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A três

Tabeliã diz que registro de união poliafetiva é evolução do Direito de Família

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Comentários de leitores

7 comentários

Que tempos...

A.F. WAGNER JR. (Advogado Autônomo)

Viva o Marxismo Cultural!

E agora José?

andreluizg (Advogado Autônomo - Tributária)

E por que não uma família casada com 7 homens e 3 mulheres? Ou 17 mulheres e 4 homens? Ou uma comunidade inteira poliafetiva, com 100 mulheres e 100 homens? Existem direitos de terceiros. E a pensão, guarda dos filhos, pátrio poder, direito sucessório...?
O direito de família está umbilicalmente conectado à evolução da sociedade, não pode se adiantar nem ficar para trás. São mudanças que geram consequências sérias em todas as relações jurídicas, inclusive com terceiros.
É justo pesar o amor e o direito ao bem estar familiar como uma das máximas manifestações da dignidade humana. Mas isso deveria desaguar em pressões para alterações legislativas, em manifestações junto a deputados e senadores, protestos e outros atos, mas não forçar interpretações claramente contrárias à lei.

Papel aceita tudo!

Eduardo. Adv. (Advogado Autônomo)

O que importa, de início, é a documentação onerosa dos fatos. O papel aceita tudo, desde que se paguem os emolumentos.
O problema será no futuro, quando um papel prova uma declaração, mas não diz o Direito que dará solução ao caso.
Desjudicialização da vida por atos extrajudiciais???
E não adianta o Poder Judiciário reclamar, porque parte dos emolumentos é destinada aos cofres do Poder Judiciário.

Efeitos patrimoniais

ricardo micheloni (Advogado Sócio de Escritório - Tributária)

De importante valor quanto ao respeito à liberdade a todos no Estado brasileiro sobre a manifestação quanto aos sentimentos. A decisão do STF tem relevante importância, onde o voto na opinião do Ministro Barroso, empresta sublime e firme fundamental valoração do tema.

De outro ângulo, sempre me deparei com a dificuldade de encontrar como o direito sucessório, será colmatado sobre os bens pois não há na cadeia sucessória disposições que tragam estabilidade acerca da divisão do patrimônio, a essas pessoas, quando muito a escritura pública poderia ser utilizada em interpretação ao artigo do Código Civil. Portanto, ao meu ver, a decisão do Judiciário, do STF como fonte do Direito, tem relvantissima função, e que a despeito de opiniões subjetivas de ordem moral e etc., dos parentes dessas pessoas e da sociedade como um todo em seus segmentos, a solução mais segura às sociedades poliafetivas , seria a mudança do Código Civil, nesse aspceto.

para ser legítima, só falta a sociedade aceitar...

Patricia Ribeiro Imóveis (Corretor de Imóveis)

Diz a articulista: “a única coisa que falta para a legitimidade completa das uniões poliafetivas é o reconhecimento social”.

Sabe-se que bigamia é crime; mas, se mesmo sendo crime, o que falta para torná-lo legítimo é a sociedade aceitar, então posso concluir que o jogo do bicho também é legítimo, assim como o uso de drogas... e por que não dizer a lavagem de dinheiro e outras situações que podem contar com apelo popular...

Legislador e sociedade para que?

Observador.. (Economista)

Temos as deduções de alguns para legislar sobre qualquer assunto.

Evolução

O IDEÓLOGO (Cartorário)

Apesar da tradição portuguesa, o comportamento do brasileiro evolui para aceitar outros tipos de vida jurídica.

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