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Abordagem desproporcional

Advogada chamada de "patricinha" pela
PM será indenizada em R$ 20 mil

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Comentários de leitores

13 comentários

RESPOSTA A Bel. Antonio Alves (Policial Militar)

Flávio Marques (Advogado Autônomo)

O seu comentário só demonstra o quão autômatos são os alguns policiais. Primeiro, você, Antônio,já vem falando de desacato. Como sempre, as ditas "autoridades" se escondendo atrás do ridículo crime de desacato. Quem dá voz de prisão por desacato é, na maioria das vez (NÃO TODAS!), acéfalo que não sabe debater (na minha opnião). Quando é colocado em xeque, logo se arroga no direito de dizer que está sendo desacatado e, claro, dá voz de prisão. Segundo, a irresignação, a revolta é própria do ser humano, que não se esqueça, é um animal e, por conseguinte, age por impulso muitas das vezes. Sendo assim, achando-se injustiçado, você quer que pessoa fique calada, aceite quieta a injustiça que ela entende estar sofrendo? Vamos raciocinar mais! Não, a polícia nos EUA é tão truculenta quanto a polícia brasileira! Você não acompanha noticiário estrangeiro? Será que já se esqueceu das cenas de protestos por todo aquele país? Outra: enfrentar bandido é sua obrigação, do contrário era só não prestar concurso para a polícia. Ademais, vocês, policiais, tem como obrigação ajudar na hora do perigo, ainda que sendo criticados. Por fim, mais uma vez só se demonstra o quão medíocre o dogma militar é, pois não aceita questionamentos e críticas. Com isso, quando civis debatem, questionam e não aceitam certas condutas policiais, logo transparece a truculência militarista. Por fim, até seria o caso de atirar pedra na vidraça da polícia, pena que a muito tempo ela (polícia) já não mais possui vidraça!!!

E o MP? Cadê? E a ação penal?

Alessandro - DF (Advogado Autônomo - Civil)

A polícia não é raiz de todos os males, mas também não é a panacéia, como quer dar a entender as instituições policiais.

O polícia só tem legitimidade, e utilidade quando atua conforme a lei.

Fora da legalidade, o policial se tornar um fardo, um prejuízo, e dá ensejo a reações de legítima defesa.

É fardo, porque acaba por desgastar as instituições públicas, que tem que ficar explicando e investigando pessoas de deveriam estar protegendo a população.

É inútil (se fora da legalidade) porque não justifica o gasto que é realizado com os seus salairoa e benefícios, pois se for para empunhar uma arma e sair ameaçando, matando, e agredindo as pessoas ou suspeitos, então para isto não é não é preciso de policial e gastos com eles, pois qualquer pode fazer condutas ilegais e abusivas.

Mas, isso só vai mudar quando o Ministério Público for mais efetivo.

Decisão acertada

ABSipos (Advogado Autônomo)

Li a decisão e a considero acertada ao sopesar o conjunto probatório, mas acredito que a advogada deveria ter ingressado contra o prefeito também, afinal foi conivente com a atitude abusiva dos policiais.

Apenas considero que o valor da condenação em danos morais foi tímido e insuficiente para reparar os extensos danos morais causados, haja vista que ela foi revistada de maneira abusiva, teve armas apontadas para si, os policiais ameaçaram atirar nela, a presença de muitas testemunhas no local e as ofensas como patricinha e filhinha de papai, que inclusive a levaram a chorar copiosamente, situação extremamente humilhante e vexatória.

Circo PM

JuizEstadual (Juiz Estadual de 1ª. Instância)

Essa PM que abusa da autoridade nas ruas, executa pretos favelados, é que quer fazer o ciclo completo (circo completo), investigando seus próprios atos e livrando-se do controle da Polícia Civil?

E porque a demora

Trunfim (Escrivão)

pra julgar uma ação tão simples?. DESDE o ano de 2007!!.
É inaceitável!!!!.

Não importa se a condutora

Trunfim (Escrivão)

estava errada, a conduta do Policial foi errada.
A estupidez, as mortes por parte dos Policiais estão aumentando cada vez mais e a criminalidade só aumenta, produto do despreparo de todo setor de segurança pública.
O crime organizado cada vez maior.

Falando do rabo dos outros

Bel. Antonio Alves (Policial Militar)

Engraçado que quando o cidadão, em especial algum advogadozinho, desacata o policial na presença de grande numero de pessoas, a justiça não faz tanto alarde. Teve um caso no Rio de Janeiro em que uma arquiteta, se julgando autoridade, falou o que bem quis aos policiais, fez ameaças e ninguém se manifestou. Realmente tinha que acabar com as policias mesmo, deixar o povo resolver seus assuntos sozinho. Depois querem comparar o Brasil com os EUA, mas lá a policia é respeitada, aqui todos acham que são superiores aos policiais, todos são especialistas em segurança pública, acham que sabem como o policial deveria agir, mas nenhum desses que critica vai lá e enfrenta o que esses profissionais enfrentam. As pessoas só sabem falar, mas não agem. Para aqueles que acham que a policia é despreparada, não confiam na policia, um conselho, quando precisarem, chamem o bandido, por que é controverso eu não confiar em uma pessoa ou instituição e na hora do perigo clamar por sua ajuda. Alguns advogados dizem ser a policia uma instituição sem moram, mas será que a classe dos advogados tem uma moral ilibada? Vamos procurar observar mais os noticiários, vamos cuidar de nossa janela antes de atirar pedra na vidraça alheia. Não falem do rabo dos outros sentando sobre o seu.

Triste Brasil.

J. Henrique (Funcionário público)

Caro Mauro,
Se o policial estivesse preocupado em não dilapidar seu patrimônio teria, gratuitamente, atacado a cidadã a quem devem servir?
Se uma raspada de retrovisor resulta nisto, tudo está explicado - em especial aqui no Rio de Janeiro.

romulo junior

Romulojunior (Advogado Autônomo - Internacional)

por caso muitos mais graves a justiça deu muito menos na indenizaçao,agora nesse caso deu 20 mil,tenho certeza que no recurso vai cair pra muito menos,agora o comentario do Adenilson falando que foi umas raspadinha ,sera que ele estava lá e viu como foi,pelo comentario deve ter visto,tinha que ser testemunha dela.e pra a mulher fugiu do local indepedente de ser veiculo oficial ou nao ,tinha que ter parado,no recurso cai tudo.o juiz desse caso nao deve gostar de policia,por isto deu esata sentença.

e cobre dos Policiais.

Neli (Procurador do Município)

E que os policiais paguem o Estado pelo prejuízo causado.

Mais um caso absurdo da PM!!!!

Ademilson Pereira Diniz (Advogado Autônomo - Civil)

Os anais já não cabem mais tantas notícias desabonadoras das condutas da nossa PM (de qualquer Estado que for). É lamentável. Vejam que absurdo: uma mera raspadinha de retrovisor, o que pode acontecer aos milhões de pessoas que dirigem por esse Brasil afora, gerar uma 'ação' truculenta, no mínimo de duvidosa regularidade ( pois, nada justificava a perseguição e a revista, já que causar uma 'raspadinha' de retrovisor de auto NÃO É CRIME, e mais o automóvel atingido estava 'descacterizado'....o que justificaria isto? É lícito usar a PM um automóvel descaracterizado para proteger um Prefeito?) . Acho até que a indenização foi pequena, diante da gravidade da ação, da violação perpetrada pelo PMs. Espero que a sentença seja mantida e que os PMs respondam regressivamente -- apesar de seus parcos salários -- ao ESTADO. Precisamos acabar com essa farra com o dinheiro público, consistente em os agentes públicos cometerem todo o tipo de arbitrariedade e ilegalidade e nós, os contribuintes, pagarmos com os nossos impostos. Só assim eles aprenderão a seguir as regras.

polícia SEM MORAL

Flávio Marques (Advogado Autônomo)

A polícia é um órgão estatal sem moral. Ao invés de procurar meios para trazer as pessoas para o seu lado, serem bem vistos pela sociedade, preferem ser truculentos e empregar o pífio dogma militar contra civis. Nem se fala, então, quando estão escoltando, protegente alguma "autoridade" (?)... tornam-se ainda mais mesquinhos! Será por quê? Desejo de promoção por meio de média?

Episódio lamentável.

Mauro Garcia (Advogado Autônomo)

Provavelmente a procuradoria estadual irá perpetrar a regressiva contra os policiais. Episódio lamentável, haja vista os parcos rendimentos destes agentes e ainda ter que custear condenações judiciais.

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