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Aperto de cinto

CJF diz que vai poupar R$ 150 milhões ao vetar obras em tribunais

O Conselho da Justiça Federal vetou o início de novas obras neste ano e em 2016 na proposta orçamentária da Justiça Federal de primeiro e segundo graus, por causa do impacto da desaceleração da economia nas contas públicas. A decisão, aprovada em 10 de agosto, vai gerar uma economia de mais de R$ 150 milhões para a Justiça Federal.

Segundo o presidente do colegiado e do Superior Tribunal de Justiça, Francisco Falcão, não há como pensar no início de novas obras diante das dificuldades orçamentárias apontadas pelos órgãos técnicos, em decorrência do cenário fiscal desfavorável do país.

Ele diz que devem ser mantidas apenas as aquisições de imóveis, ampliações, reformas e obras já em andamento, além dos projetos custeados pelos contratos com o Banco do Brasil e com a Caixa Econômica Federal.

Revista Consultor Jurídico, 2 de setembro de 2015, 10h24

Comentários de leitores

1 comentário

Não confundir poupança com gastança

J. Ribeiro (Advogado Autônomo - Empresarial)

Não é que o CJF vai poupar, mas sim deixar de gastar simplesmente por que não há dinheiro.

Comentários encerrados em 10/09/2015.
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