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Percentual de vagas

OAB-DF deveria empregar ex-presidiários para reinserção social, diz oposição

O advogado Délio Lins e Silva Júnior, pré-candidato de oposição à presidência da OAB do Distrito Federal, defendeu nesta quarta-feira (16/9) que a entidade faça um convênio com a Secretaria de Justiça distrital para promover a reinserção de ex-presidiários no mercado de trabalho. “A OAB-DF deveria destinar um percentual de vagas no seu quadro de pessoal aos ex-presidiários, assim como fazer um trabalho de divulgação nesse sentido junto aos escritórios de advocacia”.

Ele defendeu também a criação parceria entre a Fundação de Assistência Judiciária da OAB-DF e a pasta distrital para disponibilizar assistência “mais ampla” aos presidiários. Para o criminalista, a seccional está sendo omissa porque não tem dado a devida assistência aos detentos do Distrito Federal, seja jurídica ou de reinserção no mercado de trabalho.

Na manhã de hoje, o advogado esteve com integrantes da oposição na Penitenciária Feminina do Distrito Federal, conhecida como Colmeia, no Gama, para doar 700 kits de higiene pessoal e piso emborrachado para o berçário recém-construído.

Revista Consultor Jurídico, 16 de setembro de 2015, 21h25

Comentários de leitores

3 comentários

Sobre os comentários abaixo...

Gabriel Cabral Parente Bezerra (Advogado Autônomo - Tributária)

Dos dois primeiros comentários, um deles do famigerado colega Marcos Alves Pintar, figura sempre presente nos comentários, cujo respeito várias de suas posições. Todavia, me pareceu um comentário infeliz de sua parte neste artigo. Ora, a OAB precisa de funcionários como qualquer instituição. Em nenhum momento o presente artigo escreveu sobre contratar mais funcionários além dos que já possui. Tudo que foi escrito é que, na hora da contratação, esteja destinado um percentual para a reinserção de presidiários, motivo que me parece razoável ou, no mínimo, defensável.

Em relação ao segundo comentário, o comentarista criou todo um raciocínio apenas para, ao final, pedir o fim do Exame de Ordem. Nexo causal, técnica indispensável para uma semântica lógica adequada a qualquer texto, não está exposto. Ainda que estivesse, aqui não é o local adequado para manifestar tais opiniões, tendo em vista a incapacidade forma do referido candidato a tomar qualquer medida direta a respeito.

Ademais, desejo boa sorte ao professor Délio Lins e Silva Júnior. Me parece o candidato mais adequado para presidir a seccional da OAB-DF.

E os escravos da OAB deveriam ter direito ao trabalho

VASCO VASCONCELOS -ANALISTA,ESCRITOR E JURISTA (Administrador)

Por: Vasco Vasconcelos, escritor e jurista. Qual o medo do Congresso Nacional abolir de vez a escravidão contemporânea da OAB? “De todos os aspectos da miséria social nada é tão doloroso quanto o desemprego” (Jane Addams).Estou convencido que existem alternativas inteligentes e humanitárias: tipo estágio supervisionado, ou residência jurídica “A bove majore discit arare minor” (O boi mais velho ensina o mais novo a arar).
Destarte, em respeito a dignidade da pessoa humana, ao direito ao trabalho torna-se imperioso e urgente a Presidenta República, também em respeito ao Princípio da Igualdade (art. 5º CF), dar tratamento isonômico aos Bel. em Direito (Advogados), editando uma Media Provisória abolindo a escravidão contemporânea da OAB, ou seja o fim do caça-níqueis Exame da OAB, uma chaga social que envergonha o país, revogando o inciso IV e § 1º do art. 8º da Lei nº 8.906, de 04 de julho de 1994, que dispõe sobre o Estatuto da OAB. “A privação do emprego é um ataque frontal aos direitos humanos. “Assistir os desassistidos e integrar na sociedade os excluídos” . A Constituição Federal prevê expressamente a responsabilidade do Estado perante todos os cidadãos, garantindo-lhes direitos e deveres fundamentais, abrangendo também a população que ingressa no sistema penitenciário. Se o preso tem o direito social ao trabalho (art. 6º da CF). Se até o condenado pela justiça (preso por crime hediondo) é assegurado o direito ao trabalho, tem direito, a reinserção social e profissional a inserção no mercado de trabalho, amparado pela Constituição Federal, no Código Penal e na Lei de Execução Penal (LEP), “que garantem ao preso o direito de trabalhar.Por quê os condenados ao desemprego pela OAB não tem esse direito? Pelo fim do caça-níqueis exame da OAB.

É preciso enxugar

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

A OAB não é cabide de empregos. Mais respeito com as anuidades pagas pelos advogados brasileiros, não raro em prejuízo aos próprio sustento familiar.

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