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Gilmar Mendes devolve ação sobre financiamento empresarial de campanhas

Comentários de leitores

6 comentários

Direito, a arte da EMPULHAÇÃO....

Gerson Caicó (Estudante de Direito)

Esse gângster, segundo o Quinca, é um patife de quinta categoria.....é o tal "bandido de toga" da ministra Calmom, além de ser a verdadeira "herança maldita" do igualmente patife FHC.
Direito, a arte da EMPULHAÇÃO!!!!

Timing perfeito

Gilberto Serodio Silva (Bacharel - Civil)

Não comento a decisão favorável a manutenção do financiamento de campanhas, partidos e políticos por empresas.
Na Câmara dos Deputados os únicos partidos que votaram em bloco contra a prática inconstitucional - empresa não é agente capaz ou tem cidadania - foram PT e PSOL.
Se Dilma vetar o artigo da lei da pseudo reforma o julgamento prossegue com fulcro na prática vigente.
Ex vernáculo: A bola está com Dilma que é do PT.

Consequências??

Willian Fernandes (Bacharel - Trabalhista)

E para isso não há nenhuma consequência? Crime de responsabilidade? Para mim uma atitude dessa poderia muito bem ser tratada como crime de responsabilidade e exoneração do cargo.

O político Gilmar Mendes

JUNIOR - CONSULTOR NEGÓCIOS (Professor)

Esse cidadão perdeu a credibilidade como julgador há muito tempo, quando se aposentar não deixará legado jurídico algum ao STF.

Primeiro moraliza o judiciário

Professor Edson (Professor)

Depois moraliza a politica, uma instituição que pune os seus bandidos com exoneração que se confunde com promoção não passa muita credibilidade.

Absurdo.

Willson (Bacharel)

Absurdo que um ministro se sinta no direito de interferir de tal forma no processo político, impedindo, POR MAIS DE UM ANO, que uma decisão já formada por seus colegas produza efeitos. E depois, ainda, posar como vestal... Tem razão, seo Gilmar... Que papel... que PAPELÃO!!!

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