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Direito de defesa

Brasileiros não podem ser "cidadãos liminares", que homenageiam os instintos

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Comentários de leitores

4 comentários

Preparando a defesa

Raquel Fernanda (Estudante de Direito)

Ao meio de duas operacoes da PF atingindo em cheio sua familia e negocios, inclusive com mandados de prisao no forno, o Dr. Fabio Trad esta sem dormir aguardando a eminente condenacao publica que esta por vir....
Quanto injustica....

Estado pre-hobbesiano

Rivadávia Rosa (Advogado Autônomo)

O Estado pode ser imenso (como o é o Estado brasileiro), que pretende ser ‘protagonista econômico numa ampla gama de funções e atividades, porém demonstra ser incapaz, absolutamente incapaz de atender às suas funções básicas e, singelamente de cumprir e fazer cumprir a lei.

E, assim, quando não cumpre com suas funções essenciais, sobretudo a de segurança pública (res) surge a reação natural em decorrência do retrocesso ao estágio de sociedade sem Estado (pré-hobbesiano) - “naturalmente” a velha e universal lei: a Lei de Talião.

Dr. Fábio

Observador.. (Economista)

Muito bom o seu texto.Como o outro comentarista apontou, até emociona, pois há momentos que imagino que - quase ninguém - "pensa" o Brasil.
Complemento dizendo que, de fato, não podemos ter justiçamentos e nem atropelos.
Mas está na hora da sociedade clamar para que sejam apontadas as formas, sem justiçamento e sem atropelos, do brasileiro não mais ser morto (60.000 homicídios/ano há mais de década) ou roubado (corrupção, mal funcionamento do Estado, usurpação de poder por agentes públicos e quetais) e poder ter atitudes diante de tantas perversões e distorções sem ter que lidar com rótulos provenientes daqueles que, convenientemente, preferem a inação e o "deixar tudo como está", pois se beneficiam do nosso estado de coisas, procurando inibir os que tentam reagir, rotulando-os das mais diversas formas. Fascistas (palavra mal empregada no Brasil ) e Haters ou aqueles adeptos dos "discursos de ódio", são os rótulos preferidos para classificar a divergência e muito utilizados por aqueles que, através da retórica, fingem querer mudanças mas adoram o "mais do mesmo", sempre com outra roupagem .

Parabéns

RODRIGO (Advogado Autônomo - Criminal)

Há tempos que um texto não me emocionava. Ainda há esperança.

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