Foram anos de ditadura e violência e uma luta renhida para que a democracia fosse instalada novamente.
Lembro que, o apoio maciço dos advogados ao "Ancien Regime Militaire" ocorreu pelo fato de a maioria dos referidos profissionais possuírem posições políticas e jurídicas reacionárias. As exceções são aqueles que, diretamente, lutaram contra o aludido regime, como o próprio Pivetta e o brilhante Raymundo Faoro. A grande maioria navegou as águas da mediocridade, pouco se preocupando com a situação política do país, em uma alienação que surpreenderia o próprio Antônio Gramsci e M. Robespierre e, igualmente, Carl Schmitt. Ou seja, os advogados permaneceram, para utilizar uma expressão popular "em cima do muro", restritos ao recebimento de honorários, relegando ao oblívio os interesses dos clientes e da própria Nação. Atualmente, sofrem com a restrição do Mercado Econômico, e enfrentam, cada vez mais, uma crise de identidade, na qual muitos se encontram na mesma situação dos operários do século XIX, realizando audiências por R$ 50,00 e tomando o café da manhã na própria sala da OAB, enquanto uma minoria dirige escritórios no Brasil, entretanto, residem em Miami nos EUA, tratando os componentes como se fossem escravos.

Será?

Luiz C Silva (Oficial do Exército)

Será?

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