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Ofícios ignorados

Moro diz que só soube de grampo em escritório após notícia da ConJur

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31 comentários

Pois é

Observador.. (Economista)

Urge que sejam tomadas medidas duras contra tal Juiz, este mau brasileiro chamado Moro.
As pessoas que vivem neste Convento das Carmelitas Descalças , apelidado de Bruzundanga, com certeza devem cobrar todo o rigor da LEI contra ele.
Afinal, tudo que vemos à nossa volta é algo imaginário, que deriva da mente da elite branca, golpista e de olhos azuis sueca(ops, bruzundanguense)que quer tirar do governo pessoas que já mostraram todo seu amor e respeito à Bruzundanga e toda competência possível para gerir até mesmo lojinhas de 1.99...imagina um país, muito mais fácil.
E sempre na completa lisura.Afinal, tudo que é jatinho, iate, fortuna, apartamentos, carrões etc, só é para emoldurar com certa graça a vida tão sofrida destes abnegados que tudo fazem por si, digo, por Bruzundanga.

E quanto ao vulgo...este menosprezado pedaço de nossa sociedade.Adulado em certas épocas, tão mal compreendido em outras. Os mais sábios não tem em ninguém um referencial.Tem "nas leis", "nas regras" , "nos livros"...etc...pois no fundo talvez só tenham em si mesmo, o maior dos referenciais possíveis.
Para estes, não existiriam homens que fizeram história.Pois a História, para estes, não se faz com homens.Se faz com abstrações mentais.
Ou talvez só americanos e europeus tem autorização (até porque se lixam para tupiniquins em geral) para cultuarem seus homens históricos, sem parecer que cultuam "messias", "salvadores da pátria" ou outros apelidos comuns por aqui.
Pobre Bruzundanga

A emenda é pior que o soneto!

Sérgio Niemeyer (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

Dizer que o grampo no telefone de todo um escritório de advocacia não foi notado e que só tomou conhecimento depois que a imprensa divulgou o fato é muito mais grave.
Afinal, que raio de condução do processo é essa tocada ou presidida pelo juiz Sérgio Moro? Se ele é o presidente ou o superintendente do processo, já que é dele o impulso oficial e a responsabilidade pela condução e fiscalização de todos os atos processuais, dizer que a imprensa soube primeiro significa dizer que ele não tem qualquer controle sobre o que acontece nos autos. Então, como pode condenar ou absolver alguém a partir de um processo sobre o qual não tem qualquer controle? Se é assim, quem garante que provas não sejam encartadas, suprimidas, trocadas sem que ele jamais tome conhecimento?
É, Sérgio Moro. Chegou a hora de pedir pra sair. Com o tempo, e aos poucos, a máscara vai escorregando e começa a cair. É melhor sair antes de o povo descobrir que tudo não passou de um grande embuste. O povo não merece essa desilusão. Afinal, todos do vulgo ansiam por um super-herói, não importa a cor da capa.
(a) Sérgio Niemeyer
Advogado – Mestre em Direito pela USP – sergioniemeyer@adv.oabsp.org.br

Pau que dá em Chico NÃO dá em Francisco.

Marcelo-ADV (Outros)

Não dá mesmo.

Alguns estão acima da Lei, estão além do bem e do mal. É o além-do-homem de Nietzsche, que aparece aqui no Brasil para mudar tudo, através da vontade de poder. Mudar todas as Leis, todos os valores, e aplicar o Direito do além-do-homem, um direito privatizado.

Que Direito é esse? É o que o além-do-homem desejar que ele seja. É um Direito niilista. Não se sabe o porquê disso ou daquilo. Não existe verdade, não existem pressupostos., não existem "coisas em si", falta o fim; falta a resposta ao "por quê?". Existe apenas o deserto, o vazio, o vácuo eterno (e o deserto cresce) e a vontade de poder.

É o Direito ex nihilo.

- Quero decretar prisões para forçar a delação premiada, então decreto. Há Leis permitindo isso? Não, mas e daí? A Legalidade démodé não se aplica ao além-do-homem.

- Quero condenar sem ler, ótimo. Qual a justificativa? Eu quero, simples assim. Não gostou, então recorra (eu sou popular, o Tribunal gosta de mim, então será um recurso inútil). Eu sou o novo Deus. Todos vocês estão abaixo de mim, pois são uma raça inferior, que não conhecem o Direito como eu, o meu Direito ex nihilo.

Eu sou além-do-homem, o novo Senhor, e vocês, de raça inferior, devem me seguir, pois sou o Imperador da nova hierarquia social.

Pau que dá em chico, quebra antes de dar em Francisco?

Willson (Bacharel)

Epero que o STF e o CNJ empreguem contra o juiz universal, o mesmo rigor que este utiliza contra os seus réus, quando infringem a lei e aparecem com desculpas esfarrapadas, como as ora vergadas pelo juiz. Nem um milímetro a mais ou a menos.

Não convence

George Rumiatto Santos (Procurador Federal)

Além da desastrosa divulgação do conteúdo da interceptação, o grampo no escritório de advocacia é medida inexplicável!
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A OAB está anunciando, mas não mostra veemência no combate a esse atentado à advocacia.
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Urge sejam tomadas medidas repressivas para que abusos como esse não se repitam. O escritório inteiro foi grampeado, e o assunto parece não gerar a comoção que se esperaria diante de um ato autoritário e abusivo como esse.
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O magistrado apresenta justificativas evasivas e pouco convincentes. Age como se não fosse nada de mais.
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Se continuar assim, o Brasil vai encarar novo(s) processo(s) na Corte Internacional.

Fica cada dis mais difícil defender os abusos

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Deixe-me ver se entendi direito. Então o Juiz "não notou" o que havia nos autos do processo sob sua responsabilidade, mas leu o que foi publicado na CONJUR sobre os autos, quando então soube do fato? Creio que pode ser possível os argumentos de Moro, pois não é incomum que uma petição leve algumas semanas para ser apreciada após dar entrada no fórum, mas nesse caso resta claro que o Magistrado está dando mais atenção ao que diz a mídia do que está nos autos, o que reforça a tese de que Sérgio Moro decide com um olho nos autos, e outro nos números do IBOPE.

Descontrole total

Mestre-adm (Outros)

A cada dia que passa, as pessoas de bom senso percebem que a Lava-Jato está completamente descontrolada. Chega a ser patética a tentativa do juiz de tentar justificar as ilegalidades cometidas pela chamada força tarefa, como a escuta indiscriminada de dezenas de advogados. O juiz deveria ter a humildade de reconhecer que não é o único juiz do Brasil apto a julgar casos de corrupção e enviar os inúmeros processos que se reuniram no juízo universal de Curitiba para os juízes competentes, que saberão conduzi-los com a mesma integridade e equilíbrio com que foram conduzidos pelo juiz Moro até aqui.

"amicus curiae"

WLStorer (Advogado Autônomo - Previdenciária)

A ConJur deve com urgência se oferecer como "amicus curiae" para intervir no Processo da Lava Jato.
Se houve interceptação de diálogos telefônicos do escritório de advocacia que defende o homem com a viva alma mais honesta, é só excluí-las dos Autos. Simples assim!
Não adianta mais nada. Como diz a bandidagem: "perdeu, perdeu!". Dilma já está fora e Lula, não demora, vai estar dentro (de uma cela em Curitiba).

Sanção disciplinar ou penal?

Rafael Perdigão (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

Cabe ao STF e ao CNJ julgarem este fato com o mais alto padrão de isenção institucional., até porque fere o Estado Democrático de Direito.
Bem difícil a aplicação da sanção penal, quase impossível, vez que a tese deve ser a de que o magistrado no exercício dos seus atos não comete crime.
Quanto à esfera disciplinar tem mais chances, mas se acontecer tenho minhas dúvidas de que será uma medida exemplar, que acabará por ser esquecida.
No mais aguardemos as cenas dos próximos capítulos!

Escher et al. v. Brazil

Felipe Salomé Bini (Advogado Autônomo)

O caso "Escher et al. v. Brazil" correu na Corte Interamericana de Direitos Humanos, e não "Corte Internacional de Direitos Humanos", como mencionado na matéria.

tudo esclarecido

EstudantedeDireito (Estudante de Direito)

Essa história de grampo no escritório inteiro era muito estranha. Agora, resta esclarecido que era o número cadastrado no CNPJ da empresa do investigado, que depois foi alterado ... má-fé evidente.

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