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Plurimilitância amorosa

Mulher que desconhece pai de seu filho não tem de indenizar ex-marido na separação

Comentários de leitores

4 comentários

Sérgio

Sergio Soares dos Reis (Advogado Autônomo - Família)

Sr. Radar (parabéns pela vosso comentário), também penso da mesma forma.

Maus frutos

Radar (Bacharel)

Na terra da Decência, vizinha da Vergonha, dois povoados extintos, uma mulher casada que engravidasse num período em que transou com outro, contaria a seu cônjuge, por mais danosas que pudessem ser as consequências. É o mínimo de lealdade que se espera de quem se pretende humano. Nessa mesma terra, nenhum juiz diria que "compreende" a dor do marido duplamente traído, quando o espírito da sentença é diametralmente oposto. O "deixa pra lá, sua dor não é indenizável", é tão comum quanto desumano. Triste epílogo patrocinado pelo estado-juiz: a traição atingiu até mesmo a fase do exaurimento.

Sérgio

Sergio Soares dos Reis (Advogado Autônomo - Família)

Mesmo não conhecendo o caso concreto, em tese, crime de tortura.

Imagine no caso concreto, o "pai", mesmo sendo induzido a erro, desejar em manter a relação de pai e filho.

Esta criança, desde o ventre da "mãe", já predestinada a sofrimento, aliás eterno sofrimento, por conta única e exclusiva de sua genitora.

Mãe é tudo ao contrário, não MENTE para o PRÓPRIO FILHO.

Interessante o termo

Observador.. (Economista)

Plurimilitância amorosa...vivendo e aprendendo.

Só acho que não se trata de "cultura popular", a mãe saber de quem é a criança gerada em seu ventre.A cultura popular apenas amplia o escopo de algo possível.Cabe a mãe, se plurimilitou amorosamente, alertar aquele que será o consorte, para não transformá-lo em uma pessoa com azar.

Simplesmente, se teve relações com outra pessoa que não seu cônjuge, a boa fé e o respeito ao outro, guiaria tal pessoa para um exame genético ou para uma conversa com o companheiro a fim de alertá-lo sobre a possibilidade do mesmo não ser o pai.

Uma boa regra para refletir sobre determinados assuntos é, em vez de deitar cátedra sobre ele, simplesmente se colocar no lugar das pessoas envolvidas.

Pois há muita hipocrisia quando se trata de julgados do cidadão comum e quando existem pares ou membros de certa burocracia-de-primeira-linha, entre aqueles que sofreram prejuízos de qualquer espécie.

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